O episódio de viagem escolar é um dos mais famosos entre animes desse estilo. Claro, eles são adolescentes, adoram ter que fazer coisas aleatórias por aí, e poder confessar o seu amor é uma delas. Não só isso, mas também sentir coisas e descobrir outras que nunca haviam antes.

Tohru está se descobrindo ainda mais. Sobre os seus sentimentos, sobre o que pensa sobre Kyou. Yuki, embora que só um pouco, também está tendo os seus sentimentos mais claros.

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Tohru foi à residência principal dos Souma para um objetivo e acabou alcançando dois. Um deles não estava nos seus sonhos mais belos. Ela jamais contava com rever a irmã do Momiji, a qual tem ciência de quem ele seja, mas ninguém da família quer que os dois se aproximem, principalmente o pai deles, que viu sua esposa adoecer por descobrir que seu filho foi amaldiçoado por um dos doze signos.

E pelo fato de Tohru ter entrado escondida na residência, ela sabia de todo risco que estava correndo naquele momento. Ainda bem que não aconteceu nada de muito sério.

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E chegou o precioso momento mostrado em praticamente todos as obras que retratam a vida escolar: a reunião de pais e mestres. Nela, você precisa dizer o que está pensando em fazer, não o que já está decidido. A própria professora falou que não precisa ter nada concreto, apenas quer saber se precisa pensar um pouco mais.

Uotani e Hanajima estão mais desleixadas que nunca. O verdadeiro problema são Tohru, Kyou e… Yuki.

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A primeira parte do anime se encerrou com o Conselho Estudantil totalmente problemático e a segunda parte se iniciou com Yuki e seus problemas pessoais. Todos temos algo com o que nos preocupar, e Fruits Basket faz questão de jogar isso na nossa cara. Nem tudo são flores nesta vida, e até mesmo a pessoa mais quieta sofre.

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Neste episódio, fomos apresentados à história de amor unilateral da professora responsável pela turma de Tohru. Não é muito fácil de assistir sem lembrar de alguma experiência parecida (bem, pelo menos para mim) e devo dizer que ela é uma amiga mais que leal para a Kana.

Shiraki Mayuko ficou ao lado de Kana em todos os momentos, tanto nos felizes, quanto nos tristes. Apesar de sempre amar Hatori com todas as forças, não fez nada além de dar suporte à amiga. Até mesmo depois de Kana ter se esquecido de todo o seu relacionamento, Mayuko não fez nada além de desejar por sua felicidade.

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Kaguya, como poderia descrevê-la? Infelizmente creio que ela seja uma das personagens que só está na obra que servem para ocupar espaço no elenco. O seu papel como javali/porco nos doze signos é insignificante. Ela não faz nada, não ajuda em nada, é só uma personagem mimada (mais alguém que eu chego falando mal no anime).

Mas devo admitir que ela tem um papel importante: de fazer com que Kyou não amará outra pessoa, igual está acontecendo em sua vida com Tohru. É claro que Kaguya já havia percebido, mas precisava colocar as coisas às claras para tirar um peso enorme dos seus ombros.

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Até então, Tohru pensava que Akito fazia parte dos animais dos doze signos. Isso até então conhecer a verdadeira face do deus. Na verdade, ela já tinha se machucado nas mãos dessa pessoa tão influente. Não haviam conversado tanto. Não haviam nem se tocado. Apenas o fato de ter atacado Yuki no colégio fez com que a menina percebesse o perigo.

Apesar de tudo, Tohru até achou maravilhoso que Akito tenha chamado o gato para poder conversar. Não chegou a ser bem ingenuidade da menina, porém o fato de ver o Kyou incluído em algo da família a fez enxergar que talvez ele pudesse ter alguma chance de ser feliz. Mas agora ela vê que felicidade é algo abstrato, até mesmo para a família Souma.

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É óbvio que o gato nunca poderá fazer parte dos animais dos 12 signos chineses. Desde o conto contado durante anos, isso é mostrado claramente: esse animal, além de ser enganado pelo rato, jamais será parte desse grupo. Mas Akito acredita que poderá enganá-lo outra vez.

O gato, que tanto insiste em ganhar do rato para não ser confinado e é transformado em chacota em alguns episódios por causa de disputas internas. O gato, que foi maltratado a ponto de ser chamado de monstro. O gato, que agora mostra claramente que tem sentimentos profundos por certa pessoa.

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Parece que o plano de Akito de desgraçar a vida de todos, uma por vez, não vai ser totalmente concretizado. O macaco, o serpente e a javali não foram à viagem. Kaguya já recebeu a notícia de que o deus dos doze estava lá a convite do cão, e Isuzu (Rin) foi para lá de teimosia.

A pessoa que mais está se divertindo com tudo o que está acontecendo, além de Akito, é Shigure. Parece que ele quer que as cartas sejam postas na mesa para que haja a queda do “rei”. A falsidade do cão está mais que óbvia, embora Hatori esteja fingindo que nada está acontecendo para se livrar de um desgaste.

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Poderiam ser apenas mais um dia normal de uma viagem à praia. Apesar do comentário infeliz de Hiro sobre Tohru com sua mãe e dela ficar achando que a palavra “mãe” é proibida em diversos sentidos porque pensou que seria ruim falar de alguém amoroso enquanto não sabia de nada da família dos outros, tudo ficaria simplesmente normal.

O problema mesmo foi Shigure ter tido a “excelente” ideia de falar com Akito sobre a viagem à praia, como se os possuídos pelos doze signos já não tivessem problemas o suficiente para enfrentar por causa desse ser. Mas o deus nessa viagem pode ser uma coisa boa, e talvez o cachorro não seja tão ardiloso quanto parece ser.

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