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Fica brega eu usar uma imagem assim para ilustrar o artigo? É um formato parecido com o que eu já tenho usado para artigos especiais como guias e impressões finais, além do post só no facebook catalogando os artigos publicados durante a semana (que é novidade também). Aliás (deixa para propaganda), você já curtiu o anime21 no facebook? Dá uma curtida lá, hehe. Outra novidade da semana é uma editora nova (Myunna) que vai escrever sobre Seraph of the end. O primeiro artigo, sobre os episódios 2 e 3, foi ao ar no sábado. Dá uma lida lá também!

Essa semana assisti 23 episódios de 20 animes diferentes, e vou agrupar os episódios por anime nessa classificação, fazendo uma média entre os episódios assistidos de um mesmo anime nos casos aplicáveis. Antes eu raramente fazia isso, o que resultava com o tempo em uma lista que incluía episódios que haviam ido ao ar mais de uma semana atrás, agora quando eu assistir mais de um episódio de um mesmo anime e houver unidade suficiente entre eles irei incluir em uma mesma classificação para agilizar. Facilita para ter menos sobras e animes de fora no último semanal também, quando a temporada acabar. Só não farei isso quando forem episódios muito diferentes, seja em temática seja em qualidade. Desse modo, a classificação dessa semana ficou assim:

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20 – Denpa Kyoushi, episódio 4

É tudo tão constrangedor. Fosse um anime escolar normal tudo bem, seria apenas ruim. Mas o protagonista é um professor e ele é o maior incentivador de tudo o que há de pior nesse anime. Maids têm que ser respeitadas? É verdade, como qualquer outro trabalhador. Mas ele não se importa com qualquer outro trabalhador, ele só se importa com maids e dubladoras e idols e outros profissionais da linha de frente da indústria de entretenimento voltada especificamente para o público otaku. Se quiser, esse é um anime “Otaku Power”, o que faria sentido se fosse necessário. Mas onde estão as hostes da intolerância oprimindo os otakus? Alguém viu? Você aí, levantou a mão? Não? Pois é, não tem ninguém. Sabe por quê? Porque exceto quando realmente merecem (incentivo velado à pedofilia e outras parafilias condenáveis, consumismo sem sentido, estilo de vida egoísta que prejudica todos ao redor), otakus não são criticados. Quer gostar de desenhos? De mangás? Sério, ninguém liga. Então essa posição de “defesa da cultura otaku”, como se ela estivesse sob qualquer risco, soa ridícula (e é ridícula). Quando vai ser o episódio que ele vai defender bisbilhotar meninas no vestiário?

19 – Gunslinger Stratos, episódio 3

Depois de um episódio sem ação e chato, um episódio com ação e chato. Os personagens são todos sem graça, subdesenvolvidos e simplórios, e a história não me anima. Matar a loli foi um golpe apelativo que de todo modo não melhorou o episódio.

18 – Fate/Stay Night Unlimited Blade Works, episódio 15

Leia o meu artigo sobre esse episódio.

Eu esperava muito mais combate e que ele fosse muito mais épico em um episódio chamado “Um combate épico”.

17 – Triage X, episódio 3

Se você quer saber como criar suspense, como manter a identidade secreta de um personagem oculta de seu público, Triage X pode te ajudar com isso: esse episódio ensinou perfeitamente como NÃO fazer. Claro, claro, foi proposital. Mas por quê? É “melhor” entregar o ouro de cara por qual razão?

16 – Show by Rock!!, episódios 2 e 3

No segundo episódio a agência da Plasmagica é apresentada, a outra banda dela também, os Shingencrimsons (ou algo assim), uma boy band j-pop também, e eles são chatos como esperado, exceto pelo líder, e a música é escutável. O porque da Cyan estar ali é revelado também e o que ela terá que fazer, e deu para entender um pouco melhor a própria protagonista. Não foi um episódio bom, mas foi mais tolerável que o primeiro. Já o terceiro é bem interessante. Com um anime sobre ídolos (e Show by Rock é isso) dá para abordar uma série de temas como esforço, crescimento pessoal, confiança em si mesmo e em seus amigos, trabalho em equipe, entre outros. O problema é que indústria de ídolos de verdade é um lugar bem menos bonito do que o retratado na maioria dos animes do gênero e isso me incomoda. Mas Show by Rock resolve esse problema contando sua história em um mundo fantástico – que tem também vários dos lados negros da indústria do entretenimento do nosso mundo, o anime não tenta esconder, mas faz críticas interessantes que em um cenário mais realista não poderiam ser feitas porque não soariam verossímil.

