Olá, leitor(a), aqui estou eu para comentar o último episódio deste anime que peguei para analisar na metade desta temporada que se encerra. Para minha sorte, desde que comecei, houve uma melhora significativa na série, tornando cada episódio bastante divertido de comentar.

O episódio final não deveu nada a qualquer anime de luta, pois o duelo entre o Meijin e o Yaichi teve todos os ingredientes que um embate deve ter. Houve tensão, reviravoltas, emoção e até o clássico “poder da amizade”. Assim como todo bom lutador Yaichi começou a “apanhar” de seu oponente até chegar em um ponto, em que para nós que estamos assistindo, parecia não haver mais saída.

Como este anime não é uma história triste, já esperávamos o Ryuo dar a volta por cima e manter seu título. Pode ser previsível, mas finais felizes são melhores que finais tristes (minha opinião). Enfim, a graça do episódio não era saber quem iria ganhar ou perder mas sim como o protagonista iria virar o jogo, que a essa altura parecia irreversível.

A mudança de postura e o foco total no que interessa é fundamental em qualquer esporte ou jogo. Caso o protagonista entrasse na partida desanimado é claro que ele perderia, mas o que foi visto foi exatamente o contrário. O seu adversário (Meijin) manteve a mesma postura em todos os jogos exibidos e “caiu de pé” como um guerreiro forte e honrado.

Nos animes de batalha, quando o protagonista parece que vai vencer eis que o inimigo fica ainda mais poderoso, dificultando as coisas para o herói. Tal recurso é usado para causar mais apreensão em quem está acompanhado a história. Em animes de esportes não é muito diferente, e no caso de Ryuuou no Oshigoto, quanto mais parecia que o Yaichi tinha ficado forte, o Meijin, com uma só jogada, desarticulava a estratégia do nosso herói.

O rosto do Meijin finalmente é revelado

Todo o desespero anterior sofrido pelo protagonista não foi em vão, pois serviu para fortalecê-lo, e isso era justamente o que o seu oponente queria, ou seja, um adversário igualmente poderoso. O Meijin é sem dúvida superior ao Yaichi, mas ele tem potencial para um dia se tornar uma lenda viva num futuro não tão distante. Outro detalhe é que cada jogo é um jogo, ou seja, quem estiver melhor concentrado leva vantagem caso o nível de habilidade seja igual ou próximo.

No que tange ao aspecto técnico, a direção foi competente em dar emoção à partida, algo que ela fez em todos os jogos mostrados até aqui, tornando o shogi algo bastante divertido de acompanhar. A trilha sonora também foi boa para passar a tensão da partida.

Como disse antes, eu gosto de finais felizes, então o “happy end” foi mais que bem-vindo para mim, portanto não tenho nada a reclamar do desfecho desse anime.

Ryuuou no Oshigoto! se encerra como uma série divertida (com piadas sobre lolis, que pode lhe agradar ou não), leve e com pitadas de tensão em momentos cruciais. Eu reitero minha alegria de ter comentado esta série, que antes não dava nada por ela, mas que me fez gostar de sua história, e principalmente dos seus personagens. Fora o fato que passei a gostar mais do esporte abordado, e consequentemente de animes esportivos.

Quero agradecer mais uma vez a você que me acompanhou nesta mini-jornada de seis artigos que escrevi, e quero agradecer também ao redator que cobria essa obra, dizer que sou grato pela oportunidade de comentar Ryuuou no Oshigoto!

Até a próxima temporada!

Happy end

  1. Foi um final muito feliz, eu também amo finais felizes, previsíveis, clichês, não importa! O que importa é ficar com aquele sorrisão no rosto depois de ter celebrado um linda historia muito divertida, alegre e contente, até a próxima temporada e gostei mais dos seus artigos do que o redator anterior que não respeitava os lolicons que estavam acompanhando a série.

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