Devo começar este artigo escrevendo “aconteceu muita coisa neste episódio”. A maioria dos jogos foram de vitórias, boa parte deles usando reservas para arremessarem, e algumas derrotas me deixaram no chão, como a do Colégio Yakushi.

Mas que coisa, e no início do episódio eu achando que iam acontecer apenas as vitórias, mas nem tudo é exatamente como a gente quer. E também pensei que, por causa da afronta do Okumura ao técnico Kataoka no episódio passado, que ele não ia participar como um receptor em algum jogo. Como eu dou bola fora, não é mesmo? Mas sempre tem como reparar o erro admitindo que Okumura é um bom jogador e merece a posição.

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Okumura tem um jeito mal-humorado de ser, mas ainda está se descobrindo no time, apesar de saber o que quer fazer. Claro, seu objetivo continua ser o receptor titular, e já diz isso desde o começo, porém até alcançar tal meta não será nada fácil.

Assim como Sawamura quer ser um às, também tem que aprender várias outras posições durante os jogos para poder se aprimorar. Antes, tinha dificuldade na rebatida, agora continua tendo, mas está mais confiante. Também tinha problemas na defesa, e hoje já joga tranquilamente como campo esquerdo e consegue defender melhor.

Yui foi ajuizado e entendeu perfeitamente que é isso que o treinador Kataoka quer: alguém preparado para tudo. Okumura, assim como Sawamura no início do anime, tem muita dificuldade com ordens e quer jogar na posição que designou a si mesmo, porém é a partir de agora que vai aprender que nem tudo o que queremos é lei.

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Não fiz um artigo sobre o episódio 29 porque foi recapitulação, então resolvi juntar neste para “fingir completar mais um espaço”. Brincadeiras a parte, acredito que esse tipo de episódio serve para rever os melhores momentos, além de, às vezes, encher linguiça para poderem trabalhar melhor o seguinte. O que não está sendo o caso de Diamond no Ace, mas eu gosto de fingir que é.

O episódio 30 é sobre o jogo do Colégio Seidou contra o Colégio Naruta (não é NarutO, não, é NarutA!), e foi muito bom, pois Sawamura teve ainda mais destaque, embora o narrador, na metade para o final do episódio, tenha piorado um pouco o jogo. Essa vitória de 7×1 do Seidou sobre o Colégio Naruta deu mais uma vitória ao time, contando com 7 jogos ganhos. Depois teve um jogo rápido, o que deu a oitava vitória.

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Os dois episódios se passam durante os treinamentos/devaneios de cada um, então ambos foram bem parados. Nesta temporada, eu tenho até me sentido mais confortável assistindo esses episódios mais calmos que com partidas, pois não preciso ver nada muito estático quando poderia ter uma animação mais bacana, ou o narrador roubando a cena por mais de uma vez.

Acredito que se focaram mais no estado do Furuya que no Sawamura, embora o protagonista tenha aparecido bastante. Mas este foco eu achei super importante, porque aí descobri como estava a saúde de Satoru e o que ele pode fazer para melhorar. No entanto, enquanto isso, Sawamura não vai parar até se tornar o tão esperado às do time.

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Seidou venceu todas as partidas previstas na Golden Week, tanto com o time principal, quanto com o reserva, que fazia troca de jogadores para saber o potencial de cada um. Uhul, show! Isso eu consegui entender, sem nem mesmo assistir aos jogos. Mas apenas isso não passa toda a emoção que queria sentir.

Eu queria suar de desespero, vibrar com as vitórias, assistir todos os jogos com todos os detalhes possíveis. Isso seria excelente, mas não foi o que aconteceu, não é verdade?

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Eu gostaria de descrever este episódio de uma maneira mais confiante e feliz, porém a animação da MadHouse no anime não está permitindo (ainda não consigo escrever que foi um excelente episódio, já que esse problema ainda não está me descendo pela garganta).

Mas sim, foi um episódio muito tenso, e a cada hora que Hakuryuu parecia que ia fazer um ponto, o meu coração pulava. Eu consegui sentir um pouco de tensão no episódio, porque sim, esse é um time realmente bom e estou me surpreendendo de ainda não ter feito nem um ponto sequer.

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Depois de alguns episódios, Sawamura decide mostrar sua parte gananciosa para alguns companheiros de time, principalmente para o Miyuki. Ele perguntou para Kazuya se poderia se tornar um às se conseguisse uma boa apresentação no seu próximo jogo, e a resposta foi mais do que a esperada.

Se Sawamura não tivesse conversado com Miyuki anteriormente ao jogo contra o time do Colégio Hakuryuu, o que seria dele no dia? Será que começaria tão bem quanto foi mostrado? Claro que estou discorrendo sobre um personagem de anime, porém se não tivesse tido um diálogo promissor com o seu capitão, o autor poderia, talvez, ter mostrado as coisas dando errado desde o início.

Sawamura pode ser um cara que só fala besteira, porém sempre foi um personagem muito reflexivo. Ele está pensando ainda mais nesta temporada, e o seu objetivo de ser um às está lhe dando ainda mais forças para que possa melhorar, tanto na questão de arremessos incompletos, quanto em rebatidas, as quais ainda continua fraco.

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Acredito que seja melhor eu aceitar que esse recurso existe para não passar raiva. Já percebi que ele existe para tudo passar muito rápido, porém isso é inconcebível, principalmente porque sei que a MadHouse já fez coisa melhor pelo anime. Fico muito triste que isso esteja acontecendo, mas é isso aí.

Agora o anime está focado nos treinos entre os colégios em preparação para o torneio de verão, que fica no período de feriado da Golden Week. Este nada mais é que a junção de feriados entre final de abril e início de maio, ou seja, um feriado prolongado.

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Eu não estou achando esses tipos de episódio ruins. Eles são bons, já que o treinador Kataoka precisa de um parâmetro para saber quem poderá colocar para estrear no time, quem vai ser o arremessador, o receptor, decidir a ordem dos rebatedores e tudo o mais.

Mas uma coisa que vivo repetindo em todos os artigos do blog sem cessar é sobre a animação que não está colaborando muito. Quase não consegui aproveitar nada do jogo, mesmo que seja apenas treino. Queria ver melhor os personagens se desenvolvendo, dando tudo de si nos jogos, mas o que ganhei vendo o episódio foi tristeza.

NO ENTANTO, acredito que Diamond no Ace seja bom demais para deixar alguém triste, principalmente com um protagonista como o Eijun, que me faz rir muito. Tirando as minhas reclamações sobre a animação, o episódio foi, sim, muito bom.

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Claro que nem tudo nesta vida é perfeito, principalmente nas derrotas. Mas em imaginar que o pessoal do terceiro ano está indo embora sem nem mesmo chegar nas Nacionais realmente me entristece. Ainda mais que faltam alguns meses para eles se despedirem.

Falando em “nem tudo nesta vida é perfeito”, as minhas apostas no artigo anterior também não foram totalmente certeiras. Na minha cabeça, talvez o Asada ficaria bem na reserva, só que eu entendo as críticas do Ochiai, mesmo que não goste deste treinador.

Asada pode ter uns arremessos surpreendentes de vez em quando, mas por conta de sua insegurança, altura e um pouco de controle que ele não foi tão bem assim.

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