De posse do seu cartão de cidadão, JD, ou melhor, Joe, finalmente pôde ser registrado na Associação Oficial de Megalobox. Tudo perfeito, não fosse por um pequeno detalhe: ele está em último lugar dentre todos os lutadores inscritos, faltam apenas 3 meses para o início do Megalonia e apenas os lutadores melhor ranqueados participarão do torneio. Joe precisa melhorar seu condicionamento físico e sua técnica, customizar seu gear e conseguir atrair adversários melhor colocados que aceitem lutar contra um zé-ninguém que até pouco tempo se sujeitava a ser humilhado num ringue ilegal para mal ter onde cair morto. Ele precisa vencer 5 adversários em sequência se quiser continuar sonhando em desafiar Yuri novamente. Tudo parecer conspirar contra si, mas Joe é obstinado e não se dará por vencido facilmente.

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Após a vitória na batalha de Astarte, Reinhard Von Lohengramm foi condecorado pelo Kaiser Friedrich IV em cerimonia no palácio imperial com o título de conde, além de ser nomeado Vice-Comandante da Frota Imperial. Em meio as comemorações, membros do exército se dividem entre a inveja e o reconhecimento, comentando o fato de que o jovem almirante ter apenas 20 anos e ser irmão da amante do imperador. Alheio a isso, Siegfried Kircheis relembra os eventos que o levaram até aquele momento quando é abordado por uma figura misteriosa. Mas antes disso tudo, pausa os comerciais, digo, pausa para uma pequena aula de história.

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Megalo Box retorna para seu segundo episódio no exato ponto que terminou o primeiro. Nada de flashbacks, cenas desnecessárias ou narrador explicando o mundo em que os personagens vivem, como funcionam os gears ou o que é Megalo Box. Apenas dois homens prestes a se enfrentar num ringue de lutas ilegais, cada um deles levados até aquela situação por motivos muito diferentes um do outro. Mas será mesmo? Será que as motivações de Junk Dog e Yuri são tão diferentes assim?

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O plano de Reinhard de atacar individualmente cada uma das três frotas da Aliança foi um sucesso resplendoroso, ainda mais levando em conta que o inimigo tinha um força númerica bastante superior. Porém, uma transmissão capturada pelas forças imperiais mostrou um jovem comandante prometendo que tiraria seus companheiros daquela situação que parecia irreversível. A calma e a confiança de suas palavras intrigaram o almirante Lohengramm. Quem seria aquele oficial capaz de garantir com tanta certeza que seu exército conseguiria escapar ileso do inimigo? Haveria mesmo alguém capaz de enxergar uma falha no seu plano que, até então, parecia perfeito?

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Voz de locutor de loja de departamento NO ANIVERSÁRIO DE 50 ANOS DE CARREIRA DE GO NAGAI QUEM GANHA O PRESENTE É VOCÊ! Brincadeiras à parte, depois de Devilman Crybaby e Mazinger Z Infinity, é a vez de uma das pioneiras das mahou shoujo, Cutie Honey, fazer o seu retorno. Se será trinfual ainda não sabemos, mas a julgar por este primeiro episódio, podemos esperar muita ação e fanservice, embora marinheiros de primeira viagem possam ficar meio perdidos devido a certas opções narrativas um tanto discutíveis.

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Uma franquia tão preocupada em tocar os corações das pessoas através de romances e da música quanto através dos seus mechas. Uma obra concebida durante a década em que robôs gigantes reinaram supremos e que continua a influenciar criadores e a povoar os sonhos dos apreciadores de operas espaciais até hoje. Com vocês, mais um episódio de Entre no maldito robô.

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O ladrão mais famoso da história dos mangás e animes está de volta. Ao lado dos seus inseparáveis companheiros de trambicagens e aventuras Daisuke Jigen e Ishikawa Goemon (além da estonteante ladra Fujiiko Mine), Lupin III agora está na França e, sinal dos tempos, não está atrás de nenhum tesouro físico, e sim de criptomoedas guardadas num site encravado na Deep Web especializado em vender produtos e entregá-los em qualquer parte do mundo (e quando falo “produtos” não estou falando de livros, discos ou aparelhos eletrônicos e sim de armas e drogas). Porém, se antes precisava se preocupar apenas com seu eterno nêmesis Zenigata, Lupin e seus amigos serão jogados no olho do furacão de um jogo de gato-e-rato envolvendo não apenas redes sociais, mas toda a internet. Numa era onde todos observam e são observados o tempo todo, conseguirá o notório gatuno manter a aura de mistério que sempre o envolveu e virar o jogo contra seus novos inimigos?

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Centenas de anos no futuro, a humanidade abandonou a Terra e expandiu sua civilização para dezenas de novos planetas habitáveis. Séculos após as primeiras colônias interplanetárias serem estabelecidas, os seres humanos se encontram divididos em três grandes forças político-militares: o Império Galáctico, a Aliança dos Planetas Livres e Fezzan, um território autônomo que serve como entreposto comercial entre seus dois vizinhos belicosos cujo conflito está longe de ter fim. No ano de 796, forças imperiais e da aliança se preparam para um novo combate, mas desta vez a engenhosidade e a impetuosidade de um jovem almirante imperial chamado Reinhard von Lohengramm e a sagacidade e a imprevisibilidade de um tímido oficial da Aliança chamado Yang Wenli mudarão não apenas os rumos da guerra, mas a história do universo para sempre.

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Os anos 80 viram não apenas a consolidação e a explosão de popularidade do gênero mecha, como também o surgimento e a consolidação de diretores, animadores, roteiristas e estúdios que ajudaram a desenvolver ainda mais a animação japonesa naquela década. As gigantescas taxas de crescimento econômico naquele período (referido de forma jocosa porém nostálgica como “A Era da Bolha“) e o surgimento de um novo mercado audiovisual com a introdução e popularização do videocassete criaram as condições perfeitas para que ideias e talentos florescessem de forma constante. Bem-vindos ao sexto episódio de Entre no maldito robô.

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Em 1963, Tetsujin no. 28-go chegou as telas das televisões japonesas mostrando um robô controlado remotamente. Em 1972, Mazinger Z apresentou pela primeira vez um colosso metálico pilotado internamente tal qual uma aeronave. Em 1979, Gundam mostrou uma arma de guerra em forma humanoide com limitações numa história onde heróis e vilões não são tão diferentes assim um do outro que a fizeram diferente de tudo o que havia sido produzido no gênero mecha até então. Dois anos antes, Star Wars arrebatou dezenas de milhões de corações e mentes ao redor do mundo ao propor uma nova roupagem do clássico conflito entre Bem e Mal num cenário intergalático e tecnológico com claras influências orientais.

Todas essas histórias, narrativas, elementos e personagens abriram as portas para uma nova década onde criaturas mecânicas de enorme estatura (algumas não tão grandes assim), estreantes e veteranas, na TV, no cinema e até em novos formatos audiovisuais reinaram supremas. Estou, é claro, falando dos anos 1980, a era onde o gênero mecha se metamorfoseou, se expandiu, alcançou picos de popularidades nunca vistos e se enraizou definitivamente no inconsciente coletivo de uma nação e, porque não, de todo um planeta. Sejam todas e todos muito bem vinda(o)s ao quinto episódio de Entre no maldito robô.

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