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Acho que já me acostumei com o character design bizarro (e não é bizarro apenas em si, mas em comparação com todo o resto, e esse é seu maior defeito) da Tanya e da Viktoriya (sempre preciso copiar o nome dela; sei escrever Nietzsche e Schwarzenegger sem errar ou consultar fontes, mas Viktoriya tá difícil). O que é bom porque consigo me concentrar mais na história, mas não retiro nada do que eu falei sobre isso em artigos anteriores.

No artigo anterior eu escrevi que esperava que Deus desse as caras de novo. Só não esperava que fosse tão cedo! Pelo menos a aparição dessa vez teve efeito profético, então não achei ruim. De quebra, me ajudou a pensar mais umas coisas.

Essa garotinha será a perdição de seu pai na luta contra Tanya?

No começo do anime era mais uma piada do que qualquer outra coisa, mas Youjo Senki não é uma comédia, então era de se esperar que um dos elementos centrais do anime não fosse apenas uma piada. Qual seja: o fato da Tanya se meter onde não quer estar quanto mais ela se esforça para escapar disso. A essa altura, nesse episódio, até começa a parecer que ela já está resignada, talvez esteja gostando mesmo, de atuar nas frentes de batalha. E talvez momentaneamente ela esteja satisfeita mesmo, mas ela ainda possui um objetivo e uma preocupação que não se podem perder de vista: seu objetivo é matar Deus, e sua preocupação é evitar que a guerra assuma proporções mundiais. Nesse sentido, se torna compreensível que ela esteja aproveitando ao máximo as batalhas atuais.

Tanya sozinha (e com um único disparo) derruba várias naves de uma esquadrilha de bombardeiros

Quanto a Deus, ela certamente espera ter oportunidades de atacá-lo, e parece que manter-se à beira do inferno é uma maneira eficaz de atrair sua atenção. Não sei se isso é exatamente lógico, mas seres humanos não somos lógicos, nem mesmo Tanya, e sua mudança de atitude recente pode indicar que ela esteja participando com gosto das batalhas, entre outras coisas, esperando ter uma chance de ter sua revanche contra o divino. Se isso é verdade ou não, se no campo de batalha ela está mais próxima da existência que a colocou nessa situação, não é possível saber. É algo de fato insondável – como se espera que divinos criadores de tudo o que existe sejam. De todo modo, “funcionou” nesse episódio: de todas as criaturas, Deus fez a tétrica escolha por um cadáver dessa vez. Além de aumentar o terror da cena, não deixou a menor dúvida, nem mesmo por uma fração de segundo, de que Tanya talvez pudesse matá-lo – o corpo daquele piloto jazia morto de antemão, afinal. Mesmo assim ela disparou, em uma vã tentativa que apenas demonstrou seu estado mental ilógico e alterado. Qualquer vivente em que Deus encarnar diante de Tanya estará em sério risco de vida!

E Deus apareceu para alertar para a guerra mundial, que Tanya já sabia que provavelmente aconteceria caso a história de seu mundo se repetisse naquele e que diversos sinais de inteligência já apontam nessa direção. Bom, “alertar” nesse caso é um eufemismo para “informar em tom ameaçador sobre o que está fazendo”. Tanya sabe que está do lado fraco da guerra, junto aos prováveis futuros perdedores. Caso se repita a história de seu mundo (que é a mesma do nosso, por suposto), não apenas o Império quedará derrotado como será humilhado e destroçado econômica e militarmente – em parte por sua própria culpa, em parte por revanche dos vencedores. E os germes de uma outra guerra, ainda maior e mais devastadora, da qual essa nação sairá mais uma vez destruída, estarão plantados. A derrota não é uma opção mas derrotar o mundo é impossível. Tanya certamente pretende, como seus superiores pretendem, vencer o mais rápido possível em todas as frentes que puderem para forçar as negociações de paz.