15 – Plastic Memories, episódio 3

Leia o meu artigo sobre esse episódio.

Teria sido um episódio bem melhor se tivesse explorado mais o Dilema do Ouriço de forma séria e tivesse menos piadas de situação com o Tsukasa tentando e fracassando repetidas vezes se aproximar de Isla. Mesmo que o objetivo não fosse dar uma conclusão satisfatória para o problema, tê-lo visto tratado com mais respeito teria sido muito melhor. Além disso, a tristeza da Isla parece maior do que uma tristeza normal, mais que um simples sentimento, o comportamento dela provavelmente é o de uma pessoa com depressão, o que levanta a questão sobre a fisiologia dos giftias. Depressão em seres humanos (e em animais) não é apenas tristeza profunda, não é só um sentimento exacerbado, é uma condição de desequilíbrio químico do cérebro, uma doença. O que quero dizer é que um robô não pode ter depressão como a depressão humana da mesma forma como ele não pode ter gripe, pois ambos são condições patológicas específicas do organismo humano. O que então Isla está sentindo? Ou será que Plastic Memories acha que depressão é só muita tristeza?

14 – Punch Line, episódio 2

Não me arrancou gargalhadas, mas foi um episódio bastante engraçado – mais ou menos o que eu esperava quando decidi assistir Punch Line no começo da temporada. Baixou muito o tom das piadas de calcinhas e não perdeu tempo com a sequência de destruição do mundo, que ficou apenas implícita. Os relacionamentos entre os personagens bizarros que habitam a pensão e seus problemas começam a parecer interessantes e todos de alguma forma ligados ao protagonista. Não foi grande coisa, mas eu gostei.

13 – Ghost in the Shell: Arise – Alternative Architecture, episódio 3

Foi um episódio legal. Quero dizer, Ghost in the Shell tem tantos e tão complicados personagens, então um flashback bem feito é sempre legal. O que não quer dizer que seja mais fácil de entender que os episódios normais. E o problema é esse, é tanta informação de um mundo fictício tão complexo e com tantos personagens e organizações envolvidas que eu levo mais tempo entendendo do que aproveitando o episódio. Estou gostando sim, mas é como eu gosto, sei lá, de matemática. Eu preciso estudar para entender, e só me sinto feliz e realizado depois que entendo. Agora, o anime é bonito e tem algumas cenas muito boas por si só, então acho que me divirto mais do que com páginas áridas de um livro acadêmico, mas mesmo assim acho que eu precisaria de um ciber-cérebro como os de Ghost in the Shell para entender mais rápido e ter mais tempo disponível para apenas me divertir.

12 – Kyoukai no Rinne, episódio 3

Leia o artigo da Lidiane sobre esse episódio.

Sem perder o humor ou mudar o ritmo da história, Rinne conta parte importante do passado do protagonista Rokudou e acrescenta mais um personagem que fará parte do núcleo principal, o gato preto sobrenatural Rokumon.

11 – Cavaleiros do Zodíaco: Soul of Gold, episódio 2

Leia o meu artigo sobre esse episódio.

Mu, Aldebaran e Dohko aparecem nesse episódio. Ver os cavaleiros de ouro em ação é empolgante ainda, mesmo que a animação em si seja bem fraca. Não sei se o problema é orçamento ou tempo limitado para desenvolver a história. Imagino que combates de episódio inteiro teriam sido muito bons, mas não dá para fazer isso com tão poucos episódios. Mais do que na história em si, que é bem simples (“há algo maligno crescendo dentro de Yggdrasil”), a motivação dos cavaleiros de ouro é que está movendo o anime. Por que eles lutam? Não foi Atena que os mandou lá, eles deveriam lutar?

10 – Arslan Senki, episódio 3

Leia o meu artigo sobre esse episódio.

O episódio 3 é apenas conclusão do que começou no episódio 2, e se eu tenho certeza de uma coisa é que Andrágoras III não fará falta nenhuma para Pars.

