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Antes de tudo: essa semana Kamisama Hajimemashita II não foi transmitido. Por isso não teve artigo nem vai aparecer aqui na classificação. Como na semana passada, continuo achando essa temporada melhor que a anterior. Eu sei, ainda estamos no começo. Tenho plena consciência que as chances ainda são grandes que eu me frustre com algumas séries que até agora estou gostando. Mas também há a chance de eu passar a gostar mais de uma que eu não esteja achando particularmente boa, não é? Embora, para ser honesto, eu me considere bastante aberto para qualquer coisa e goste fácil de qualquer história. Geralmente o que eu não gosto é porque é ou muito entediante ou porque tem uma ou outra coisa que eu realmente considero inadequadas, imorais ou erradas. Não vou me esquecer de quando me chamaram de moralista por causa de críticas que fiz, hehe. O que quero dizer com isso é que é difícil eu passar a gostar de algo que eu não goste, porque raramente uma história entediante se torna empolgante ou uma história com elementos inadequados muda de rumo e faz a devida crítica a eles.

Em outro assunto não relacionado, o episódio 3 de Yurikuma Arashi, embora tenha sido transmitido no Japão na segunda-feira, ainda não foi traduzido por nenhum fansubber em português que eu tenha notícia. O primeiro episódio saiu no mesmo dia, o segundo no dia seguinte, e agora já se vão quatro dias e nada. Eu tinha planejado escrever os artigos de Yurikuma às sextas-feiras, mas se não sair hoje (quinta-feira) ficará difícil. Tenho duas opções: adiantar o artigo de Kiseijuu, que normalmente sairia no sábado, ou escrever algo totalmente diferente. Não queria adiantar Kiseijuu, mas tecnicamente é a melhor opção. Decidirei ao longo do dia.

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21 – Shigatsu wa Kimi no Uso, episódio 13

KimiUso atingiu o fundo do poço. Espero que não comece a cavar agora para chegar mais fundo. Caso em tela: duas mulheres adultas discutem sobre como Kousei melhorou como pianista após a morte da mãe, e uma delas conclui que ele melhorou porque a mãe morreu. É uma falácia lógica comum, pensar que se uma coisa aconteceu depois de outra, então a segunda foi causada pela primeira. Temo que nosso cérebro esteja programado para interpretar as coisas dessa forma, então em uma conversa miúda sobre fatos passados eu nem me importo tanto. Acho tosco, mas passa. Quero dizer, se ela pensasse por cinco segundos, de verdade, perceberia que se ele não tivesse sido torturado por sua mãe que depois de anos infligindo sofrimento ao filho morreu, provavelmente seria um músico melhor do que é hoje. Só que daí a distinta senhora (que é ninguém menos que a tutora de Kousei) completa dizendo que ele talvez precise perder outra pessoa importante para continuar melhorando. Opa, pera lá! Será que ela percebeu que, na prática, ela está torcendo para que alguém morra? Pior que não é coisa só dela: o anime abraça isso. Enquanto ela chega a esse ponto da conversa, seu discurso se transforma em narração para a sequência onde o Kousei descobre que a Kaori está hospitalizada e vai correndo vê-la. O momento em que Kaori aparece é também o momento em que ela conclui dizendo que Kousei precisa perder alguém. Se isso fosse uma biografia baseada em fatos reais, eu acharia essa montagem linda, mesmo que fantasiasse um pouco a situação. Seria poético. Mas isso é ficção, e nada nesse anime sugere que ele seja distópico, crítico, ou qualquer outra coisa diferente de ideal. O autor de KimiUso está seriamente transmitindo a ideia de que é preciso perder pessoas importantes para ser um bom músico.

20 – Shinmai Maou no Testament, episódio 2

Fanservice por todo lado, agora na escola. Nada original. Apareceu até a amiga de infância agora.

19 – Cross Ange, episódio 14

A melhor coisa que eu fiz foi parar de escrever semanalmente sobre Cross Ange. O que eu iria dizer desse episódio? Eles foram transportados para outro lugar que acreditam piamente ser o futuro (Ange nem tenta especular baseado no que ouviu da Jill) e … procuram uma cama de hotel para dormir? Trepem logo vocês dois, eu sei que vocês querem.

