Elena é a verdadeira heroína desse anime e não a Clair, mas você ainda não está pronto para essa conversa, até porque nem eu estou, apesar de achar que em algum momento (seja ainda no anime ou só no mangá) possa ser coerente afirmar isso daí. A verdade é que muito convenientemente o Shuichi não recuperou memória de porcaria nenhuma, mas, em compensação, ainda assim, foi um bom episódio, deu parar tirar alguma coisa dele.

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O título também poderia ser “Poder tirado do c*”, mas aí eu estaria sendo deselegante. O fato é que uma possível cena de ciúmes da Clair ficou para depois (ela confia muito no Shuichi, então talvez nem role), pois o que o anime fez foi apresentar o órfão(?) Subaru (pensava que era garota, o design não ajudou) e esfregar na nossa cara que ele é importante. Mas teve coisa mais importante rolando, comentarei esse e outros pontos agora!

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Todos temos segredos, tentar anular isso me parece fadado ao fracasso, mas será que a lésbica Sayaka conseguirá fazer isso? Eu sei que ser lésbica é irrelevante, é só que ela ser “desconfiada” me parece ter ficado implícito e usar o adjetivo “safada” não é como eu gosto de apresentar alguém. Enfim, o Shuichi e a Clair entraram para o grupo dos fracos, o que essa aliança trará de bom e de ruim para nossos heróis? É hora de Gleipnir no Anime21!

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E quem diria que o dono das moedas é um alien mesmo? E quem diria que a Clair realmente gosta do Shuuichi? E quem diria que no episódio quatro muita coisa seria explicada, mas eu continuaria com a impressão de que nem tudo foi dito, ou melhor, algumas coisas foram distorcidas? Gleipnir continua legal, apesar da irmã da Clair ser uma yandere e de yanderes não serem legais.

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Gleipnir continua divertido, a trama está “clareando” e o que eu imaginava se concretizou. Contudo, não esperava que as irmãs se reencontrassem tão cedo, mas ainda espero que não se entendam tão fácil.

O anime precisa do conflito entre as duas e do que a irmã mais velha tende a revelar para ir se desnudando, ou entrando em um maio escolar. Qualquer que seja a opção, aposto que os otakus não vão achar ruim.

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Sinto que Gleipnir teria tido uma estreia ainda melhor se os dois primeiros episódios tivessem saído juntos, pois esse segundo ato finaliza muito bem a apresentação da obra e se não revela todos os seus mistérios, abre caminho para isso.

Shuuichi e Aoi selam sua união “pitoresca” com um assassinato, como isso não poderia ser excitante?

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Gleipnir me lembrou Tokyo Ghoul e até que esse é um bom sinal. O anime deve ser uma mistura de ação com horror e uma pitada de mistério e ecchi, se equilibrando entre momentos introspectivos e momentos mais “viscerais”. A diferença para o gore citado é que a trama parece que se desenrolará em torno de um jogo e a produção técnica da estreia foi bem acima da média (Tokyo Ghoul só chegava a tanto em trechos pontuais).

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