Depois de alguns episódios, Sawamura decide mostrar sua parte gananciosa para alguns companheiros de time, principalmente para o Miyuki. Ele perguntou para Kazuya se poderia se tornar um às se conseguisse uma boa apresentação no seu próximo jogo, e a resposta foi mais do que a esperada.

Se Sawamura não tivesse conversado com Miyuki anteriormente ao jogo contra o time do Colégio Hakuryuu, o que seria dele no dia? Será que começaria tão bem quanto foi mostrado? Claro que estou discorrendo sobre um personagem de anime, porém se não tivesse tido um diálogo promissor com o seu capitão, o autor poderia, talvez, ter mostrado as coisas dando errado desde o início.

Sawamura pode ser um cara que só fala besteira, porém sempre foi um personagem muito reflexivo. Ele está pensando ainda mais nesta temporada, e o seu objetivo de ser um às está lhe dando ainda mais forças para que possa melhorar, tanto na questão de arremessos incompletos, quanto em rebatidas, as quais ainda continua fraco.

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Acredito que seja melhor eu aceitar que esse recurso existe para não passar raiva. Já percebi que ele existe para tudo passar muito rápido, porém isso é inconcebível, principalmente porque sei que a MadHouse já fez coisa melhor pelo anime. Fico muito triste que isso esteja acontecendo, mas é isso aí.

Agora o anime está focado nos treinos entre os colégios em preparação para o torneio de verão, que fica no período de feriado da Golden Week. Este nada mais é que a junção de feriados entre final de abril e início de maio, ou seja, um feriado prolongado.

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Eu não estou achando esses tipos de episódio ruins. Eles são bons, já que o treinador Kataoka precisa de um parâmetro para saber quem poderá colocar para estrear no time, quem vai ser o arremessador, o receptor, decidir a ordem dos rebatedores e tudo o mais.

Mas uma coisa que vivo repetindo em todos os artigos do blog sem cessar é sobre a animação que não está colaborando muito. Quase não consegui aproveitar nada do jogo, mesmo que seja apenas treino. Queria ver melhor os personagens se desenvolvendo, dando tudo de si nos jogos, mas o que ganhei vendo o episódio foi tristeza.

NO ENTANTO, acredito que Diamond no Ace seja bom demais para deixar alguém triste, principalmente com um protagonista como o Eijun, que me faz rir muito. Tirando as minhas reclamações sobre a animação, o episódio foi, sim, muito bom.

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Claro que nem tudo nesta vida é perfeito, principalmente nas derrotas. Mas em imaginar que o pessoal do terceiro ano está indo embora sem nem mesmo chegar nas Nacionais realmente me entristece. Ainda mais que faltam alguns meses para eles se despedirem.

Falando em “nem tudo nesta vida é perfeito”, as minhas apostas no artigo anterior também não foram totalmente certeiras. Na minha cabeça, talvez o Asada ficaria bem na reserva, só que eu entendo as críticas do Ochiai, mesmo que não goste deste treinador.

Asada pode ter uns arremessos surpreendentes de vez em quando, mas por conta de sua insegurança, altura e um pouco de controle que ele não foi tão bem assim.

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E deu início ao jogo treino no episódio 19! Vou reclamar pela milésima vez sobre “como poderia ter sido melhor com um pouco mais de movimento, eu aproveitaria muito mais o jogo assim, não sei o quê”, porém estes episódios trouxeram algo de bom, que foi a habilidade dos novatos.

Logicamente que eles não se adaptariam de primeira em um ambiente diferente, e foi igual aos seus veteranos nas primeiras vezes que pisaram no diamante, mas pouco a pouco estão conseguindo ficar menos amedrontados nesse lugar voraz.

Não é para pouco, já que, um dia, vão ter que fazer parte de um jogo profissional, e esses jogos são justamente para ver quem irá para o time principal e quem serão os reservas.

