Eu fiquei chateadíssima com a posição que Kataoka tomou durante esse último jogo. O treinador, que confiava tanto no às, acabou deixando a desejar (como sempre, óbvio), porém desta vez ele se perdeu completamente nos seus objetivos.

Sawamura percebeu que o seu papel era o mesmo de Furuya em campo, no entanto o às não se tocou. Embora esteja ciente de que parte da culpa de seu time não ter ido bem no jogo foi dele (e ele insista que foi só e exclusivamente dele), Satoru não me pareceu muito convincente, muito menos o treinador Kataoka, que também já foi às uma vez.

A pressão de todos ali foi grande demais para que o grande astro do time pudesse fazer ainda mais do que é capaz, e tudo acabou em um piscar de olhos, com a diferença de experiência sendo colocada à prova.

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Depois do treinador Kataoka ler o registro diário de Furuya, com todos os sonhos dele escritos para quem quisesse se manter inteirado, parece que ele se sentiu mexido. Satoru, de certa forma, depois do jogo contra Komadai Fujimaki, melhorou bastante.

Mas, depois de um tempo, a tensão e a pressão de ser um ás lhe subiu à cabeça. Na verdade, como já escrevi antes, é normal que os competidores de qualquer esporte fiquem nervosos, tensos e tudo o mais durante uma partida ou um evento difícil e de tamanho prestígio.

Furuya não consegue se concentrar, mas tem plena ciência de que a culpa é sempre dele. Ele pode ser tudo o que pensam dele, mas arrogante, não, que nem Mei estava pensando e comparando o ás do Seidou consigo mesmo.

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E não é que Seidou pensou que realmente iria bem em jogo com o Ichidai iniciando a partida? Claro que o início foi bem bombástico, com direito a dois pontos marcados por Kuramochi e Haruichi, além de conseguirem segurar que o time adversário conseguisse marcar algo por um bom tempo.

Mas em algumas coisas Seidou errou. Furuya ainda continua muito tenso em seus arremessos, entregando muitas bolas e poucos strikes. Isso, além de cansar o arremessador, também faz com que muitos rebatedores tenham chance de avançar para a segunda base.

Isso foi um risco que o treinador Kataoka quis correr em uma batalha entre ases.

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Okumura, no início, detestava Sawamura. Era aquele típico caso de “julgar antes de conhecer”. Só de ver algumas atitudes do protagonista, ele ficava com raiva (não que ainda não fique, mas é aquilo, né. É a bateria se conhecendo melhor). Agora Okumura tem mais alguns motivos para ficar “rosnando”.

Os arremessos de Sawamura lhe eram totalmente desconhecidos. Primeiro porque todos eles são marcados com números, e para se acostumar com cada um deles, teve que aprender a posição certa para cada um. Segundo é que ainda tem que melhorar alguns, mas aqueles que Eijun conseguiu maior controle entraram para a lista.

Okumura não tinha respeito algum pelo seu veterano, então o tratava de qualquer jeito. Porém, após o conselho de Miyuki, ele entendeu direitinho como era ser o receptor de Sawamura e começou a se sentir mais impressionado com o tipo de pessoa que Eijun é.

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Todos os novatos chegaram com a mentalidade diferente do que tudo que foi mostrado no Seidou. Com exceção do Masashi, que é bem na dele e não possui foco praticamente nenhum, e aquele novato que parece ter planos malignos para tentar puxar o tapete de todo mundo, Yui, Okumura e Asada estão enxergando tudo de maneira diferente.

Yui chegou com pose de quem poderia tentar fazer qualquer coisa que quisesse como receptor, mesmo sendo baixinho, e sua vontade de evoluir não chegou ao Furuya, que por sua vez quer se tornar ainda melhor que Hongo, que teve um controle melhor e arremessos ainda mais rápidos e ferozes que os dele.

Okumura não gosta de receber ordens de ninguém e achava que qualquer pessoa poderia ser uma ameaça para sua vida, tanto no jogo, quanto como pessoa. Não é à toa que ele está sempre de mau humor e fala coisas rudes que dão na telha. A princípio, é alguém amargo e extremamente grosso, mas acredito que esteja melhorando aos poucos.

