O anime continua na mesma pegada, agora começando um novo arco que promete ser centrado na família Tsukiyama, o que representa um certo alinhamento narrativo similar ao do mangá – um arco principal em três volumes e o segundo do quarto em diante –, a diferença é que no primeiro anime inverteram a ordem do arco da Hinami e do arco do Gourmet. Hinami essa que se encontra presa por ter ficado para trás para salvar seu Onii-chan e Gourmet que bem, é sobre ele que eu vou falar agora.

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Para um leitor do mangá que é fã de carteirinha da obra – é o meu caso – esse deve ter sido o melhor episódio até agora, mas a falta de ação nele “mascara” sua deficiência nesse quesito e quanto ao resto, bem, adaptar uma boa história torna tudo mais fácil mesmo que a direção seja no máximo mediana – raramente entregando algo acima da média. Enfim, vamos revisitar um passado presente?

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Não, as cenas de ação não melhoraram tanto assim, os personagens rasos não foram aprofundados ainda – mesmo tendo tido momentos mais interessantes – e os acontecimentos não fugiram do previsível; então por que esse foi o melhor episódio do anime até aqui? É disso que vou falar agora!

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O título do artigo é basicamente o que foi esse episódio, nada tão diferente assim do anterior, sendo que foi exatamente nisso que ele pecou, pois apresentou lutas que em sua maioria ficaram aquém do que elas poderiam ser – apesar de aqui e acolá terem uns momentos melhorzinhos – e omitiu informações necessárias que deveriam ser dadas – isso que dá correr com a adaptação.

Repito, talvez o maior erro desse anime seja – ao menos até agora – ser apenas um checkpoint do mangá feito para agradar seus fãs – que já leram e lembram dos pormenores da obra –, o que deixa diversos detalhes, de certa forma, jogados e que, se somados a ação meia boca, tornam o anime no máximo razoável.

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Você já se imaginou como uma mercadoria? Já pensou no quanto pagariam por você em um leilão? Se você ainda não fez isso pode se questionar após assistir esse episódio de Tokyo Ghoul:re porque na Tokyo da obra ghouls capturam humanos e os usam de diversas formas – lembram do restaurante ghoul do primeiro anime? – a fim de satisfazer os seus desejos mais sórdidos. Contudo, a CCG existe para exterminar ghouls e depois salvar as pessoas? Nesse caso a ordem dos fatores altera o produto?

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Esse episódio de Tokyo Ghoul:re adaptou a maior parte do capítulo 10 – que não havia sido adaptada no finalzinho do episódio anterior – até o 16, cortando algumas partes que poderiam ser cortadas e outras nem tanto, mas mantendo qualidade e objetividade – o necessário para um anime que deve adaptar no mínimo 6 volumes do original. Vamos nos juntar a “Sasako” na pista de dança dos ghouls!

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Esse segundo episódio fecha com um momento bastante simbólico para quem acompanha o mangá e, apesar de não ter sido tão bom quanto o outro – mesmo que adaptando apenas pouco mais de três capítulos, tendo assim um ritmo mais lento –, foi justamente o seu belo final que compensou um pouco. De uma investigação a outra, do presente a um passado obscuro, o que será de Haise Sasaki?

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