Querem obter a paz através da guerra. Uma versão agressiva de Si vis pacem, para bellum (“Se deseja a paz, prepare-se para a guerra”), por assim dizer. O fato é que os países beligerantes na Primeira Guerra Mundial (principalmente as Potências Centrais) e seus equivalentes em Youjo Senki, a Tanya e, da forma como vejo, o próprio Deus desse anime não querem necessariamente o conflito, mas querem obter a paz à bala. A história e política do mundo real é bem mais complexa do que isso, evidentemente, mas permanece o fato de que os países que buscaram a guerra, no mundo real e no anime, fizeram isso para obter à força algo que acreditavam ser mais difícil de obter de outra forma (ok, e quem provocaria uma guerra por outra razão, eu sei), enquanto a Tanya esteve o tempo todo buscando um lugar tranquilo para si pisando nos outros. E isso desde antes de morrer – e aliás, foi por isso que ela morreu, independente do mérito da demissão daquele funcionário em específico. Talvez a demissão fosse inevitável, mas ela não quis nem saber e massacrou o sujeito. Existem formas melhores e piores de se dar más notícias, não é?

Essa é a cara de alguém que está tentando evitar a guerra…

E no novo mundo, em novo corpo, ela não é muito diferente. E é precisamente por isso que tudo o que ela faz acaba sendo chamativo demais, poderoso demais, e ela apenas atrais mais atenção e mais conflitos para si mesma. Ela dispõe de um esquadrão lealíssimo a ela que só o é em primeiro lugar porque ela sujeitou-os a um treinamento desumano no qual ela pretendia desencorajá-los, e não o contrário. E agora, resignada que talvez esteja, ela se esforça para evitar que a guerra se torne mundial da mesma forma de sempre: atacando. Ela já é bastante famosa, várias nações inimigas já estão de olho nela, e isso sozinho pode ser o suficiente para que a guerra não apenas continue como uma aliança ainda mais ampla se forme para tentar contê-la e ao Império – em outras palavras, uma guerra mundial. E eu falei sobre Deus, não é? Bom, me parece que ele age exatamente da mesma forma que Tanya também. Tão certo de si e seguro está em seu trono de marfim que não admite a ideia de que talvez deva buscar convencer os homens de sua santidade de outra forma que não engolfando o mundo inteiro nas chamas da guerra em escala industrial.

Ingleses estão em território sueco depois de receber informações dos franceses – quanto falta para uma guerra mundial?

    • Fábio
      Fábio "Mexicano" Godoy

      Isso está claro e evidente. Mas o que é preciso para uma formiga irritar tanto uma pessoa a ponto dela sair de seu caminho apenas para ficar “brigando” com ela? Entendeu a comparação? Hehe