E Asada, que antes mal conseguia comer e interagir com as outras pessoas, depois do que Sawamura mostrou no episódio anterior sobre autocrítica, agora quer aprender cada vez mais arremessos, além de conseguir adquirir mais dicas e confianças para melhorar a si mesmo.

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Neste episódio, foram mostrados os jogos de dois times que foram para as semifinais do torneio da primavera: o Seidou e o Ichidai. Os times que já estavam escalados para as semifinais eram Inashiro e Teitou.

Apesar dos momentos mais decisivos serem simplesmente narrados, eles não foram menos marcantes. É um recurso bem preguiçoso para fazer com que imaginemos o decorrer do jogo e economizar na animação, mas é o que a MadHouse poderia fazer no momento.

Além do mais, mostrou o exato momento em que Musashi conseguiu um homerun, mesmo que tenha rebatido com o jeito todo desengonçado, então isso já fez valer o episódio.

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Após Sawamura receber um banho de água fria do Okumura no episódio anterior, vem o Miyuki com o seu choque de realidade para fazer com que Eijun percebesse que ele fez igualzinho no passado. O protagonista, muitas vezes, nem percebe que está sendo mal educado e boca suja, então precisou que alguém que o conhecesse mais que ninguém para fazê-lo entender a sua situação.

Como receptor, é dever do Miyuki conhecer o seu arremessador, seja quem for. Até mesmo quando troca de jogador, é essencial que se abra com quem vai ser seu par na bateria. Depois de tanto tempo vendo as besteiras que Sawamura arrumou, logicamente que ele usaria desse artifício para que Eijun se pusesse no lugar do Okumura.

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Este artigo será apenas sobre desabafos. Não, não são sobre coisas ruins, calma. Só vim aqui disposta a discorrer sobre alguns comentários que têm rolado aí sobre o anime.

O desenvolvimento da obra está lento, isso é fato, mas acredito que isso é só para preparar o terreno para o que vem mais para frente. Foi assim na primeira temporada, demoraram para utilizar mais dos arremessos do Sawamura, e vai ser assim na segunda, embora ele já tenha arremessado um pouco no sexto episódio.

Então Sawamura ainda tem muitas dificuldades para enfrentar, nem que seja para casos de ainda lapidar alguns arremessos, e até mesmo ter de lidar com um calouro meio nervoso como o Okumura.

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O que está acontecendo com os calouros já foi visto antes. Isso não é ruim, porém há de se convir que não é uma novidade em questão de roteiro. A dificuldade de comer (que realmente deve ser um horror se acostumar com uma alimentação que antes não tinha), a competição interna para ver quem corre mais rápido (Okumura quem o diga), e até mesmo a vaga para dois novos jogadores no torneio de primavera.

Mas, como eu escrevi antes, não é ruim. Inclusive, há ainda mais jogadores que se destacam, então como não se focam apenas em um favorito, fica difícil de saber quem irá para o time principal jogar em uma partida oficial(rimou!). No caso de antes, Furuya já foi visto como alguém com grande potencial e já entrou para o time, embora sua estamina atrapalhasse de vez em quando.

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Nesse tempo de espera pelo jogo estático entre Inashiro e Yakushi, foram mostrados derrotas, novatos e tensão. Ansiedade também teve, mas mais por conta dos espectadores loucos para ver o embate entre os dois ases, Mei e Sanada, e do Todoroki que queria rebater logo.

Nessas semi-finais do Koshien de Primavera era realmente esperado uma partida empolgante quanto essa. Mas tem alguns problemas pontuais, como os arremessos limitados do Sanada e o estresse do Mei, que o faz ficar tenso durante a partida.

Não é à toa que, depois de ver muitos jogos, o receptor do Inashiro, Itsuki, teve que se render a uma técnica de relaxamento: fazer piadas pastelão enquanto Mei está no monte. Demorou um tanto para fazer isso, mas para alguém que fica nervoso durante o jogo, ter momentos de bobeira é essencial.

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