Estamos recrutando redatores, clique aqui e se candidate, vagas limitadas!

Leorio… o mais legal dele é último nome: Paradinight. E bem, o Kurapika, o nome dele já é pika sem colocar nada. Mas falando sério, ambos têm uma parte, e ambos têm os seus arquétipos. Era o que eu achava, mas olhando melhor, percebi que os dois têm uma certa similaridade com o KIllua. Não vou repetir isso de novo, porque não vale a pena mais. Isso não é ruim, dá pra falar sobre o “Ano humano”, um arquétipo que descreve muito bem o que eu falei.

Ler o artigo →

Olá, pequeno gafanhoto!

Tudo bem com você?

Vim aqui de novo postar um textinho para ajudar a divulgar um projeto bem bacana – se bem que sou suspeita pra falar né. Mas, para provar que a coisa é profissa mesmo o Tio Fábio falou preu dar uma amostra. Porque, bem, convenhamos que meu jeito não ajuda muito haha!

Então taí, tentei fazer algo próximo do livro, mas com um quê mais (bem mais) descontraído e mais curto – tentei, juro que tentei rs.

Que livro eu tô falando? Clica aqui nesse post para saber ou então cola lá na fanpage.

Vamos ao texto!

Ler o artigo →

Aqui estou eu! Fiquei sem postar semana passada por alguns assuntos sérios, tipo meu portfólio. Eu até poderia mostrar pra vocês, e falar que valeu a pena ficar sem postar uma semana, porém, acho que ninguém aqui liga pro meu portfólio. Enfim, continuando o post passado, animes recentes sobre esportes, aqui vamos nós.

Ah sim, eu sei que nos meus posts eu não coloco uma sinopse do anime, e nem todo mundo conhece os animes que eu assisto, porque são chatos, eu sei, mas, pra contrariar isso eu vou colocar uma sinopse deles aqui e nos posts futuros também. Eu só não fazia isso porque é estranho escrever algo que eu já sei muito bem, e eu tava ocupado com o portfólio.

Ler o artigo →

Bem – vindo (a) a mais um post de arquétipos. Eu só sei que ainda to vivo, porque eu ainda não atrasei os meus posts. Mas enfim, no post passado falei de como a Era de Ouro é usada e adaptada nos animes de esportes, e se você não tem a mínima ideia do que eu tô falando e tá mais perdido que eu na faculdade procurando a saída… você precisa procurar os meus posts passados. Eu sei que esse tipo de tema é 8 ou 80, porque ou você vê anime esportivo ou você não vê, e se você está lendo esse post e ainda não se convenceu, fique sabendo que eu vou tentar colocar um óculos que faça você enxergar animes de esportes como você enxerga Tokyo Ghoul.

Ler o artigo →

Animes de esporte… quem nunca viu um? Chegou a hora de falar sobre esse tipo de anime, porém, animes de esporte hoje em dia não são tão esporte assim. Digo, não é só nessa década que enfiaram super poderes nos animes de esportes. Temos Super Campeões, Captain Tsubasa, em japonês, que passava quando a Cartoon tinha coisa boa (eu acho que passava na Cartoon). Mas recentemente vimos mais e mais animes incorporando super poderes nos esportes, tanto que a tv brasileira até apostou em um: Super Onze, e eu acredito que várias pessoas que vão ler esse post tiveram Super Onze como o primeiro anime de esporte. Não tem nada de errado em começar a ver animes desse tipo com Super Onze. O ponto é que, talvez, você não goste dos animes mais antigos, como Super Campeões ou Slam Dunk.  Enfim, eu não vou comparar os animes de 2000 com os de 2010, eu vou é falar de arquétipos mesmo, como os animes de esporte antigos usavam esses arquétipos e comparar com os atuais.

Ler o artigo →

E… é a chegada do grande dia. Esse post vou dividir em dois porque sim. Primeiro que, esse post não vai agregar muita coisa, vai ter arquétipos, mas nada inovador. Bom, foram 9 posts sobre FMAB, e isso acaba logo. FullMetal é uma série bem longa, tem coisa pior como Naruto ou One Piece. Mas eu acho que FullMetal chegou no limite mesmo. Não foram adicionados personagens desnecessários e houve abuso máximo possível deles. Bom, teve repetição sim, eu poderia ter diminuído o número de posts sobre FMA, porque alguns repetiam o mesmo arquétipo da mesma forma, mas, no geral, foi divertido, eu ainda to surpreso por ter gente que curtiu essa ideia. Achei que só as pessoas que eu conhecia iam ler, fico grato por algumas pessoas terem comentado em alguns posts e logicamente pra você que leu tudo isso porque achou interessante ou porque foi obrigado a ler. E… vocês aguentaram as minhas abobrinhas. Os arquétipos existem, só pesquisar na net, talvez eles não estejam com o mesmo nome que eu menciono, mas existem.

Com o grande dia, bom, não tenho muitos arquétipos pra falar, já que são utilizados pra desenvolver a história. Se estamos no final, isso significa que eles já foram usados e estão cumprido seus papéis. Mas ainda temos arquétipos pra falar, senão esse post seria meio inútil e perda de tempo. Bom, temos o Major Armstrong, o Envy/ Mustang, e temos o Greed/ Wrath também. Mas o Greed/ Wrath, são meio que algo que eu não sei se consigo explicar de uma maneira que faça sentido. Mas indo pro que importa: arquétipos.

Ler o artigo →

Eu não sei o que ainda falta cobrir em FMA, só sei que tamo chegando no final. Eu já vou meio que adiantando que eu não pretendo cobrir o final da porque esse não é o meu foco, no máximo irei comentar como os personagens se adaptaram ao final. Eu não vou terminar a série de posts aqui, mas estamos chegando no final e eu acho que deveria avisar vocês.

Nesse post eu pretendo cobrir a May… e acho que podemos cobrir o Al. Só falando que eu evitei o Al, porque eu tenho certeza que eu falei que o Al demora muito pra desenvolver o seu arquétipo, deve ser porque ele o Ed compartilham o mesmo. Lá no primeiro post eu falei que o Al representava uma parte da inocência do Ed, o “desconhecido.” Mas antes de falar dele, eu vou falar da May, porque a autora desenvolve ela primeiro (não me culpem, culpem a autora). A May é como se fosse um mini-Marcoh, ambos têm o mesmo arquétipo, como eu tinha falado antes, mas a diferença é que a autora decidiu criar um personagem que ainda precisa desenvolver a personalidade, com isso, ela tem a liberdade de adicionar dramas e etc…. enfim, vamos lá pro que interessa, aprender.

Ler o artigo →