Bom dia!

Após imperdoável demora para publicar minhas primeiras impressões de Kujira no Kora, finalmente faço-o enquanto peço desculpa pelo horrível atraso.

Só assisti doze estreias até agora, o que é um ritmo bem devagar para mim, mas acho que de todos os animes de grande hype que eu pretendo assistir só não vi Inuyashiki ainda, o que faz dessa amostra, apesar de pequena, bastante representativa (até Pingu in the City eu já assisti!). E tudo considerado, digo que Kujira no Kora teve o melhor episódio inicial da temporada.

Eu tenho um fraco por aventuras e por mundos fantásticos. E o que eu assisti? O começo de uma Jornada do Herói, com direito ao Chamado para a Aventura e tudo mais! E o mundo? Um mar de areia e um barco rochoso no qual vive o protagonista em sua pequena vila, com uma comunidade culturalmente rica, e uma tonelada de mistérios – e magia telecinética que é ao mesmo tempo um dom e uma maldição: nem todos nascem com ela, mas os que nascem vivem vidas curtas com expectativa de cerca de 30 anos apenas. Sentimentos, segredos e superstições são as palavras-chave dessa sociedade. E tudo isso é espatifado quando um ser humano é encontrado fora dela, em outra ilha!

Os mistérios da apática Lycos, a ânsia de Chakuro por conhecer e registrar a verdade, e o desejo de Ougi de viver em um mundo maior do que a pequena ilha onde está condenado a morrer jovem sacodem a Baleia de Lama ao final desse primeiro episódio. Perguntas há aos montes, e respostas o anime ainda está devendo. Se eu vou acompanhar? Eu vou assistir, escrever aqui semanalmente e conversar sobre no Café com Anime! Espero que esteja com pelo menos um décimo da minha empolgação =)


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    O que dizer do primeiro episódio de Kujira No Kora, simplesmente a melhor estreia da temporada de Outubro.
    Eu já tinha uma noção, que a animação deste anime ia ser linda pelos trailers, mas nunca esperei que fosse ser tão boa (o estúdio JC Staff e o dinheiro da Netflix estão de parabéns). Pela sinopse, eu já sabia que iria gostar da história do anime, mas não tanto. Eu não dei conta da passagem dos 24 minutos do episódio, de tão imerso que eu estava no mundo do anime. Eu achei tudo interessante no episódio, principalmente a parte dos poderes e os segredos do conselho dos sábios. Não pude deixar de entrelaçar comparações entre Kujira no Kora e Shinsekai Yori. Em ambos os animes, existem pessoas com poderes especiais, passam-se no mundo no fim dos tempos e acima de tudo, a sociedade de ambas é regida por um grupo de anciões. Com isto acredito que este anime pode ser um épico digno de nota, só de história ele já me conquistou, se desenvolver bem os personagens, ficará um bom tempo na minha memória futura.
    Achei interessante, o facto das pessoas que nasceram com poderes, morram muito cedo. Isto pode dar um certo choque no começo, mas faz sentido. Naquela parte onde mostram a enfermaria, onde as pessoas começam a sofrer o último estágio do enfraquecimento do corpo antes da morte, me fez questionar, se a deterioração do corpo daquelas pessoas, não começa no cérebro e se alastra para o resto do corpo. Eu digo isto, porque nenhuma das pessoas internadas naquela enfermaria, parecia ter maleitas externas e isso deixou-me curioso.
    Outra coisa que eu achei interessante e me prendeu a atenção, foi aquele conselho dos velhos que governam aquela sociedade, eles sabem mais do que contam (o que faz sentido, já que me parece que eles querem o bem das pessoas, daquela sociedade).
    Também gostei do facto, de Kujira fugir do cliché do uso do alemão, francês, italiano e inglês, quando se quer fazer um anime mais erudito. O uso de palavras de origem Helénica (grego) para mim foi um toque especial para esta obra.
    Agora só quero ver, como vai ser a aventura do Chakuro e da Lycos vai correr e ainda tenho a esperança que todas as questões deixadas em aberto neste episódio, sejam respondidas.
    Uma coisa que me deixou curioso e espero que me possas responder, na ilha onde a Lycos estava, esta andava a comer rações de lata e lutava com katanas japonesas tipo sabre da Segunda Guerra Mundial, será que isso é normal, ou foi apenas um extra sem significado?
    Como sempre, mais um excelente artigo de primeiras impressões Fábio.

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