Com este episódio concomitante com o anterior, pude perceber um avanço ainda maior no relacionamento Sawamura e Okumura, a atual bateria do Seidou. Não que o “menino-lobo” já não tenha mostrado certa melhora em seu comportamento, mas agora penso que ele esteja indo mais na onda do Eijun.

Ainda tem umas coisas que o atual receptor não consegue entender, mas é difícil saber o que o arremessador está pensando, principalmente com seu jeito entusiasmado de falar. O que ainda não mudou foram os olhos ofuscados de Okumura, que continuam iguais aos do Chris-senpai no início do anime. Bom, acredito que aos poucos isso vá melhorando, já que o jogo está ficando cada vez mais claro e divertido.

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Sawamura foi escolhido para ser o arremessador da vez. Ele começou com tudo nas primeiras entradas, mas depois foi perdendo o fôlego e ficando cada vez mais cansado. Seiya, às do time adversário, também teve uma perda de estamina algumas temporadas atrás e machucou o braço, porém voltou com toda força agora.

Uma disputa muito acirrada, principalmente para Okumura, que faz parte da bateria de Sawamura. Como receptor “novato” (digo isso porque ele nunca jogou em um jogo assim antes), a pressão é enorme entre os dois, e o “menino-lobo” ainda não sabe como agir diante disso.

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Bem que estava achando estranho várias vitórias seguidas para o Seidou, sem nada muito acirrado e nem nada e tudo corrido. Porém, finalmente chegou a hora da verdade, e isso foi pior que o esperado, principalmente pela carga de emoções envolvidas.

Afinal, Ono quebrou o dedo durante a partida, teve que ir ao hospital, deixando Furuya ainda mais tenso que o normal. Como se não bastasse, o peso de ser o receptor decaiu sobre Yui, que estava se sentindo pressionado por trazer mais uma vitória para o colégio.

Após disso, teve a troca de receptor (Furuya para Kaneda) e de receptor (Yui para Okumura) em uma situação bem crítica, apesar de que, em uma das entradas, eles conseguiram a liderança.

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Furuya é aquele jogador bem previsível. Antes mesmo de ter o problema na coluna que fez com que fosse até o hospital, tinha os mesmos problemas que está tendo no jogo atual. Primeiro, consegue arremessar e acertar vários strikes a uma velocidade impressionante, e depois vai cansando até dar corridas de graça ao adversário com seus acertos fora da zona de strike.

O pior de tudo nem é ficar cansado e ficar distribuindo corridas, e sim o fato de que não poderia ter arremessado tanto nas entradas em que esteve em campo. Isso porque, quanto mais fica cansado, mas bolas ele passa a arremessar para tentar acertar a zona de strike.

Além disso, nem todas as bolas a sua bateria, Yui, está conseguindo alcançar. Algumas ele deixa escapulir, outras nem chegaram perto de sua luva, o que também pode ajudar no desânimo de Furuya. Bem, é algo que eu já previa que fosse acontecer mesmo, mas não sabia que seria nesse jogo.

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Tá bom, o título deste artigo é um pouco exagerado, vai? Mas que os dois receptores dos dois jogos, um representando um colégio japonês, e outro representando todo o Japão, tiveram que ser substituídos de qualquer forma por causa de algum tipo de nocaute.

O sonho de cada um dos receptores acertado foi meio que destruído ali. Ono, um jogador que estava certo que havia melhorado, tanto que não permitiu mais que nenhum dos arremessos de Furuya fosse desperdiçado, teve o dedo indicador atingido por um dos lances do às, e assim, teve que ficar fora de jogo, e Inui teve a cabeça atingida pelo taco de beisebol do rebatedor do time adversário durante a rebatida.

Eu sinceramente nunca tinha visto tanta desgraça acontecendo em apenas um episódio. Já vi em vários seguidos de Diamond no Ace, porque a tensão nunca acaba, mas duas vezes no mesmo “tá amarrado”!

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Claro que os dois episódios tiveram um foco maior nos jogos e nos jogadores dos times que foram apresentados, porém isso me alegrou bastante. A MadHouse não tem feito um trabalho muito bom na obra, e mesmo em momentos importantes está apresentando slides de PowerPoint, mas o que fizeram com os americanos foi bem legal.

