Sawamura inicio como às, assim como escrevi na semana retrasada. Também percebeu que, se continuasse dando corridas de graça para o time adversário, seria substituído, ou por Kawakami, que já estava se aquecendo desde a primeira entrada, ou pelo Furuya, mas este ainda não está em condições de jogo ainda.

Dito e feito! Sawamura foi substituído por Kawakami, que sempre achei que fosse um dos piores arremessadores do Seidou, e inclusive até mesmo o treinador do outro time ficou surpreso, porque também não esperava nada dele. No entanto, desde o início desta temporada, Nori tem melhorado substancialmente e se destacado de forma positiva.

Eu decidi não me prolongar muito para falar sobre o episódio 48, já que aconteceu muita coisa que no 47 deu uma lasquinha: Sawamura fica nervoso e tenso, dá corridas de graça, teve que deixar um dos rebatedores marcar um ponto e foi trocado ao final por Kawakami. Resumindo é isso mesmo.

Que cena bonita, mas horrorosa ao mesmo tempo.

É normal que ocorra esse nervosismo, mas que só não aconteceu com Kawakami porque ele não é o às. Além disso, Miyuki falou uma coisa essencial para a vida de Sawamura, que foi: “O às não carrega todo o time nas costas”, ou algo parecido. Achei tão bonito que um dia até tatuarei no meu braço (não).

Mas enfim, as coisas mudaram quando Kawakami tomou as rédeas como arremessador. Ninguém esperava nada dele, nem eu mesma, como escrevi logo acima, mas ele surpreendeu todo mundo. Isso quer dizer que todo o treino que tem tido tem valido a pena.

Talvez não seja apenas o treino que mudou isso, como o fato de ser terceiranista e logo ter que se formar, assim como diversos outros jogadores do time. A oportunidade que os que já se foram queriam ter agora eles tentam cumprir para poder sentir o beisebol na pele: ir para o Koshien.

O jogo conseguiu desenrolar muito bem depois que Kawakami entrou em jogo. Mas não foi apenas o seu treinamento que deu forças a isso, como também de todos do time. Não é à toa que houve várias corridas nas outras entradas. Ele entrou na quarta, então tudo deslanchou desde aí.

Na verdade, o que mais achei incrível nisso tudo é que não vi uma pontada de inveja de Sawamura perante ao seu substituto. Tudo o que consegui ver foi apoio, observação, agradecimento e encorajamento. Muito bacana. Ele não consegue mais demonstrar todo aquele ataque de pelanca que tinha antes.

Esta cena está melhor.

As expectativas de Sawamura foram alcançadas, assim como as minhas também, após ver tanta melhora. Foi um jogo bacana, porém seria muito mais se a animação fosse ainda mais fluida e não tivesse o recurso narrador (demorou para eu voltar a reclamar disso, mas isso é necessário).

Por fim, a disputa entre os dois treinadores acabaram. Achei interessante ter o foco neles dois, já que geralmente mostra os alunos (lógico, é beisebol colegial, mas é importante mudar o escopo de vez em quando). Como um treinou o outro, foi uma carga emocional importante para a história do mangá/anime. Agora faltam mais três episódios. O que farão para poder completar o que falta desta temporada?

O jogo terminou com dois homeruns: um do Miyuki e outro de Yuki. Os dois foram ótimos, diga-se de passagem.

Muito obrigada por ler este artigo até o final e nos vemos no próximo! o/

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    Quando parece que o Sawamura vai “engrenar” ele sente a pressão e faz uma péssima partida, pelo fato da temporada estar terminando, não esperava por isso

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