Shigure, como eu o descrevi alguns episódios atrás, tem “olhos de cigano oblíquo e dissimulado”, e neste episódio mostrou como ele realmente é. Apenas Hatori sabe de sua verdadeira essência, porém só faz questão de dizer ao cão o que poderá vir das atitudes cruéis dele.

Não é à toa que Shigure está sempre sorrindo. Aquele que sabe esconder o jeito de ser age sempre com destreza, e o sorriso faz com que tudo o que tem dentro dele venha para fora como uma pontada no coração, de tão doloroso que chega a ser.

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Na verdade, o episódio 16 foi apenas um resumo bem humorado com a adição de algumas esquetes bem engraçadinhas envolvendo os membros do Clube de Karuta do Colégio Misuzawa, então acredito que não valha a pena incluí-lo tanto no texto. Apenas posso dizer que o amor que Taichi sente pela Chihaya continua tão transparente quanto um rio límpido, embora ninguém do clube tenha percebido ainda tais sentimentos.

Com esse clima de tristeza (?), inicio mais uma Sessão Vintage de Chihayafuru.

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