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Começaram os encerramentos! Por enquanto só dois que não deixarão saudade, mas semana que vem deve haver uma enxurrada de encerramentos. A média dos animes que eu acompanho com artigos melhorou bastante, mas no geral não teve quase nada muito impressionante essa semana, foi bem mediana. Curiosidade: percebi que nunca havia usado uma imagem de Fate/Stay Night para ilustrar esses artigos, e isso acontece porque vários deles saíram no mesmo dia que artigos sobre o anime. Bom, hoje saiu artigo sobre Fate, mas decidi usar uma imagem dele no saldo mesmo assim, só para variar um pouco e sem precisar usar imagens de animes que foram ruins essa semana.


Anime21 Diário

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17 – Terraformars, episódios 11 e 12

Não vale a pena comentar, mantenho o texto tampão aqui só para não ficar vazio. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Cras nibh lacus, aliquet quis metus a, mattis sodales felis. Nullam porttitor ex a nibh dignissim malesuada. Quisque tristique ligula metus, non mollis nibh dapibus sit amet. Etiam sit amet efficitur est. Nulla facilisi. Mauris mauris velit, viverra ut semper ac, fermentum non quam. Quisque pulvinar dictum ipsum, sit amet posuere mi luctus ac. Proin vestibulum sit amet nisi eu gravida. Vivamus ullamcorper lorem at metus aliquam, vitae facilisis diam elementum. Maecenas vel fermentum massa, eget consectetur ipsum. Aenean volutpat nec metus in sagittis. Phasellus molestie, turpis in ullamcorper ultrices, mauris mi blandit arcu, vitae efficitur justo nibh quis est.

16 – Hitsugi no Chaika – Avenging Battle, episódio 10 (final)

Acabou Chaika! E que pena, não era nada incrível, mas tinha bem mais potencial do que isso. A primeira temporada não foi especialmente boa, mas foi um anime divertido de assistir, com um bom número de mistérios e combates razoáveis. Os protagonistas evoluíram um pouco (bem pouco), o Alveric também e isso tinha potencial. Mas a segunda temporada foi um festival de clichês, jogaram fora o clima de mistério cuidadosamente construído na primeira, Chaika rapidamente descobriu a verdade e parou de evoluir, o Tohru virou uma caricatura de si mesmo, a Fredrica se consolidou como o personagem superpoderoso mais inútil do ano, e eu poderia continuar falando sobre tudo o que deu errado, mas acho que não preciso. Qualquer um que tenha assistido o último episódio deve entender do que eu falo. A quantidade de absurdos nele foi tamanha que não pude evitar rir. O ápice foi quando a Niva simplesmente abandonou o Imperador Gaz, ressuscitado com pompa e circunstância e criador dela própria, e se uniu a Chaika, que disparou contra um imperador invencível que não se deu ao trabalho de desviar e morreu de uma vez por todas. Hitsugi no Chaika me divertiu na primeira temporada e em alguns momentos nessa segunda, mas se encerra de forma melancólica acima apenas de um anime que mais parece uma propaganda de si mesmo, gastando a temporada inteira apresentando os personagens (a maioria já mortos) sem avançar um dia na história.

15 – Shigatsu wa Kimi no Uso, episódio 10

Leia o artigo sobre esse episódio.

Teria sido apenas um episódio mediano, o que para uma série que até agora só vem tendo episódios muito bons ou episódios muito ruins seria um tipo de evolução. Bom, talvez não, o violino fantasma tocando ao fundo do piano do Kousei e a paranormalidade da Igawa me incomodaram bastante, mas vá lá. O que destruiu o episódio foi um sorriso no final. Por algum motivo a mãe morta do Kousei resolveu sorrir ao ver o filho fazer aquilo que sempre foi motivo para que ela o espancasse. Como essa é uma série sobre um trauma, e não sobre fantasmas, essa cena serve para representar o Kousei começando a superar seu trauma, mas é apenas ridículo sugerir que isso seja assim tão fácil e pior ainda associar isso a própria figura responsável pelo trauma em primeiro lugar.

14 – Psycho-Pass 2, episódio 10

Leia o artigo sobre esse episódio.

Mais shenanigans do Kamui, mais maldade do Togane, mais tirania de Sybil, mais comportamento patético da Shimotsuki, menos Psycho-Pass.

13 – Cross Ange, episódio 10

Leia o artigo sobre esse episódio.

Esse foi um episódio com um enredo razoável, se tivesse sido bem executado teria sido bom. Mas Cross Ange tem que ser Cross Ange. A princesa agora quer destruir o mundo, o que é ridículo mas na situação que ela está é compreensível e pode render uma boa história. Mas de novo, isso é Cross Ange, então não espere boas histórias.

