Um episódio não muito melhor que o anterior e que continuou a desenvolver a história sem muita pressa, com algumas coisas talvez questionáveis, mas nenhum grande problema. Venham Pecados!

A Diane é uma azarada, e digo isso porque enquanto seguia seu caminho cruzou logo com dois dos Dez Mandamentos, contudo, aquele na verdade era seu dia de sorte e além de reencontrar sua mentora do passado vivinha da silva, ainda teve a sua vida salva por ela enquanto seus amigos também não se feriram – já perceberam como o Hawk e a mãe dele têm umas “cartas na manga” bem convenientes? –, o que pelo lado dela rendeu uma luta curta e até legalzinha e por outro deu margem para conhecermos a terra dos Druidas, os tais adoradores do Clã das Deusas, e algo a mais? Ainda não, mas no próximo episódio os momentos finais do Meliodas com a sua amada de outrora, Liz, devem ser mostrados e se você chegou até aqui acredito que seja algo que você queira ver logo.

Pena que não pegou de jeito, hein… Pois poxa, só os Pecados que se ferraram até agora…

No geral, esse foi um episódio que não tem muito o que comentar; talvez reclamar da Merlin ainda não ter devolvido os poderes do Capitão e ele demonstrar não se importar muito para isso? Reclamar de coisas assim em Nanatsu remeteria a um problema crônico da obra que quem lê o mangá deve ter percebido mais fácil, que seria como certas coisas são encaixadas e como o que aparece em certo momento ganhar uma importância diferente quando é explicado. Não pretendo comparar mangá e anime para indicar qual acho melhor, mas sim apontar que muitas das coisas que não se encaixam em Nanatsu advém disso. Acho que se você gosta da obra e se diverte não adianta encucar muito, até porque, sinceramente, em um battle shounen esse não é um problema tão grande, ao menos não se ele não forçar a barra demais – como até agora não forçou tanto assim.

“É sério que ele tinha mais poder escondido e apanhou só de zoeira mesmo?”

O que falar dos Druidas, que são simpáticos? Acho que no máximo isso, pois não dá para falar muito da forma como a irmã mais nova da líder reage ao Meliodas sem saber o motivo disso. Por outro lado, a Matrona reaparecer é aquele bom e velho “morreu, mas não morreu” que vire e mexe rolam em animes desse tipo, coisa que se for minimamente bem explicada não é um problema e faz com que uma personagem agradável de se ter na história continue nela. Inclusive uma que conseguiu lidar com os Mandamentos, não exatamente os encarando, mas sabendo como fugir deles, habilidade vital quando o inimigo é incrivelmente mais forte – algo que ainda deve acontecer muito.

Uma guerreira inteligente sabe quais lutas pode lutar e quais não pode vencer.

Ademais, o King realmente ainda não perdoou o Gowther, algo completamente compreensível, e espero que esse mal-estar que o boneco causou uma hora seja melhor aproveitado dentro da obra. A Diane ainda não recuperou as suas memórias mais recentes, a Elizabeth demonstrou um ciumezinho normal e Ban e Escanor estão mais sumidos que dinheiro na minha carteira. Vamos todos aparecer, vocês três, no episódio da semana que vem, combinado?

Brincadeiras à parte, esse episódio não foi muito interessante, mas ao menos não correu com a história e prometeu algo bom para o próximo, um passado que nós precisamos conhecer para embasar o que virá no futuro. Até a próximo artigo!

Espero que voltar ao passado seja tudo o que Nanatsu precise para garantir um bom futuro!

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