Bom dia!

Me sinto um pouco inadequado para escrever sobre esse impressionante episódio. Que o anime trata de preocupações de adolescentes à beira da vida adulta eu já saquei desde o começo, mas nesse episódio o tema pareceu ainda mais específico.

É sobre preocupações que garotas adolescentes passam, e que podem continuar durante parte ou toda suas vidas adultas. E daí que eu tentei, nesse artigo, descrever isso da forma que eu melhor entendo, mas ainda acho que uma garota ou uma mulher entenderia bem melhor do que eu.

Não sei também se as resoluções são as melhores possíveis, do ponto de vista de uma mensagem, de um exemplo para as garotas que estão assistindo. Mas o episódio em si foi potente, não foi?

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Bom dia!

Se eu não tivesse atrasado e esse artigo fosse apenas do episódio 8, talvez ele se chamasse “A calmaria antes da tempestade”. Mas da forma como foi, tenho que tratar tanto da calmaria do episódio 8 quanto da tempestade do episódio 9, não é?

Eu achei que esse fosse ser o arco da Yuu, antes de encerrar com o arco da Asuka, mas parece que daqui até o fim vai ser tudo uma coisa só. Talvez tenhamos alguma surpresa antes do fim então. Não seria nada mal uma boa surpresa.

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Bom dia!

Um anime que usa toca-fitas como dispositivo de transformação e que tem um clube de rádios analógicos só podia mesmo ser ludita. Estava demorando para se assumir. Enfim, mais sobre isso no miolo do artigo

Estou brincando, ok? Um pouco, pelo menos, não leve totalmente a sério o parágrafo acima.

Mas sobre uma coisa eu tenho que reclamar não ironicamente: como é feia a transformação da Chloe!

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Bom dia!

Não sei como me sinto a respeito desse episódio. Foi um bom episódio, um novo mundo instigante, um desenvolvimento que foi se revelando cada vez mais sinistro, mas não sei se entendi para onde Akanesasu Shoujo vai ou o que ele quer dizer.

Esse é o arco da Chloe. O “problema” dela, aparentemente, é que ela gosta de ficar sozinha às vezes.

O que não é problema nenhum.

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Bom dia!

Eu não disse que a juíza era um clutter? Quero dizer, estava na cara. Mas havia dois clutters dessa vez! Poxa, como eu poderia saber que isso é possível?

Para dizer que “acertei” que a Mia ia conseguir se transformar contudo eu teria que ser convencido demais, porque isso era mais do que óbvio, esse é o arco dela afinal. E eu errei quando chutei que talvez a Asuka-do-outro-mundo não iria aparecer, afinal já tinha a Nana para lutar.

A Nana não lutou. Pff pra você, Nana.

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A Mia foi para o Velho Oeste!

Bom dia!

Mia, a amiga mais tímida da Asuka, é fã de faroeste! Aparentemente, não por causa da estética ou dos tiroteios típicos, mas porque gosta de justiça e se identifica com o conceito de justiça dos filmes de faroeste que assiste.

Bom, não vou poder julgá-la porque sei muito pouco sobre o gênero, mas afirmo sem medo de errar que é perfeitamente possível gostar de um gênero em particular por algum detalhe que na verdade é pouco relevante para ele, ou até mesmo gostar sem saber o que ele realmente significa – o que poderia ser descrito como “gostar pelo motivo errado”.

Isso na verdade é bastante comum. Então independente de filmes de bangue-bangue oferecerem ou não (eu não sei) bons modelos de justiça, a Mia enxerga isso neles e é por isso que ela gosta. Ela não precisa estar “certa” para gostar. Ela apenas gosta, e é isso o que importa.

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Bom dia!

A animação do primeiro episódio não foi exatamente o melhor que a indústria tem a oferecer, mas a do segundo episódio foi um show de horrores.

Comitês de produção estão cientes da “regra dos três episódios” e por isso costumam investir especialmente nesses, o que causa um efeito colateral conhecido como “maldição do quarto episódio”. O quê, você não sabe o que essas expressões significam?

Se souber pule para o parágrafo seguinte. Se não souber, é bem simples: Regra dos três episódios é um comportamento informal adotado por muitos fãs que assistem animes de temporada para decidir se continuam assistindo ou não. Basicamente, se os três primeiros episódios agradarem, continuam, senão, já era. Maldição do quarto episódio é a queda na qualidade da produção que afeta muitos animes cujos três primeiros episódios são produzidos com cuidado extra, mas a partir do quarto já nem tanto. Em animes afetados a qualidade costuma voltar, quando volta, no arco ou nos arcos finais.

Akanesasu Shoujo veio para essa temporada com uma notícia boa e uma ruim. A boa: ele não sofre da maldição do quarto episódio. A ruim: ele sofre é da maldição do segundo episódio mesmo. Como aquilo foi horrível!

Em termos de história eu ainda não sei avaliar. Me parecia muito mais interessante no primeiro episódio, que tinha foco especial na protagonista, mas assim que o foco foi deslocado dela, no segundo episódio, boa parte do encanto se desfez. Ainda assim, bem, aqui estamos!

 

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A Asuka de um mundo e a Asuka de outro se encontram

Bom dia!

“Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses”, repetia Sócrates o que lera inscrito na entrada do Santuário de Delfos. A jornada de Asuka para conhecer outras dimensões – outros universos – não deve levá-la a conhecer deuses. Parece ficção científica, afinal, não fantasia.

Mas talvez a leve a conhecer os poderes e as forças por trás do mundo, o que é o equivalente mais próximo. E já a levou a conhecer-se a si mesma … ou quase isso: a conhecer sua sósia de um mundo paralelo dourado, tão brilhante e belo quanto, aparentemente, cruel.

No folclore germânico, quem conhece seu doppelgänger (uma criatura sobrenatural que toma sua forma) pode morrer, dependendo de quem conta a história. O fetch irlandês (uma sósia fantasmagórica da pessoa) é ainda mais direto: vê-lo é sinal de mau agouro, de morte iminente.

Não acredito que Asuka (qualquer das duas) corra risco de vida.

Mas talvez ela renasça até o final da série.

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