12 – Akame ga Kill!, episódios 23 e 24 (final)

A tortura acabou! Eu reconheceria a coragem dos criadores desse anime em matar o protagonista não no último, mas no penúltimo episódio, mas tendo em vista que foi um final original para uma série baseada em um mangá que já cumpriu seu dever de alavancar-lhe as vendas não creio que tenha havido coragem alguma, foi só uma dose extra de apelação. E no último episódio a batalha que todos queriam ver (menos eu) finalmente acontece, com a heroína previsivelmente vencendo. Por que não mataram ela também? Mataram todo mundo, sei lá. A ideia de Akame ga Kill não é ruim: um estado autoritário que tiraniza seu próprio povo para o bem pessoal de sua elite. Não é original, mas é um tema importante considerando a quantidade de pessoas que realmente vivem sob essas condições no mundo. Mas tudo é tão caricato, tão sem nuances, que é difícil estabelecer qualquer paralelo entre Akame ga Kill e o mundo real. Existem ou existiram líderes fantoches como o menino-imperador? Sim! Existem canalhas manipuladores como o primeiro-ministro Honest? Sim! Mas nem os primeiros são tão inocentes nem os últimos são tão burros. Coisas semelhantes podem ser ditas sobre os heróis e sobre praticamente qualquer personagem do anime. No final, era tudo só pretexto para fazer correr sangue, faltaram razões reais críveis. Como pornografia que tenta ter uma historinha para justificar porque aquelas pessoas foram fazer loucuras na cama (ou em qualquer outro lugar…), Akame ga Kill tenta ter uma historinha para justificar porque seus personagens se matam loucamente.

11 – Ookami Shoujo to Kuro Ouji, episódio 11

Surge a irmã do Kyoya, e ela é ainda pior do que ele. Longe de explicar porque o Kyoya é assim, isso torna o comportamento dele ainda mais ridículo. Mas agora ele mudou, né? Ainda não entendi quando exatamente nem porquê, mas ele mudou. Só que sua irmã não acredita, o que irrita a Erika que então levanta a voz contra a cunhada para defendê-lo. Como nunca engoli esse romance desde o começo para mim essa história toda é no máximo entediante. O Kyoya ainda não se mostrou arrependido muito menos se desculpou por tudo o que ele fez para a Erika.

10 – Akatsuki no Yona, episódio 10

Um interminável episódio expositivo sobre o Dragão Branco. O ponto “alto” do episódio foi o atrito entre ele e o Hak por causa da princesa. Não foi um episódio horrível, mas não foi bom, e só chegou a décimo porque o que está abaixo dele consegue ser pior.

9 – Inou Battle wa Nichijou-kei no Naka de, episódios 8 à 10

Finalmente entendi do que se trata esse anime. Bom, é um harém, mas tenho impressão que isso não estava claro no começo, pelo menos não vejo muitos amantes de harém comentando sobre Inou Battle por aí. Enfim, retomando o anime descobri que os poderes não vieram do nada: fadas entediadas deram esses poderes para seres-humanos lutarem e competirem para elas assistirem e apostarem. Danadinhas essas fadas hein. Por que os protagonistas não sabem disso? Não sei. Me parece que um outro time de humanos super-poderosos pediu para que eles sejam mantidos na ignorância para protegê-los. Mas protegê-los de quê? Quero dizer, mesmo que morram em batalha, os humanos depois voltam ao normal, sem poderes e sem memórias de terem tido eles. Mas ah, para um harém está bem acima da média. O protagonista nem é um covarde sem personalidade (o que não quer dizer que eu goste da personalidade dele).

8 – Amagi Brilliant Park, episódio 10

Um jogo de futebol no estádio nunca antes usado é o trunfo final para salvar o parque! Conseguem lotar o estádio mas ainda faltam mais de 200 pessoas para cumprir a meta e menos de 3 horas até o final do prazo. Temo que não irão conseguir e estou curioso para ver como irão se virar depois. Resenha curta porque foi um episódio bastante direto, realmente não há muito o que dizer sobre ele.

7 – Gugure! Kokkuri-san, episódio 11

Os espíritos que assombram Kohina viram bebês! Foi um episódio engraçado, mas Gugure já conseguiu mais do que isso. O próximo episódio será o último, estou ansioso e ficarei frustrado se a Kohina terminar da mesma forma como começou.

