Sawamura inicio como às, assim como escrevi na semana retrasada. Também percebeu que, se continuasse dando corridas de graça para o time adversário, seria substituído, ou por Kawakami, que já estava se aquecendo desde a primeira entrada, ou pelo Furuya, mas este ainda não está em condições de jogo ainda.

Dito e feito! Sawamura foi substituído por Kawakami, que sempre achei que fosse um dos piores arremessadores do Seidou, e inclusive até mesmo o treinador do outro time ficou surpreso, porque também não esperava nada dele. No entanto, desde o início desta temporada, Nori tem melhorado substancialmente e se destacado de forma positiva.

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Depois de muitos episódios, Sawamura finalmente começou a jogar como às. O que aconteceu com ele este episódio é a mesma coisa que aconteceu com Furuya no Torneio de Primavera.

Claro, a pressão está toda nos ombros dos melhores jogadores do time, e como é a primeira vez que Sawamura joga com esse número, nada mais natural que se sentir nervoso e cometer deslizes.

Ninguém está livre de erros, e este artigo serve mais como um desabafo.

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O anime inteiro, Furuya ficou tenso toda vez que jogava. Claro, ele já chegou chegando, conseguiu entrar para o time oficial de primeira, enquanto Sawamura dava o sangue de todas as formas para chegar à posição de às.

Finalmente, no episódio 45 – ou 170 – Sawamura consegue alcançar o seu objetivo, porém não esperava que o mesmo sofrimento que Furuya estava tendo passaria para os seus ombros.

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Chegou o verão, calor no coração, a festa vai começaaar”, assim vai começar o Torneio de Verão, um dos mais importantes jogos de beisebol, em seguida do de Primavera. Todo mundo jogando sob a pressão da torcida e o calor exercido pelos raios solares.

Além disso, finalmente Sawamura foi reconhecido como às, e isso faz com que este seja o episódio mais importante do anime, pelo menos no meu ponto de vista. Não é à toa que esse é o título dele, e mostrar toda a trajetória do protagonista dessa forma torna tudo mais emocionante.

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O último dia de treino! Parece que o treinador Kataoka esteve dando tudo de si para que os jogadores alcançassem o ápice do cansaço. Mas isso foi por uma boa causa, já que o Torneio de Verão está prestes a começar!

Cada um dos alunos tem um pensamento diferente com relação aos treinos que lhes foram passados. Alguns resolveram se dedicar mais às rebatidas, outros, aos arremessos, e outros até na recepção, embora Yui não se sinta tão convidativo nesta posição.

Todos conseguiram treinar da forma que deu, no entanto, os frutos só serão colhidos no episódio seguinte.

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Como todos estão próximos do Torneio de Verão, nada melhor que um “acampamento de treino” antes do evento, certo? Mas parece que, como nas temporadas anteriores, os alunos do primeiro ano não estavam preparados para receber a notícia de um árduo treinamento.

Isso porque eles tiveram que treinar o dobro do tempo, fazer novos exercícios e ainda conciliar tudo isso com o colégio. Eu não os culparia de dormir durante as aulas, porque o cansaço foi o que predominou naquele momento, porém todos eles tentaram recusar bravamente os braços de Morfeu.

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Depois de um jogo entre os times japonês e americano, nada melhor que um pouco de aprendizado. Inclusive, Miyuki aprendeu muito sobre os arremessos de Mei, o qual fez uma aposta do quanto o receptor do Seidou poderia pegar jogando com ele na bateria.

Foi algo muito interessante, já que todos do Inashiro sempre quiseram que Miyuki fizesse parte do colégio e do time para que fossem os mais fortes do país, e com a lição que o receptor aprendeu vai ser uma partida de outro nível quando os dois tiverem outro embate entre si.

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Com este episódio concomitante com o anterior, pude perceber um avanço ainda maior no relacionamento Sawamura e Okumura, a atual bateria do Seidou. Não que o “menino-lobo” já não tenha mostrado certa melhora em seu comportamento, mas agora penso que ele esteja indo mais na onda do Eijun.

Ainda tem umas coisas que o atual receptor não consegue entender, mas é difícil saber o que o arremessador está pensando, principalmente com seu jeito entusiasmado de falar. O que ainda não mudou foram os olhos ofuscados de Okumura, que continuam iguais aos do Chris-senpai no início do anime. Bom, acredito que aos poucos isso vá melhorando, já que o jogo está ficando cada vez mais claro e divertido.

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Sawamura foi escolhido para ser o arremessador da vez. Ele começou com tudo nas primeiras entradas, mas depois foi perdendo o fôlego e ficando cada vez mais cansado. Seiya, às do time adversário, também teve uma perda de estamina algumas temporadas atrás e machucou o braço, porém voltou com toda força agora.

Uma disputa muito acirrada, principalmente para Okumura, que faz parte da bateria de Sawamura. Como receptor “novato” (digo isso porque ele nunca jogou em um jogo assim antes), a pressão é enorme entre os dois, e o “menino-lobo” ainda não sabe como agir diante disso.

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Bem que estava achando estranho várias vitórias seguidas para o Seidou, sem nada muito acirrado e nem nada e tudo corrido. Porém, finalmente chegou a hora da verdade, e isso foi pior que o esperado, principalmente pela carga de emoções envolvidas.

Afinal, Ono quebrou o dedo durante a partida, teve que ir ao hospital, deixando Furuya ainda mais tenso que o normal. Como se não bastasse, o peso de ser o receptor decaiu sobre Yui, que estava se sentindo pressionado por trazer mais uma vitória para o colégio.

Após disso, teve a troca de receptor (Furuya para Kaneda) e de receptor (Yui para Okumura) em uma situação bem crítica, apesar de que, em uma das entradas, eles conseguiram a liderança.

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