9 – Etotama, episódio 2

Como assim alguém MORRE em Etotama? O humor dele é tão bobo quase o tempo todo, e as garotas-signos são todas tão divertidas e algumas até adoráveis. E a Uri-tan (javali) morreu para salvar a Nya-tan da Chu-tan (rato)? Bom, algumas coisas importantes: o gato (a Nya-tan) ressuscitou se o que a Chu-tan diz é verdade, então isso pode explicar sua amnésia, embora isso pareça um choque para a garota rato. A Nya-tan tem um momento de déjà vu quando fala a mesma coisa que a Uri-tan e ao mesmo tempo, e o Takeru diz que ela deve ter feito isso antes com um amigo. A Chu-tan odeia tanto a Nya-tan e faz tanta questão que ela se lembre de algo que esqueceu que vou chutar aqui que elas eram amigas e o gato traiu o rato antes de ser traído em troca na corrida para definir os doze signos. E a Uri-tan, que falou junto com a Nya-tan, foi quem admitiu ser amiga da Nya-tan e por causa disso interveio na luta entre o gato e o rato – e morreu. Em defesa da Chu-tan ela não matou a javali de propósito. Mas wow, a Uri-tan morreu. Será que vai continuar morta? Quero dizer, para o nível do humor de Etotama não seria de estranhar que ela aparecesse viva já no próximo episódio. Por outro lado a Nya-tan já esteve morta antes e permaneceu assim por um bom tempo, o suficiente para a Chu-tan se impressionar que ela esteja viva agora. De um jeito ou de outro, estou chocado.

8 – JoJo’s Bizarre Adventure – Stardust Crusaders, episódio 40

Eu até fiquei com vontade de jogar esse jogo de corrida. Mentira, não fiquei tanto assim, ele parece bastante divertido mas sou ruim com jogos que dependem de habilidade manual e coordenação. Até tem alguns jogos de corridas que não dependem tanto assim de habilidades motoras, mas mesmo nesses eu fico em desvantagem porque é lógico que alguém habilidoso tem vantagem sobre alguém que não tem. Mas o jogo parece bem divertido sim.

7 – Hibike! Euphonium, episódio 3

Leia o meu artigo sobre esse episódio.

O instrutor é um tirano. E um tirano ruim, já que ele apenas diz que seus alunos estão fazendo tudo errado ao invés de dizer o que eles devem fazer certo. Bom, na verdade ele diz sim, basicamente eles estão completamente fora de ritmo, não conseguem tocar juntos. Mas mais do que isso ele não irá dizer. Aparentemente, para tristeza das novatas e desespero da Kousaka esse clube é assim pelo menos desde o ano passado. Ninguém quer se esforçar de verdade.

6 – Kekkai Sensen, episódios 2 e 3

Leia o meu artigo sobre esses episódios.

Foram dois episódios apresentando os membros da Libra e seu modus operandi. No episódio 2 um caso bastante banal mas que acabou com o Leonardo quase morto enviado para o hospital, e mostrou um pouco de como cada um dos personagens mais importantes trabalha mas destacou em particular o Zapp Renfro. Já no segundo episódio o foco esteve no líder Klaus von Reinhertz, e teve mais a ver com a força de vontade de ferro dele do que com habilidades de combate, e o que estava em jogo era algo muito maior e que poderia ter causado grande dano a todo o mundo. Entre os dois, Leonardo fez amizade com uma fantasma chamada White, que, suponho, deve estar relacionada ao grande arco do anime inteiro.

5 – Re-Kan!, episódio 3

Outro episódio com uma história contínua, com começo, meio e fim. Talvez a exceção tenha sido o primeiro episódio então? E devo dizer que não foi uma história simples, foi uma narrativa muito bem montada, com timing perfeito de apresentação de elementos e personagens. E ao invés do humor, esse episódio foca no drama. Será uma tendência também? Drama demais fica apelativo rápido. Esse episódio, em que pese a animação fraca e a breguice dos “laços” de que a protagonista sempre fala, foi muito bom.

4 – Houkago no Pleiades, episódio 2

É tanto açúcar que eu estou tendo uma crise hiperglicêmica! Episódio bem construído, me agradou especialmente a parte de desenvolvimento da protagonista Subaru e sua melhor amiga Aoi, e a ligação do problema entre elas com o enredo maior da história. Algo como, ao se espatifar na órbita terrestre, a espaçonave do pleiadiano alterou a linha do tempo (ou do destino) das cinco garotas que se tornariam depois as garotas mágicas buscando pelos fragmentos da nave. Elas acreditam que se reunirem todos os fragmentos e restaurarem a nave poderão retornar às suas linhas do destino de antes, mas fica mais que implícito que talvez seja o contrário: elas precisam se lembrar, voltar a se entender como antes, para só então serem capazes de reunir os fragmentos. A forma como conseguiram os fragmentos nesse episódio foi um exemplo perfeito disso. A motivação do vilão continua obscura, mas ao mesmo tempo em que parece mais poderoso que as garotas, ele parece não ser capaz de estabilizar e reduzir os fragmentos, razão pela qual precisa usá-las para isso. Nas duas vezes que fez isso, contudo, ele as deixou com um fragmento e levou o outro. Ele não parece uma pessoa má, não importa como se olhe para ele. Provavelmente ele foi arremessado nessa confusão pelo acidente do pleiadiano também.

