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Olá, pessoal! Aqui estou eu, Tamao-chan, e venho com mais um artigo de Keppeki Danshi!

E a admiração que todos têm pelo protagonista continua inexplicável. Todos torcem por ele quando tem jogo, até mesmo delinquentes que parecem ter saído de “Osu! Tatakae! Ouendan”. Mas o fato de ainda não ser um jogo oficial é o que mais me impressiona, pois um treino não era para ter torcida, não é mesmo? Bom, acho que não… NÉ?!

Além disso, neste episódio temos a pequena história da stalker de Aoyama/gerente da equipe de futebol. É algo simples, mas que me fez ter um apreço por ela. Mas o que me pegou de surpresa foi a segunda parte, porque parece que todos os personagens descobriram uma taradice em comum: o cheiro da toalha de Aoyama é muito bom, assim como quando tacam o sabão em pó Surf, ou então quando colocam o amaciante Confort para dar aquele cheirinho de limpeza de mãe.

E a história da stalker Gotou vai desde quando ela era pequetucha. Ela sente atração pela misofobia do protagonista, principalmente porque isso o torna ainda mais misterioso. Desde nova ela sabia do vício em limpeza que o garoto tem, então tudo o que ela o entrega tem que ser com luvas, ou então lavar com esmero antes de colocar suas mãos e entregar, e isso aconteceu com o primeiro gatinho que ela costurou. O mesmo gatinho com o olhar esquisito que nunca mudou e não tem como se esquecer.

Na primeira vez que eles se falaram, ela foi obrigada a lavar o gatinho que ia dar de presente

E, quando o episódio começou com a sala do clube toda limpa, achei que o Aoyama tivesse feito mesmo a limpeza, mas a partir da segunda vez começou a ficar esquisito demais. Foi aí que, em um belo dia, o menino a pegou no pulo do gato, e até indicou produtos de limpeza (que acho que aqui seria um “Veja Multiuso” da vida) que dariam resultados mais visíveis. Enquanto isso, os outros integrantes do time haviam aceitado o fato de que ela era uma fada da limpeza e, quando descobriram a verdade, o capitão pediu para que ela se tornasse a assistente do clube de futebol, e é claro que isso possibilitou com que ela ficasse ainda mais perto de seu queridinho.

Agora chegamos na parte bizarra: não que eu não achasse que o integrante de óculos faria algo como cheirar toalhas, porque a proposta do autor foi criá-lo para, além de ser o alívio cômico do time, também agir com uma certa impulsão sobre as coisas, assim como usar bastante os seus glúteos para praticar o seu futebol. Mas vamos deixar isso de lado, não é mesmo? O foco é que esse esquisitão cheirou a toalha de Aoyama por impulso e twittou dizendo que ela tem um cheiro muito bom. A repercussão foi tão grande que todos da equipe a haviam cheirado depois, e todos do colégio ficaram tão afoitos com a bizarrice que quiseram aparecer e ver se era verdade.

Até mesmo no treino Aoyama não teve nenhum resquício de paz. Todos começaram a correr atrás dele e, mesmo que as atividades estivessem encerradas, não parou de chutar uma bola. O que o salvou mesmo foi a gritaria do Zaizen… ou deveria dizer que foi o nome de seu pai que salvou? Acho que a segunda opção é mais plausível. Porém ele também descobriu um lado tarado cheirando a toalha do protagonista e este lhe pediu para que jogasse a toalha fora.

Zaizen se sentindo saudosista enquanto cafunga a toalha profundamente

Este episódio foi muito bom, e nem senti o tempo passando enquanto via. Espero que continue assim. Além disso, conseguiram adicionar mais alguns elementos para trazer mais comédia à obra, o que me agradou muito.

Espero que tenham gostado do artigo, e até a próxima!

  1. Eu não esperava, que o segundo episódio de Keppeki Danshi! Aoyama-kun, fosse ser tão engraçado, tão engraçado que nem notei o tempo passar ao longo do episódio. Começando, pela primeira parte do episódio, gostei bastante da Gotou, aquilo que ela não fez para se aproximar do Aoyma. Ela foi bem persistente pois desde o inicio sabia que o Aoyama era um maníaco por limpezas e que fugia de qualquer contacto físico com outras pessoas. Mas ainda assim, Gotou quando conseguiu a coragem suficiente para falar com o Aoyama, levou consigo um gato de pelúcia que ela própria fez. Até aqui tudo bem, se não fosse o Aoyama obrigar a Gotou a lavar bem o gato de pelúcia, a este ponto eu até ia criticar o Aoyama, mas como eu sofro do mesmo mal que ele, não posso criticá-lo. A parte em que a Gotou começa a limpar o balneário dos garotos, só para deixar tudo limpo para o Aoyama, serviu para demonstrar que a Gotou é uma best girl, ou então já apresenta sintomas iniciais de uma doença mental. Mas tirando a atitude stalker da Gotou gostei bastante da personagem e acho que ela foi uma excelente aquisição para o clube de futebol onde o Aoyama está (este mostrou-se meio que indiferente a tudo que a Gotou fez por ele, mas os outros garotos gostaram bastante da Gotou).
    Já a segunda parte, nunca pensei rir tanto, por causa de um objecto tão simples como uma toalha. Os garotos daquele clube de futebol, são demais, principalmente o garoto de óculos, que teve a excelente ideia de dar uma cafungada na toalha do Aoyama. Este podia ter se deixado ficar, pela cafungada intencional na toalha do Aoyama, mas não, decidiu espalhar o que achou de tal acto numa rede social. Se nesta parte, tudo já estava errado, quando começou a romaria dos outros alunos para cheirar a bendita toalha do Aoyama é que a coisa começou a sair fora de controle. Tudo o que na teoria é considerado errado, na parte da multidão que que queria dar uma pequena cafungada na toalha do mito das limpezas Aoyama, já nada parecia errado naquilo que eles estavam a fazer. Achei bem engraçado a Gotou ter arranjado um taco de basebol com pregos (se bem que os pregos estavam mal postos) para afastar os doentes e tarados da toalha do Aoyama, ela bem tentou proteger as toalhas do mito, mas sem sucesso. Tive pena do Zaizen, quando ele expulsa os outros alunos do campo de futebol, pois não foram as palavras dele que os afastaram, mas sim a influência do pai dele. Achei bem interessante o esforço dos infernos que o Zaizen fez, para não cheirar a toalha do Aoyama, mas quando o fez, ao contrário dos outros, a sua reacção foi mais de nostalgia do que outra coisa. O Zaizen pode ser até rico e ter criados que lhe façam tudo, mas nada supera o amor de mãe, e o Zaizen relembrou umas das melhores lembranças, da infância de qualquer um, que era o cheiro da roupa emanava depois que a mãe a ter lavado. O teu terceiro parágrafo, foi um right in the kokoro, para mim. Saudade do tempo, em que a minha roupa era lavada pela minha mãe. Não havia sensação melhor para mim, quando era criança, que sentir o perfume agradável que emanava da roupa que a minha mãe tinha lavado. O facto do Zaizen sentir falta da mãe só o torna mais humano e menos chato por ser um menino mimado. Se bem, que o facto da mãe dele ter morrido quando ele ainda era criança, soa a cliché e tal, mas naquela foto, onde se vê a mãe do Zaizen dá para reparar que ela não se vestia como alguém rico, logo pode-se assumir que a mãe do Zaizen teve um casamento por conveniência e a infelicidade foi tal que morreu.
    Só espero que este anime mantenha e melhore a sua qualidade daqui para a frente.
    Como sempre mais um excelente artigo Tamao-chan.

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