Uma das coisas que me encantaram na primeira temporada de “Kaguya-sama wa Kokurasetai” foi o quão divertido o anime conseguia ser, utilizando de recursos tão diversos para sua comédia, como seus tão icônicos jogos psicológicos. E por esse motivo a única coisa que eu esperava dessa temporada era diversão, apenas isso. E ela conseguiu me surpreender, foi muito mais divertido do que eu esperava.

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O Ishigami não vinha aparecendo muito nessa temporada. De início não se viu nem sinal de Ishigami, mas pouco a pouco ele foi aparecendo aqui e ali. Ainda assim, em nada que se destacasse. É claro, isso em uma temporada onde o Shirogane e a Kaguya brilharam, além da Iino que foi capaz de deixar a sua marca. Porém, o Ishigami conseguiu a proeza de virar o jogo em um único episódio.

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Esse foi um exemplo de como fazer um episódio de qualidade enquanto consegue dar atenção para praticamente todos os personagens. E ainda assim, um nome conseguiu se destacar, e esse nome é “Shirogane”. Sim, estou falando da família toda. Um nome, uma família, e tudo num só episódio.

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Esse episódio já começou com a Iino, que continua sendo uma “sortuda” em escolher os melhores momentos para visitar o conselho estudantil. Miko entrou no conselho estudantil. Miko quer sair do conselho estudantil. Se alguém tinha dúvidas que ela seria uma grande personagem, duvido que ainda tenha. Toda vez que a criaturinha aparece ela brilha.

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Que o amor é algo perigoso o título “Love is War” já deixa bem claro, e como bem se sabe por aqui, quem se apaixona perde. Nada como um diagnóstico de um especialista, e lá está, a verdade que já não pode ser negada. Seria um sinal que essa guerra está chegando ao fim? Talvez não tão cedo, mas que ela é uma guerra perigosa, a isso é.

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O anime já começou o episódio falando sobre um tema inesperado, foi sobre… roupas íntimas. É, isso mesmo. Tenho que dar um destaque em como o autor é criativo, esse episódio inteiro foi uma prova disso. Foi uma mostra de como um bom roteiro consegue desenrolar algo engraçado usando de qualquer coisa, seja isso roupas íntimas, uma simples massagem nas mãos ou uma elaborada sátira a um certo gênero e seus clichês.

Nunca pensei que usaria um título e uma capa como essas que vocês veem. Só poderia ser “Love is War” para aprontar uma dessas mesmo.

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Esse episódio focou nas eleições para a presidência do conselho estudantil, e aqui mesmo finalizou esse arco. Aliás, esse arco até que durou bastante, e soube se estender de maneira natural. Além de ser muito interessante, foi graças a esse arco que novos personagens surgiram. E bem, no final do episódio, de certo modo, não tem como dizer que não temos um novo conselho estudantil.

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É incrível como “Kaguya-sama: Love is War” consegue manter o nível, semana a semana, sem decair. Nesse episódio, tivemos três histórias que não possuem uma sequência narrativa coerente entre uma e outra, assim como vista em episódios passados, mas cada uma consegue se destacar de sua própria maneira.

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Não é de agora que “Kaguya-sama” vem arrastando esse romance, mas então, será que finalmente essa guerra acabou? Bem, não tem como reclamar que não teve chance disso acontecer. Além disso, não foi somente a Kaguya quem entrou nessa guerra chamada amor, e por isso mesmo vamos começar falando da Hayasaka.

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