3 – Dungeon ni Deai o Motomeru no wa Machigatte Iru Darouka,
episódios 3 e 4

Leia o meu artigo sobre o episódio 3 e o meu artigo sobre o episódio 4.

Episódio 3 cheio de ação. Não foi o combate mais bem animado que eu já assisti, mas foi bastante decente. E carregado com toda a carga emocional que o relacionamento entre o Bell e a Héstia tem. No final, depois de derrotar o gorila atroz, Syr da estalagem e Héstia se declaram para o Bell. Tá ficando pegador, hein!! Mas ele acha que a Syr pode ter tirado sarro dela, e a Héstia ele provavelmente acha que é só força de expressão. Aliás, será que deuses podem se apaixonar e manter relações e, talvez, famílias de verdade com seres humanos (e não humanos também, parecem haver alguns nesse mundo)? No episódio 4 o Bell aumenta seu harém (LOL) e passa a incluir uma garotinha suporte da família Soma. Curioridade: Soma é uma divindade lunar védica (hindu) representada normalmente por touro ou um pássaro, identificada com uma bebida considerada energizante de mesmo nome. Em Dungeon, Soma está passando por problemas desconhecidos e os membros da família estão desesperados atrás de dinheiro, o que faz a metamorfa (humano com orelhas de bichinho) Liliruca que Bell encontrou furtar itens dos aventureiros que ajuda para vender. Bell não percebe isso e a bondade e inocência dele parecem tê-la redimido.

2 – Assassination Classroom, episódios 13 e 14

Leia o meu artigo sobre o episódio 13 e o meu artigo sobre o episódio 14.

No episódio 13 a autoridade, os métodos e a abordagem do professor Karasuma ficam em jogo para apresentar (e criticar) outra forma de educação possível. Takaoka é um colega militar de Karasuma e um treinador militar, e ele planeja implantar um estilo militar caricato para ensinar os alunos a aprenderem a matar: treinamentos extremamente rígidos e punições físicas. No fundo, com o aparecimendo do próprio diretor, fica claro que na verdade o método dele é um protótipo ainda imperfeito do método que a própria escola implementa. E para provar que Takaoka não é um bom instrutor o Nagisa o derrota. Em apenas um episódio o Karasuma se aproxima mais da turma 3-E, a pedagogia da escola aparece de novo e é mais uma vez criticada, embora esteja claro que o sistema de verdade é muito mais sofisticado do que aquilo, e o Nagisa tem um pouco de desenvolvimento pessoal.

Já no episódio 14 o protagonista foi o aluno ranzinza que vem desdenhando do professor e de todo mundo sempre que pode desde o início do anime: Terasaka. Ele sempre foi o tipo valentão que aproveitava sua força física para se impôr sobre os demais, mas nesse escola isso não funcionou porque há uma ameaça muito maior do que ele: a turma 3-E. Para onde ele inevitavelmente foi mandado, mas de certa forma se conformou que pudesse viver uma vida só de músculos, abaixo dos que têm cérebro. Ele só queria voltar a se divertir como o valentão despreocupado que é e a Turma do Fim era o lugar para isso. Ou deveria ser, não fosse o professor Koro. O que ele aprendeu à força nesse episódio é que nem todo mundo nasceu para mandar mesmo, e não há nada de errado ou vergonhoso nisso, mas você precisa ter discernimento pelo menos suficiente para saber quem está mandando em você e o que está te mandando fazer.

1 – Ore Monogatari!!, episódio 3

Leia o artigo da Lidiane sobre esse episódio.

Mais um episódio caricato, mas continua bom. Acho que o romance e o humor desse anime acertaram em cheio o meu gosto, aí fica complicado eu não gostar. Eu sinto que deveria ser um pouco mais crítico, mas apenas sorrio em transe de contentamento quase transcendental enquanto assisto então fica difícil caçar qualquer defeito. Talvez se eu esperar uns dias entre assistir e avaliar. É, vou tentar isso semana que vem. Mas adoro e vou continuar adorando Ore Monogatari.

 

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