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O nome SukaSuka é a contração do nome japonês, que completo e romanizado é Shuumatsu Nani Shitemasu ka? Isogashii desu ka? Sukutte Moratte Ii desu ka?”, e pode apostar que eu nunca vou escrever tudo isso para nada. A tradução seria algo como “O que você faz no fim do mundo? Você está ocupado? Você vai me salvar?”. Fica aí como curiosidade e para ajudar a entender melhor o clima do próprio anime.

Para os seres humanos não há mais salvação, o mundo acabou. Todos morreram. Ou quase: de alguma forma ainda não revelada, um ainda está vivo. Existem outras raças claramente divididas entre homens-animais e monstros. Curiosamente, os monstros (trolls, por exemplo) são humanos em aparência. Há uma guerra contra criaturas-planta e todos (depois da morte do último ser humano) fugiram para os céus. A guerra continua quinhentos anos depois.

Os homens-animais têm profundo preconceito contra os humanoides, a ponto deles serem na prática proibidos em alguns lugares. Uma raça em particular é criada apenas para continuar lutando. Não consigo deixar de enxergar uma alegoria ambientalista nisso tudo, mas a história não é sobre ambientalismo (eu acho).

A história é sobre as crianças criadas para a guerra e sobre o homem, o último Homem, que despertou e logo caiu em desespero mas acaba encontrando trabalho como cuidador dessas crianças – que assim que crescem só tem pela frente a perspectiva de desespero também. Por um período pelo menos isso aquecerá seus corações e também os nossos.

Mas e quando chegar o inevitável momento de separação e cada uma dessas meninas, ainda jovens, tiver que sair de seu pequeno paraíso no céu, pegar sua arma e descer à terra encarando a própria morte?

Aqui estou eu a vir falar de Pokémon. Isso mesmo, arquétipos de Pokémon. Mas vim falar do novo (quando eu escrevi esse post ele era novo, mas por problemas de meu pc pifou o post foi adiado) episódio de Pokémon S&M. Se você não sabe desse novo episódio, um Pokémon morre. “NUOSSA, um pokémon morre”, você deve estar assim. Pois é, os meus também morrem, principalmente no joguinho. Enfim, não vim falar disso e como isso vai afetar os seus próximos dias, mas sim de como que vou colocar arquétipos nisso.

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Desnecessariamente lascivo, para maiores de dezoito anos, não adequado para ambientes familiares ou de trabalho, apenas um nível abaixo do hentai. Nada disso é exagero. Se apenas ler isso já te deixa sem nenhuma vontade de assistir, então por todos os meios não assista.

Mas se nada disso te incomoda, se tem curiosidade (honesta, acadêmica ou mórbida), ou se é exatamente do que gosta ou o que procura, provavelmente não vai se arrepender.

Bem animado, com um bom elenco de personagens femininas belas, variadas e voluptuosas (algumas são exageradas para o meu gosto, mas passa), Sin: Nanatsu no Taizai com certeza não vai te deixar na mão (ou vai, o que eu também dou certeza).

Existe um pretexto para todo esse exibicionismo e quase pornografia que faz às vezes de enredo, e pode vir a ser interessante também. Se não interessar, atrapalhar também não atrapalha, pois sendo apenas mais uma versão da velha história da queda de Lúcifer é bastante fácil de acompanhar com o cérebro desligado (ou excessivamente ligado noutras coisas). E não que eu recomende assistir só por causa da história, mas se quiser existe uma versão com censuras horríveis que só vai ofender a sua sensibilidade estética, eliminando do campo de visão até mesmo o que seria exibido incólume em animes muito mais inocentes.

Fala galera, aqui quem fala é o Matt e o mundo poderia ser um cubo! Sério, já pensou?

Não são todos os dias que me deparo com um sci-fi. Sendo bem sincero, é a primeira vez que vejo algo desse gênero. Então, é um mundo novo para minha pessoa.

Sendo algo novo, eu fico entusiasmado, ainda mais se tratando da primeira vez que escrevo um artigo oficial e com isso faço duas coisas que nunca tinha feito. Aguenta coração!

Como bem sabe, estou escrevendo as primeiras impressões de Seikaisuru Kado. Então, abra bem os olhos e vamos ao mundo de Shindo e Hanamori.

O anime começa apresentando um jovem animado e bem feliz, afinal, suas férias estão chegando. Hanamori é o seu nome, um dos empregados do Ministério do Interior e parceiro de nosso protagonista. Ele em todo seu momento de felicidade acaba recebendo a notícia de que teria um trabalho no mês em que seria de descanso – poxa, assim o rapaz não aguenta – e com isso conhecemos nosso querido protagonista Shindo, que terá o brilho do anime sobre si.

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