Nesse tempo de espera pelo jogo estático entre Inashiro e Yakushi, foram mostrados derrotas, novatos e tensão. Ansiedade também teve, mas mais por conta dos espectadores loucos para ver o embate entre os dois ases, Mei e Sanada, e do Todoroki que queria rebater logo.

Nessas semi-finais do Koshien de Primavera era realmente esperado uma partida empolgante quanto essa. Mas tem alguns problemas pontuais, como os arremessos limitados do Sanada e o estresse do Mei, que o faz ficar tenso durante a partida.

Não é à toa que, depois de ver muitos jogos, o receptor do Inashiro, Itsuki, teve que se render a uma técnica de relaxamento: fazer piadas pastelão enquanto Mei está no monte. Demorou um tanto para fazer isso, mas para alguém que fica nervoso durante o jogo, ter momentos de bobeira é essencial.

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Há quanto tempo Sawamura não aparecia mostrando para todos como é que um canhoto joga. Depois de superar um trauma com uma “dead ball” que ajudou o jogador ir para a primeira base, e depois de ver Furuya arremessando um jogo inteiro no Koshien de Primavera, Saswamura deu tudo de si neste campeonato.

Logicamente que as tietes do Furuya não gostaram nada e, além de lembrarem daquele arremesso ridículo que aconteceu no primeiro episódio desta temporada (que eu também sempre lembro, porque recordar é viver), ficaram o tempo todo no celular, só prestando atenção quando o pessoal berrava na arquibancada.

Acredito que ninguém já esperava nada dele, e também não esperava do Kawakami, que foi o primeiro arremessador do time.

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Para começar, o episódio não discorreu sobre nenhum jogo importante, não focou em nenhum treino e nem mostrou dramas diretamente ligados a nenhum jogador.  Este é um episódio onde coisas novas acontecem após um sofrido jogo contra o Colégio Komadai Fujimaki no Koshien da Primavera.

Pode não ter acontecido nada demais em questão de times, mas houve em questão de motivações. Também teve a apresentação dos novatos e onde eles gostariam/gostam de jogar. Não podemos nos esquecer que cada um pensa diferente do outro, e quem mais precisava de mudanças conseguiu dar a volta por cima.

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O que eu tenho lido sobre o pessoal chamar o anime de “Furuya no Ace” não é brincadeira. Bom, nem tem como discordar, já que o às é ele e, como o Koshien de Primavera é bastante midiático, normal darem destaque àqueles jogadores que fazem alguma diferença.

Sawamura se sentiu mordido de inveja (branca, lógico) por não terem lhe dado algum foco. O único destaque que ele teve de início de temporada foi quando ele jogou a bola de uma forma que ela saiu fraca e rolando no chão. Claro que ninguém quer cometer o erro de mostrar algo tão crasso, não é mesmo?

Furuya, ao contrário, já começou em sua melhor forma, arremessando a mais de 150 km/h. O pessoal prefere algo mais emocionante e rápido que um canhoto que está aprendendo a se manter calmo. Claro que Sawamura melhorou muito de um tempo para cá, mas ainda não é valorizado o suficiente para ganhar o monte.

Eu não vou nem citar o Kawakami, que acredito que seja o mais fraco dos três, e como finalizador (usam esse jogador para arremessar nas duas últimas entradas) pisa na bola às vezes por não ter nem controle, e muito menos saber relaxar em jogo.

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Eu coloquei o título desse jeito, mas apesar do foco ser a disputa entre Hongo e Furuya no final do segundo e no terceiro episódio inteiro, no início para o meio do segundo episódio temos focos diferentes. Logicamente que os dois têm sido entrevistados o tempo todo, principalmente por causa da velocidade de seus arremessos. Não é todo estudante de Ensino Médio que consegue lançar uma bola a uma velocidade de 150 km/h ou mais.

Os outros focos são nos times que estão participando do Koshien da Primavera, onde alguns colégios/academias são convidados a participar, que é o exemplo do Colégio Yakushi que perdeu no torneio onde se passou a primeira temporada. Na verdade, esse Koshien é de menor importância, mas também tem grande porte midiático e notícias sobre eles são feitas toda hora.

Não é à toa que fomos apresentados aos melhores times das quartas de final, além dos melhores jogadores que participarão do torneio. Até que todos chegassem ali não foi fácil, e agora que a chapa começa a esquentar com toda pressão para cima deles.

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Bom dia!

Quais animes assistir nessa temporada? Já sabe? Escolheu algum? Assistiu quantos?

Estamos entrando na segunda semana do mês, mas só nos últimos dois dias, esse fim de semana, que a temporada começou pra valer. Um monte de estreias! Fizemos o possível para cobrir vários animes. Durante o dia, a semana, e enquanto ainda houver anime estreando, continuaremos publicando artigos de primeiras impressões.

No editorial de hoje, as estreias que já cobrimos até o momento em que esse artigo foi redigido. Já dá para começar a escolher alguns animes, não dá? Às vezes dar uma chance para algo que normalmente deixaria passar é recompensador – nunca se sabe de onde virá a próxima surpresa!

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Diamond no Ace (ou, Daiya no Ace, ou Ace of Diamond, ou até mesmo O Às do Diamante, como preferir) é um anime de beisebol que teve a sua estreia em 6 de outubro de 2013 e contou até então com duas partes: a primeira indo até 29 de março de 2015 e a segunda (Second Season, mesmo assim não considerada uma segunda temporada) de 6 de abril de 2015 a 28 de março de 2016.

Com a mensagem que dilacerou o meu coração ao final de Second Season, com os dizeres “OBRIGADO POR NOS ACOMPANHAR POR ESSES DOIS ANOS E MEIO” (não dá para entender tamanho sofrimento que senti por muito tempo), ele está de volta depois de 3 anos, com o Act II!

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