6 – Selector Spread WIXOSS, episódio 11

Yuzuki fica surpresa que Hanayo tenha beijado seu irmão. Porque, bom, ela é quem queria beijar o próprio irmão gêmeo (prêmio perversão do ano). E eu fico surpreso que ele tenha descoberto isso e depois de um breve momento de confusão tenha voltado a ser o mesmo Kazuki calmo e racional de sempre, até mesmo ajudando as garotas a resolver o mistério sobre Mayu. De alguma forma Tama consegue transformar Ruko em uma garota-eterna à distância com ajuda de Iona (não quero começar a chamá-la de Yuki no final da série), mas Mayu não quer saber de conversa. Iona está desaparecendo porque a Iona de verdade voltou para o corpo dela, Tama continua presa e Ruko está desesperadamente procurando-a quando descobrem que Mayu já morreu (antes ela do que eu), o que significa que WIXOSS desde o começo era uma história de terror. É uma pena, porque com a execução e o roteiro certos realmente poderia ter sido uma boa história de terror. Não sei se acaba em um ou dois episódios.

5 – Sanzoku no Musume Ronja, episódio 10

Leia o artigo sobre esse episódio.

Já falei muito sobre como esse episódio teria sido muito melhor se fosse fundido ao episódio anterior, com as gorduras removidas. O terror que Ronja sente é real, mas a má execução não conseguiu aproveitá-lo ao máximo. A garota e Birk fazem um juramento de irmandade e ela acorda ardendo em febre no dia seguinte por ter passado tanto tempo no gelo. Estou gostando dessa menina, ela está carregando o anime quase nas costas, muito bom personagem.

4 – Fate/Stay Night Unlimited Blade Works, episódio 10

Leia o artigo sobre esse episódio.

A temporada está acabando mas Fate/Stay Night é split-cour, irá retornar em abril, e não parece nem um pouco preocupado com aumentar a quantidade de adversários. Lancer está por aí, Berserker está por aí, Rider morreu mas o Shinji conseguiu um servo novinho em folha, e nesse episódio Rin e Shirou tentaram eliminar pelo menos a Caster, mas foram muito incompetentes em fazê-lo e eles é que quase acabam eliminados. Se eu for apostar, creio que terão sua revanche e derrotarão Caster como encerramento dessa temporada (ou talvez cortem de forma irritante bem no meio da batalha) e vai ficar por isso mesmo. A próxima pelo menos terá que acelerar nos combates.

3 – Garo: Honoo no Kokuin, episódio 11

German luta contra Bernardo e o derrota, mas não sem antes descobrir porque o ex-amigo que certa vez desistiu da própria vida para salvá-lo havia se bandeado para o mal. E essa é a diferença entre uma história bem escrita e um Akame ga Kill: Bernardo cometeu crimes e terá que pagar por eles sim, mas ele não é uma caricatura. Ele passou por uma terrível provação e acabou sucumbindo, ironicamente para salvar o próprio German e Anna, futura mãe de Leon. Do lado do Mendoza, parece que ele ficou esses anos todos sacrificando pessoas para invocar o pior dos horrores, e os heróis o encontram convenientemente no momento em que seu plano é concretizado.

2 – Shingeki no Bahamut, episódio 9

Leia o artigo sobre esse episódio.

Em termos de ação Bahamut continua devendo, tendo esse episódio se concentrado em transmitir mais informações para os protagonistas. E agora Favaro terá que tomar uma decisão difícil. No castelo, Joana D’Arc foi presa e está resistindo às tentações de Martinet enquanto aguarda sua execução pública, para a qual Baco comparece, e acredito que ele será de suma importância para libertar a santa guerreira. O destino do mundo pode estar nos ombros de Favaro, mas ele não está e não estará sozinho.

1 – Kiseijuu, episódio 11

Leia o artigo sobre esse episódio.

Enquanto os parasitas começam a se adaptar mais e a se misturar melhor à sociedade humana (alguns possivelmente com interesses ulteriores), Shinichi consegue melhorar sua relação com Murano. Mas a garota ainda está cheia de dúvidas sobre ele, apenas escondendo-as melhor e evitando criar atrito. Ao fim e ao cabo, é Murano quem ainda não está pronta para amadurecer e levar essa relação adiante. Kana percebe isso e mantém esperanças, mas de fato ela não tem chance nenhuma, embora o Shinichi enxergue ela como alguém em quem pode confiar, simplesmente porque ela é capaz de sentir a presença de parasitas. Ele está sendo um pouco precipitado, e somando isso com o senso de dever que ele sente em relação ao que parasitas fazem ao seu redor e sua necessidade de proteger as pessoas próximas a ele estão dadas todas as condições para criar mais situações que acabarão em mal-entendido com Murano. O mundo de Shinichi está em mudança acelerada, e a paz que ele vive agora é mais fina que os fios de cabelo que as pessoas arrancam aleatoriamente umas das outras para detectar parasitas.

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