  1. Este episódio foi bom, pela primeira vez, desde que comento os artigos deste anime aqui no blog, tenho pouco a reclamar em termos técnicos e históricos neste episódio. O único erro que poderia apontar, foram os bombardeiros, na Primeira Guerra, o sector da aviação, ainda esta em desenvolvimento, a maioria dos aviões de guerra da Primeira Guerra Mundial, eram mono-motores e só com uma hélice, e não com duas hélices como o anime mostrou. Além de que a maioria desses aviões eram feitos com madeira e pouco metal, por isso aqueles bombardeiros fugiram muito do rigor histórico. Já para não falar das bombas que esses mesmos bombardeiros levavam, os aviões da primeira guerra. não suportavam muita carga, desde já pelos seus motores fracos, além de que já era um sacrifico de perfomance dos mesmos, quando eles levavam metralhadoras pesadas, quanto mais bombas. Já para não falar que o primeiro pais a usar um meio aéreo para realizar um bombardeamento, foram os alemães, com um zepelim, na Grã-Bretanha. Eu gostava que o anime, fizesse uma referência ao Barão Vermelho, o melhor avião de guerra da Primeira Guerra Mundial, ele abateu mais de 82 aviões inimigos e fez centenas de missões de reconhecimento. Só foi pena a forma, como o famoso piloto e avião, foram abatidos, ser o melhor piloto do mundo como o melhor avião do mundo, ser abatido, por uma unidade canadiana de trincheira, ninguém merece. Só neste episódio é que reparei, que o estúdio fez um pouco de trabalho de pesquisa enquanto fez o anime. Se reparares neste episódio, os bombardeiros não ultrapassavam uma altitude de mais de dez mil quilómetros e a mesma coisa com os batalhões mágicos. Isto porque se eles ultrapassassem os dez mil quilómetros de altitude eles perderiam os sentidos, isso acontecia muito nos pilotos da primeira Guerra Mundial (também sem o equipamento adequado devia ser uma profissão difícil). Agora respondendo à questão, que colocaste como legenda, da primeira imagem do artigo, aquele coronel da República já tem os dias contados, o anime vai fazer de tudo, para o público simpatizar com ele, para depois ele não conseguir matar a protagonista loli e esta acaba por matá-lo, mais previsível que isto é impossível.
    A tal existência X, apareceu neste episódio, como tu já tinha previsto e mencionado no artigo de Youjo da semana passada, mas desta vez apareceu de uma forma, que até a mim me deu medo. Aquela existência X é tão ou mais sádica e perversa, do que a própria protagonista eu diria mesmo, ambos são farinha do mesmo saco. Aquele riso sádico, da existência X num corpo que já estava morto, foi medonho, isso e o veneno que essa mesma existência exalou para a protagonista, eu acho que tal existência X quer ver a protagonista sofrer, ele já nem quer saber, se ela vai virar crente ou não, ele quer fazer a vida da protagonista num inferno. E isso do mau presságio, que essa mesma existência rogou contra a protagonista, ia e vai acontecer de qualquer maneira e a protagonista sabe disso. Aquele general da República que apareceu tem mesmo cara e atitudes, do famoso general Joffre, que na altura da Primeira Guerra Mundial, tinha um dos melhores e maiores exércitos do mundo, quiçá o melhor e só fez merda com ele. Morreram milhares de homens em vão, com as ordens deste senhor, foi preciso chamar o general Petain para que o exercito parasse com essas perdas ultrajantes de homens (se bem, que na segunda guerra mundial, esse mesmo general herói nacional, tenha se rendido ao alemães.
    Agora só quero ver se vai haver conflito mundial ou não, quero ver a protagonista em apuros. Aquela cena pós ending foi muito boa, a protagonista é uma anti-fumo, vê-la entrar dentro da sala de fumo dos generais foi muito engraçado.
    Como sempre mais um excelente artigo de Youjo Senki, Fábio.

    • Fábio
      Fábio "Mexicano" Godoy

      E nesse episódio o anime definitivamente começou a ficar anacrônico, não é? Até o anterior, a invasão daquiana tinha paralelo direto com a fatos históricos da Primeira Guerra (no caso, a Campanha Romena). Mas agora temos aviões que não haviam sido inventados ainda, a participação da Escandinávia em uma sem equivalente no mundo real frente norte, nada da Rússia ainda (sendo que ela foi um dos primeiros países a declarar guerra, e foi o membro da Entente que arrastou os demais para o conflito)… mas tudo bem enquanto estiver divertido né?

      Quero dizer, mais ou menos. Como você, parte da minha diversão vem das referências históricas reais, mas se começam a misturar Primeira e Segunda guerras só para “ficar legal” para um certo tipo de público, para mim já perde parte da graça.

      Mas enfim. A revelação de homens poderosos nos três países aliados (substituindo a Rússia pela Noruega/Suécia, que lástima!) significa que a coisa vai começar a apertar para o Império e vai ser logo (principalmente se ainda derem um jeito de socar a Rússia na história). Mesmo com todo o poder da Tanya ela ainda é uma só e não existe mais ninguém com habilidade o suficiente para formar um segundo batalhão como o dela. A Alemanha estará em apuros muito breve, talvez antes mesmo da guerra mundializar-se.

      E o que dizer de Deus? Ele provoca tanto Tanya mas no fundo é, pelo menos superficialmente, tão parecido com ela. Eu quase consigo imaginar ele se enxergando nela e isso sendo o que a razão que o move. Mas é meio inútil especular sobre isso nesse momento.

