A vida é cheia de reviravoltas, momentos nauseantes onde o pensamento não acompanha os fatos. Choque é o nome que se apresenta em momentos dilacerantes, sejam eles positivos ou negativos, o torpor nos toma por completo, os sentimentos nos atingem como um relâmpago noturno. Esse filme se inicia exatamente assim, como uma guilhotina de lâmina e fio, cirúrgica.

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Quem nunca desejou ter um amigo, um confidente ou mesmo um ajudante que nunca te abandona-se, traísse ou sentisse qualquer negatividade em relação a você. Alguém sobre o qual não sentimos rancor, competição, ou mesmo a sensação de sermos, ou estarmos, diminuídos pela existência alheia. Esse filme é a história de uma utopia que deu errado.

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Antes de partir para a resenha em si, já agora levanto um questionamento. Não sei se esse filme é um filme, no sentido cinematográfico, ou uma animação propriamente dita. A pergunta é válida, uma vez que o filme em questão se utiliza da técnica da rotoscopia. Pessoalmente não sei, mas desenvolvo no corpo do texto a apresentação dessa história.

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Realidade aumentada é um tema bem interessante de explorar, ainda mais em Sword Art Online, série multimídia que começou nos livros e ganhou o mundo com a realidade virtual “extrema” do jogo de imersão completa que dá título a franquia.

Se dá dinheiro é quase certa a produção de material original, sendo assim, Ordinal Scale (primeiro filme de fato da série) faz a ponte entre o arco Mother’s Rosario e Alicization. Vamos ver o que achei do filme?

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Bem-vindo a Hello World, um mundo que é espelho e reflexo, simulação e realidade, amadurecimento e ingenuidade. É um filme desafiador, mas no sentido de desafiar a si mesmo, e sua intenção, e aquilo que nos apresenta, se resume a uma aventura da simulação que ama. Isso fará sentido mais para frente na resenha.

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O artigo de hoje foi cedido pelo Rodney Ferreira. É uma participação especial, já que para além de ser um grande amigo de faculdade, ele um otaku de coração.

Estou fazendo essa breve apresentação devido ao fato de que ele não faz parte do blog, e também para contextualizar o texto dele aqui indicado.

Ano passado, antes de engrenar no mestrado em filosofia, Rodney e eu (Youkai), participamos da V Jornada de Filosofia Oriental e Intercultural da USP e I Congresso Internacional de Filosofia Intercultural da ALAFI, em uma mesa sobre cinema japonês. Nessa mesa, eu apresentei uma leitura filosófica sobre o filme Millenium Actress, e o Rodney fez um ensaio, muito mais denso, sobre o filme Tenshi no Tamago.

Pronto, contextualização efetivada! Não vou encher linguiça.

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Antes de começar o artigo gostaria de relatar algo que me intriga. Já perdi a conta de quantas resenhas com personagens que não possuem nome nenhum eu desenvolvi aqui nessa seção especial de filmes e OVAs de domingo. E adivinhem, esse é mais um que entra pra coleção.

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Gravity Daze, também chamado de Gravity Rush no ocidente, é um jogo de PlayStation Vita e 4. Sim essa resenha tem por norte falar de animes e não de jogos, mas o OVA em questão é um daqueles curtas promocionais lançados devido a ocasiões especiais que dizem respeito a obra original. Deixo aqui os links para mais informações caso tenham interesse. (Canal do youtube da PlayStation Europe)

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