18 – Sailor Moon Crystal, episódio 14

Um episódio inteiro para, ahn, fazer uma nuvem cor-de-rosa do mal ser desintegrada com um laser. Quase dormi assistindo esse episódio.

17 – Binan Koukou Chikyuu Bouei-bu Love!, episódio 2

O mascote dos vilões é um porco-espinho verde com a voz mais grossa que a do Raoh, de Hokuto no Ken. Isso é engraçado. Mas todo o resto do episódio é com muito esforço medíocre.

16 – Koufuku Graffiti, episódio 2

Um pouco menos de erotização do que no episódio anterior mas uma história mais sem graça também. Ainda tem potencial.

15 – Tokyo Ghoul ?A, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

Que episódio horrível, hein? Para Tokyo Ghoul, quero dizer. Veja que ele ainda é melhor que Cross Ange! E KimiUso! Mas fiquei quase meia-hora sentado assistindo personagens que eu mal conheço e com quem sequer me importo falarem coisas que eu já sei sobre os ghouls.

14 – Rolling?Girls, episódio 2

Ainda não sei que troço é esse. Foi divertido… eu acho? Alguns flashbacks que provavelmente tratam da tal Grande Batalha de Tokyo, as duas Melhores do episódio anterior se quebram inteiras e ficarão pelo menos dois meses hospitalizadas, e as verdadeiras protagonistas aparecem. Mas eu ainda não tenho motivo nenhum para gostar de nenhuma delas. A Maccha Green era um personagem com muito potencial e foi quebrada para fora da história. Tá bom.

13 – Akatsuki no Yona, episódio 14

Se vocês estão com oxigênio limitado, não façam esforço físico desnecessário e inútil para não gastá-lo mais rápido à toa. Ou seja, não tente cavar um túnel com adagas. Caramba, isso foi estúpido demais. O resto do episódio foi ok, talvez? Ainda faltam dois dragões. Espero que acelerem isso daí, mas pela prévia o próximo episódio vai ser sobre os usurpadores do trono, então mais enrolação a caminho.

12 – Dog Days”, episódio 2

Essa será a primeira temporada de Dog Days em que eles enfrentarão um perigo real desde o começo da série? Ainda é difícil de acreditar. Nada lá excepcionalmente divertido ou original, mas para Dog Days é um avanço e tanto.

11 – Aldnoah.Zero, episódio 14

O anime continua com todas as falhas que tinha desde a primeira temporada, mas admito que conseguiu dar um tom épico ao embate entre Inaho e Slaine. Se continuar assim, mesmo que o enredo tenha todas as falhas do mundo, pode ser divertido de assistir só para ver os dois duelarem ferozmente até o fim. Claro que espero um final trágico à altura desse tipo de história, se for o caso.

10 – Durarara!!x2 Shou, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

Ainda apresentando o cenário. É Durarara e não nega suas raízes. É um estilo narrativo divertido, mas nem começou a contar nada ainda.

9 – JoJo’s Bizarre Adventure – Stardust Crusaders, episódio 26

Jotaro derrotou o surdinho com a ajuda involuntária do Iggy. Foi uma luta divertida, no geral.

8 – Death Parade, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

Um outro ponto de vista do primeiro jogo que passou no episódio anterior, e um vislumbre de como é o mundo onde esses jogos ocorrem e das pessoas que o habitam. O ponto forte é deixar claro que eles são falhos, e portanto seus julgamentos também são falhos. Pode parecer injusto, mas encare isso de outra forma: o anime está simplesmente dizendo para você fazer seu próprio julgamento em cada jogo. Faça isso, será divertido.

7 – Assassination Classroom, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

O professor super-polvo ajuda um aluno jogador de beisebol a recuperar sua vontade de jogar e sua auto-estima. É o professor ideal que todo mundo gostaria de ter, exceto aquela parte de destruir a Terra e coisa e tal.