      Obrigado pela visita e pelo comentário =D

      • Eu esqueci de mencionar, no meu comentário anterior, um bom exemplo de uso de aviões da primeira Guerra Mundial, foi no desenho animados francês Corto Maltese, lá aparece o famoso Barão Vermelho e mais algumas figuras históricas importantes. Eu também me esqueci de mencionar, como eu gostei do teu ponto de vista da guerra do mundo de Youjo, conseguir a paz à bala, foi uma bela explicação pela tua parte. Essa parte, fez-me lembrar, como a anitga União Soviética, resolvia os seus problemas com os países satélite que ela controlava, a lógica é a mesma. A Rússia e o Japão também deviam aparecer, já para não falar dos canadianos e americanos, mas percebo a escolha que o anime fez. Aqueles aliados, que estavam lá naquela cabana, de monitorização de magia, a maior parte dos soldados de lá, pareciam ter o uniforme inglês, só lhes faltava o típico capacete de aço das tropas inglesas na primeira guerra Mundial.

      • Fábio
        Fábio "Mexicano" Godoy

        Não necessariamente à bala, mas muita gente e muitas organizações/países são assim até hoje, não é? Querem a paz sim, ou a ordem, ou a justiça, ou qualquer coisa bonita que ninguém ousaria se insurgir contra, mas querem do jeito deles. E se você se opõe, mesmo que apenas parcialmente, ah, então você que é contra a paz, a ordem e a justiça!

        Sei muito pouco da participação dos japoneses na Primeira Guerra. Dos canadenses, se não existir um equivalente à Comunidade Britânica nesse mundo alternativo eles talvez não apareçam mesmo. Os americanos quando entrarem vai ser pra quebrar, serão com certeza a maior ameaça até então. Se seguir a sólida tradição japonesa (compreensível ainda que um pouco constrangedora) eles devem ser pintados como vilões imperialistas.

        Na cabana, pelo que entendi, haviam só ingleses mesmo. Eles usavam capacetes mesmo dentro de lugares fechados, mesmo quando não estavam em batalha?

      • Os japoneses ajudaram muito, os ingleses no Pacifico na Primeira Guerra Mundial. Os japoneses antes de rebentar a primeira Guerra Mundial aliaram-se aos Ingleses,quando a guerra rebentou, o Japão conquistou e anexou as colónias alemãs no Pacifico além de ter ajudado os ingleses noutros pontos do mundo. Os canadianos têm que aparecer, eles foram essenciais na primeira Guerra Mundial. Se não fosse pedir muito, os indianos também deviam aparecer, eles foram essenciais na coluna vertebral do exercito britânico na primeira Guerra Mundial.
        Os responsáveis pelas comunicações do exercito inglês na primeira Guerra Mundial, usavam sempre um capacete ou boina em todos os momentos. Principalmente nas trincheiras, onde os projecteis dos obuses, podiam fazer com que a estrutura dos abrigos das trincheiras cedesse, mas também usavam-nos nos locais secretos usados para espiar também. Os responsáveis pelas comunicações tinham sempre consigo, um capacete e uma boina, em muitos casos esses mesmos responsáveis pelas comunicações, portavam consigo uma armadura de placa de aço ou ferro no peito, além de andarem com uma mala com um dispositivo de código morse.

      • Por acaso, esses peitorais de aço, ainda protegiam bem contra, os tiros de armas de calibre mais fraco e estilhaços de bombas. Esses peitorais eram versão ancestral, aos coletes à prova de bala dos dias de hoje. Esses mesmos peitorais de aço, também protegiam as costas, dos responsáveis das comunicações, já que quando os dispositivos de código morse, quando eram atingidos por balas e estilhaços de artilharia, eles tendiam a explodir e vertiam ácido. Não eram só esses, que usavam esses peitorais de aço, os oficiais que davam os sinais, para as cargas de trincheira também usavam estas armaduras, mas eram só os oficiais e os responsáveis pelas comunicações que tinham o luxo de portar esta protecção extra, pois o soldado raso comum não tinha direito a nada disto. Os ingleses, não foram os únicos a usarem este tipo de equipamento, foram foram eles que deixaram a marca.

  2. Que tiro foi aquele que se divide em cinco?! Até magia deveria ter limite, não?
    Sem ser isso, devo dizer que esse foi um episódio bom, ainda mais por todos os fatores que você citou no artigo. Suspeito de que a guerra mundial está iminente mesmo, já que parece estar no mesmo ano que a equivalente a do nosso mundo.
    Aliás, apareceram aviões!
    E a cena pós-créditos… Identifiquei-me muito!