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Apesar de eu pensar que este episódio focaria boa parte no jogo Inashiro x Ichidai, e que o “recurso narrador” fosse deixado para lá pelo menos nesse trecho (ledo engano, Tamao, sua boba), na verdade pude perceber que o foco foi outro.

Eu já sabia que Inashiro ia dar um banho no Ichidai, mas não imaginava que usariam outros arremessadores que não fossem os seus respectivos ases. Se eu fosse imaginar o jogo, coisa que não deu porque aquele narrador sempre me dá nos nervos, descreveria o jogo como “o outro time não parece ser tão bom, então vamos maneirar”. A desculpa do Amahisa foi a pior possível, ainda mais que ele disse com um sorriso, e Mei decidiu ficar em umas das laterais externas.

Mas enfim, como escrevi anteriormente, Inashiro venceu Ichidai e foi isso aí. Não senti nada como o jogo, parabéns, MadHouse!

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Colocar esse título não é exagero. Em um anime de beisebol, onde era para os jogadores brilharem durante os seus jogos, quem mais roubou a “cena” foi o narrador, e isso para um anime de esporte é algo muito ruim em vários sentidos.

O “recurso narrador”, assim como tenho chamado há bastante tempo, desde o início da nova temporada de Às do Diamante, pode ser utilizado de várias formas. A primeira é narrar enquanto o PowerPoint está sendo passado na sua tela. A animação estática da MadHouse está tão esquisita que nem parece que foi ela quem produziu as outras duas temporadas.

A segunda é narrar cenas que poderíamos ver com deleite, mas querem fazer isso para que o anime chegue em seu clímax mais rápido. Acredito que será quando Sawamura finalmente será reconhecido definitivamente por todos. Estou chutando porque não leio o mangá, mas talvez ele venha a ser o às depois de tanta corrida.

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Eu fiquei chateadíssima com a posição que Kataoka tomou durante esse último jogo. O treinador, que confiava tanto no às, acabou deixando a desejar (como sempre, óbvio), porém desta vez ele se perdeu completamente nos seus objetivos.

Sawamura percebeu que o seu papel era o mesmo de Furuya em campo, no entanto o às não se tocou. Embora esteja ciente de que parte da culpa de seu time não ter ido bem no jogo foi dele (e ele insista que foi só e exclusivamente dele), Satoru não me pareceu muito convincente, muito menos o treinador Kataoka, que também já foi às uma vez.

A pressão de todos ali foi grande demais para que o grande astro do time pudesse fazer ainda mais do que é capaz, e tudo acabou em um piscar de olhos, com a diferença de experiência sendo colocada à prova.

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Depois do treinador Kataoka ler o registro diário de Furuya, com todos os sonhos dele escritos para quem quisesse se manter inteirado, parece que ele se sentiu mexido. Satoru, de certa forma, depois do jogo contra Komadai Fujimaki, melhorou bastante.

Mas, depois de um tempo, a tensão e a pressão de ser um ás lhe subiu à cabeça. Na verdade, como já escrevi antes, é normal que os competidores de qualquer esporte fiquem nervosos, tensos e tudo o mais durante uma partida ou um evento difícil e de tamanho prestígio.

Furuya não consegue se concentrar, mas tem plena ciência de que a culpa é sempre dele. Ele pode ser tudo o que pensam dele, mas arrogante, não, que nem Mei estava pensando e comparando o ás do Seidou consigo mesmo.

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E não é que Seidou pensou que realmente iria bem em jogo com o Ichidai iniciando a partida? Claro que o início foi bem bombástico, com direito a dois pontos marcados por Kuramochi e Haruichi, além de conseguirem segurar que o time adversário conseguisse marcar algo por um bom tempo.

Mas em algumas coisas Seidou errou. Furuya ainda continua muito tenso em seus arremessos, entregando muitas bolas e poucos strikes. Isso, além de cansar o arremessador, também faz com que muitos rebatedores tenham chance de avançar para a segunda base.

Isso foi um risco que o treinador Kataoka quis correr em uma batalha entre ases.

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