6 – Garo: Honoo no Kokuin, episódio 14

Se o episódio anterior focou no Leon, esse foi o episódio do Alfonso. Ele está se esforçando demais, tentando fazer tudo sozinho. Fugindo das tarefas aparentemente sem significado do castelo, ele encontra um bando de ladrões e German. Mais tarde eles descobrem que naquele castelo estão selados dois horrores que entraram para a história como dois heróis do reino, mas na verdade eram só dois guerreiros sedentos por sangue que se tornaram horrores enquanto disputavam quem era o mais forte dos dois. A esposa de um deles (e amada por ambos) entrou para a história como a bruxa que matou ambos, mas na verdade foi a sacerdotiza makai que sozinha selou ambos, à custa de sua vida. Assim como essa sacerdotiza, Alfonso está lutando sozinho hoje. Acho que isso pode ser uma pista para o que poderá acontecer a ele caso continue tentando fazer tudo sozinho.

5 – Junketsu no Maria, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

O céu não gosta que bruxas usem magia para ostensivamente interferir no rumo natural das coisas entre seres humanos, mesmo que esse rumo natural seja um caminho de desgraça, infortúnio e destruição. Como resultado, Maria é atacada e sobrepujada pelo Arcanjo Miguel, que pretende remover seu poder mágico. Episódio com temas sexuais fortes e Maria sendo retratada como uma adolescente muito mais tímida que o normal para essas coisas.

4 – Yoru no Yatterman, episódio 2

E os Doronbo são só um bando de patetas tentando derrotar os Yattermen e fracassando miseravelmente. Tirando as piadas envolvendo os Doronbo e o quanto eles são desastrados, o tom do anime é bastante sombrio. A população do Reino de Yatter não vive melhor do que os próprios Doronbo vivam fora do reino. É uma ditadura que usa robôs bizarros em forma de Yattermen para esmagar quem julga que mereça. E nesse mundo desolado, ninguém vai te ajudar se você estiver nessa situação. Por sorte eles encontram uma casa onde vive apenas uma mulher cega, que parece ter seu próprio passado trágico. A dualidade entre a tragédia e a comédia nesse anime me soa muito interessante.

3 – Yurikuma Arashi, episódio 2

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

Temo que todas as garotas com “Yuri-” no nome sejam ursas. Kureha vai para o tribunal yuri mais uma vez e é “comida” por Ginko e Lulu de novo. Uma ursa é morta por outra ursa se passando por humana que também quer comer Kureha e que foi quem realmente comeu Sumiko. A essa altura, estou assumindo que as ursas sejam metáforas para garotas que assumiram sua sexualidade em contraste com pessoas como Kureha, que a suprimem.

2 – Sanzoku no Musume Ronja, episódios 14 e 15

O clã Borka ainda está faminto e exausto e não é páreo para os Mattis nos assaltos na estrada, e o próprio Borka é humilde e pede a Mattis que dê a eles parte de um roubo. Parece que o pai de Ronja esqueceu que eles um dia foram amigos, infelizmente, e ele se recusa até o fim. Tudo ainda estaria bem, se os bandidos de Borka não estivessem desesperados e não acabassem atacando, apesar dos apelos do próprio chefe para que não o fizessem. Um dos bandidos de Mattis é gravemente ferido e a guerra entre os clãs começa, para a tristeza de Ronja e de Birk. A situação só piora quando o garoto é capturado e espancado por Mattis, que agora quer chantagear Borka. Ronja não permitirá, decerto. A velocidade como a história se tornou mais séria e grave me impressionou: Mattis pela primeira vez pareceu uma pessoa assustadora. Ele até mesmo desafiou e agrediu a própria esposa, que ele sempre obedeceu e respeitou até então! Até onde o ódio vai levá-lo? O que Ronja será capaz de fazer?

1 – Kiseijuu, episódio 14

Leia meu artigo sobre esse episódio aqui.

Sem cerimônia, Kiseijuu retoma o primeiro lugar. Sensacional episódio com rápido desenvolvimento (temo que para a pior) do Shinichi. Mais isolado do que nunca, com seu segredo descoberto por Tamura e emocionalmente despedaçado, temo pela decisão que ele possa tomar nessa falta de rumo em que se encontra.

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