Desculpa o spoiler na capa e no título, mas tem coisa mais certa em anime clichê que isso? Yesterday wo Utatte tenta disfarçar, mas é bastante clichê e seu final não foi ruim, mas também poderia ter sido outro patamar, coisa que o anime não foi. O namoro que deveria acabar acabou, o namoro que deveria começar começou, teve gente que se formou, gente que subiu na carreira e você, que vai ler este artigo, vamos seguir em frente?

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Yesterday wo Utatte é minha maior decepção até agora na temporada de primavera de 2020. E por que escrevo isso? Porque o anime vai ter 12 e não 18 episódios como a produção não desmentiu até recentemente? Ou será que é porque assim o desenrolar da trama, e qualquer desfecho provável, não faz muito sentido? A verdade é que se soubesse de antemão acho que teria sido menos leniente. Sem mais delongas, vamos nos decepcionar!

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Então é natal, e o que você fez? A Haru não fez nada, o resto até mandou bem. A verdade é que esse episódio foi bem gostosinho de se assistir, mas me decepcionou um pouco. Contudo, o comum não é que as pessoas traiam suas expectativas às vezes? Sendo assim, não me desanimo, mas fico receoso de manter esse discurso por mais tempo, de seguir reclamando que falta “ação” no anime. Sem mais delongas, vamos de Haru mamãe noel?

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Shinako trollou ou surpreendeu um total de zero pessoas? Acho que nem um nem outro, mas é unanimidade que ela é uma idiota, né? Daquelas que só o amor pode criar. Não que esteja apaixonada, mas é até por isso que é uma boba, e também uma fofa. Por outro lado, a Haru segue sua jornada de sofrimento, quase que gritando “me nota senpai” no meio da rua. Já o Rikuo pensa mais na foto perfeita que em alguém para fotografar.

Todos estão vivendo suas vidas, se focando em coisas diversas. O Rou mesmo, esse já mais esquecidinho, só apareceu no final após um árduo dia batalhando por um de seus objetivos na vida. O Rikou caiu fora da loja de conveniência para fazer o mesmo e as moças, bem, só eu tenho a impressão de que as mulheres se deixam afetar mais pelo amor? Foi a impressão que o episódio passou, assim como passou a impressão de que foi bom.

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Yesterday continua excelente, pois, ainda que esses dois últimos episódios tenham me parecido “estímulos” um tanto quanto forçados, segue apresentando personagens interessantes e tem avançado em sua história. Além disso, os dois últimos episódios foram similares, mas se distinguiram quanto a abordagem e a quem o estímulo mais atingiu. Oh, I believe in Yesterday…

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Que o Rikuo é um cara deplorável todo mundo já sabia, que sentia ciúmes da Haru ainda não, o que pode parecer sacana da parte dele por gostar da Shinako, mas, vamos ser honestos aqui, não é fácil ser a melhor pessoa do mundo quando você gosta de alguém e alguém gosta de você, mas não se trata da mesma pessoa, né. Não que esteja querendo defendê-lo, é que ser vacilão como ele é algo bastante humano, e por que não comum?

A inserção de um quinto personagem a essa história de encontros e desencontros amorosos foi útil para movimentar a trama, mas, por outro lado, também me incomodou e mais abaixo vou explicar porquê. Ainda assim o episódio foi ótimo, entregando um olhar mais atencioso com a Haru, o que eu imagino que o público esperava após sucessivos episódios com maior enfoque em outros personagens. Enfim, é hora Sing “Yesterday” for me!

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Não é todo episódio que vai ter uma sequência de cena marcantes, mesmo esse tendo tido ótimos momentos dramáticos, então espero que você esteja preparado para o ritmo do anime, cadenciado em sua maior parte.

Se o primeiro episódio foi do Rikuo, o segundo da Shinako e o terceiro da Haru, então nada mais natural o quarto ser da última ponta do “quadrado mágico.” Todos já nos encontramos em uma encruzilhada na vida, e você, seguiu em frente?

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Acho que é perda de tempo tentar definir ou rotular o que é o amor, mas o que é a vida senão uma constante perda de tempo? Esse artigo mesmo não tem necessidade de ser escrito, mas mesmo assim eu insisto e você que lê é uma espécie de combustível. Isso é um sinal de amor, e amor não precisa de razão para ser, inclusive o amor romântico que sei que é o objetivo do questionamento no título.

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