    • Fábio
      Fábio "Mexicano" Godoy

      Deus intervém no mundo diretamente, manda o cara pra outro mundo como uma garota mágica, e é do tiro dela que você reclama? =D

      Os aviões foram bem legais mas, como o Kondou bem apontou, eles não são verossímeis, não havia ainda aquela tecnologia naquela época, hehe. Mas sim, é legal pra caramba de ver!

      E dado tudo o que tivemos até agora a guerra mundial é iminente. E estamos apenas na metade? Ou vão apressar um final qualquer ou não vai ter final. Ou, quem sabe, anunciam split cour.

      Obrigado pela visita e pelo comentário =)

      • HAHAHAHAHA Eu sempre reclamo disso, mas ao tempo acho genial, então para eu não bugar nem ficar repetitivo, acabo não voltando nisso.

        Na verdade, os aviões foram rapidamente desenvolvidos para a guerra no início do século XX, sendo completados em 1910, para em 1912 já serem eficientes em guerras… inclusive Santos Dumont ficou tão decepcionado com esse uso de sua invenção que até se matou por causa disso. Enfim, eles foram relevantes depois dos eventos no anime se julgarmos que a história de lá é igual a daqui… Mas até posso aceitar isso.

        Bem, sobre uma nova cour em algum futuro próximo é até possível, mas acho que eles vão animar um bom pedaço do que já temos da novel… Não acho que estamos de verdade na metade porque a novel ainda está em lançamento…

      • Fábio
        Fábio "Mexicano" Godoy

        Se o anime está tão próximo da novel assim, significa que teremos um final bastante insatisfatório, provavelmente. Uma pena.

  3. Sabendo que esse é um mundo alternativo, não me incomoda o descompasso dos fatos históricos, pois os produtores se aproveitarão disso e mesmo a derrota do império não é certeza.
    O que mais me chamou a atenção é como Tanya foi ousada nesse episódio, ela dispensou os seus soldados e foi sozinha enfrentar a esquadrilha! Isso sim é de estranhar de alguém que estava tentando não ir para a linha de frente. Parece que ela se empolgou com seu batalhão e não resiste a fazer seu serviço bem feito e por isso acaba chamando a atenção.

    • Fábio
      Fábio "Mexicano" Godoy

      Desde o episódio anterior estou com a impressão que a Tanya já se deixou levar pela adrenalina mesmo. Na verdade, tenho certeza: quando ela gritou “Tamaya!” eu tive certeza. Aquilo foi muito espontâneo e ela se expôs inclusive culturalmente – um ato-falho, se preferir.

      E não me incomoda que divirja do mundo real também, desde que continue divertido. É que as semelhanças são uma diversão por si mesmas, né, mas se mesmo sem elas for divertido, e esse episódio foi divertido, não tenho nada contra!

      Obrigado pela visita e pelo comentário =)

      • Concordo que é uma diversão a mais descobrir com quais fatos históricos a ação do anime se refere, às vezes, eu também vou buscar na internet e esse nosso colega Kondou-san trás informações ótimas.

        Tamaya!
        Ela deveria tomar cuidado com isso, ela tem de lembrar que o Japão era inimigo da Alemanha como o Kondou-san lembrou aí acima. Se algum oficial superior ouvir isso pode desconfiar de que ela seja espiã.
        Seria uma cena engraçada, alemães se questionando em japonês por que ela fala japonês! xD

        Falou, até a próxima!

      • Fábio
        Fábio "Mexicano" Godoy

        Nesse caso foi só uma interjeição e só os subordinados dela ouviram. Mas se ela falar coisas mais complexas perto de gente mais importante realmente pode se expôr a risco.

    • Fábio
      Fábio "Mexicano" Godoy

      Ah, conteúdo pra quem curte essas coisas nunca falta mesmo. Dia desses vi um filme em lego sobre o começo da Operação Barbarossa, ficou muito legal, hahaha, se eu achar oportuidade vou adicioná-lo a algum artigo por aqui, hehe ^^

      Obrigado pela visita e pelo comentário!

Comentários