Não é sempre que se vê os jogadores gringos falando em sua língua natal em animes. No caso de Diamond no Ace, os que falam em japonês fluente são os intercambistas, como o Carlos, então não pensei que dariam uma atenção especial com os dubladores estrangeiros. Mas assim que um deles começou a falar em inglês, e com aquela movimentação diferente em suas bocas, me deu mais ânimo para continuar.

Engraçado colocarem mais movimento na boca dos gringos, embora o tempo de cada um estivesse meio errado, mas é mais um mimo que a MadHouse deu para quem veio de fora mesmo e fala só em inglês. O resto foi apresentação de PowerPoint mesmo, mas seria exigir demais para ter uma animação mais fluida nesses episódios. Uma pena.

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O episódio 33 focou bastante na evolução de cada jogador e o 34 no que o Miyuki está pronto para aprender cada vez mais. Jogar contra diferentes times e treinar com quem não se está habituado, porém conhece durante jogos importantes, faz com que cada um avance de diversas maneiras.

No 33, até mesmo o Ochiai está vendo os valores que Sawamura tem como arremessador, sendo que antes ele só passava pano para o Furuya. No entanto, este também tem melhorado de forma estrondosa, principalmente depois que houve a parada para o seu tratamento, e teve que treinar em outras posições.

No 34, o treino foi bem bacana, embora bastante corrido. Senti que faltou a emoção de ver muitos jogadores de times diferentes, treinando entre si. Fiquei meio triste, mas o entrosamento foi legal, ao menos.

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Devo começar este artigo escrevendo “aconteceu muita coisa neste episódio”. A maioria dos jogos foram de vitórias, boa parte deles usando reservas para arremessarem, e algumas derrotas me deixaram no chão, como a do Colégio Yakushi.

Mas que coisa, e no início do episódio eu achando que iam acontecer apenas as vitórias, mas nem tudo é exatamente como a gente quer. E também pensei que, por causa da afronta do Okumura ao técnico Kataoka no episódio passado, que ele não ia participar como um receptor em algum jogo. Como eu dou bola fora, não é mesmo? Mas sempre tem como reparar o erro admitindo que Okumura é um bom jogador e merece a posição.

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Okumura tem um jeito mal-humorado de ser, mas ainda está se descobrindo no time, apesar de saber o que quer fazer. Claro, seu objetivo continua ser o receptor titular, e já diz isso desde o começo, porém até alcançar tal meta não será nada fácil.

Assim como Sawamura quer ser um às, também tem que aprender várias outras posições durante os jogos para poder se aprimorar. Antes, tinha dificuldade na rebatida, agora continua tendo, mas está mais confiante. Também tinha problemas na defesa, e hoje já joga tranquilamente como campo esquerdo e consegue defender melhor.

Yui foi ajuizado e entendeu perfeitamente que é isso que o treinador Kataoka quer: alguém preparado para tudo. Okumura, assim como Sawamura no início do anime, tem muita dificuldade com ordens e quer jogar na posição que designou a si mesmo, porém é a partir de agora que vai aprender que nem tudo o que queremos é lei.

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Não fiz um artigo sobre o episódio 29 porque foi recapitulação, então resolvi juntar neste para “fingir completar mais um espaço”. Brincadeiras a parte, acredito que esse tipo de episódio serve para rever os melhores momentos, além de, às vezes, encher linguiça para poderem trabalhar melhor o seguinte. O que não está sendo o caso de Diamond no Ace, mas eu gosto de fingir que é.

O episódio 30 é sobre o jogo do Colégio Seidou contra o Colégio Naruta (não é NarutO, não, é NarutA!), e foi muito bom, pois Sawamura teve ainda mais destaque, embora o narrador, na metade para o final do episódio, tenha piorado um pouco o jogo. Essa vitória de 7×1 do Seidou sobre o Colégio Naruta deu mais uma vitória ao time, contando com 7 jogos ganhos. Depois teve um jogo rápido, o que deu a oitava vitória.

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