Finalmente cheguei ao penúltimo filme de One Piece! Bem, ao menos até o momento, não sabemos quantos mais ainda apareceram em relação a essa obra, e convenhamos, mesmo depois que uma franquia chega ao seu fim, vez ou outra algum ímpeto comercial a revive, e isso é tranquilo, tá tudo bem.

Mas porque estou inflando esse fato em relação ao penúltimo e não ao último? Sei lá, deu na telha falar isso, perdão.

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Vincenzo é um dorama coreano (k-drama) produzido pela tvN e distribuído aqui no Brasil como exclusivo da Netflix. A obra foi lançada em fevereiro de 2021, possui 20 episódios e conquistou a atenção do público (talvez) pela temática “diferente” do usual, chegando a ficar no Top 10 da Netflix daqui e de vários outros países. Infelizmente o episódio final foi lançado hoje e com isso, gostaria de comentar um pouco sobre a obra no geral. Vamos lá?

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Já resenhei alguns curtas do Ghibli, ou mesmo coproduções, mas essa vai ser a minha primeira resenha com um filme propriamente dito do estúdio. E por que não começar com o mais recente, e provavelmente um dos maiores desastres da marca.

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A história de Zephyr, um lendário marinheiro que trilhou o caminho da insanidade. O filme doze de One Piece é, indiscutivelmente, parte fundamental e essencial da história principal da obra. É um cânone de suporte indispensável.

Z, o fundador e líder da nova marinha, consegue estruturar um arco extremamente interessante e que deveria estar junto ao corpo principal da franquia.

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O singelo aprendiz que ainda é puro, que se expressa sem os ditames, os vícios ou as rotinas da indústria. Eis aqui um exemplo do que uma obra sem nenhuma ambição ou ego manifesta, um percurso de esmero e fantasia, um conto efêmero dentre a neblina e o vento.

Kaze no Matasaburou é um anime de alguém de fora, alguém desvinculado das fórmulas, mesmo que, é claro, se utilize dos mecanismos narrativos e de enredo já tão batidos, mas o faz por este ser o seu referencial, e não por isso ser a sua corrente.

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Nem sei se essa introdução tem muito sentido, pois já devem ter reconhecido o anime pelo título ou pela sua imagem, certo? Mas quem liga pra sentido ou desperdício de palavras, esse anime nos ensina o valor daquilo que nem sequer percebemos o valor, o valor do silêncio, e acima de tudo, o valor da escuta.

No ensaio desta semana, apresento um anime que não precisa de apresentações. Aliás, leiam antes o ótimo artigo da Tamao-chan aqui linkado, e só depois, se desejarem, leiam esse aqui.

Enfim, sabe como é, se você não conhece esse anime, com certeza já ouviu falar. E novamente peço perdão, não resiste e acabei desenvolvendo a minha versão de um anime já adequadamente resenhado pela Tamao-chan. Devido a isso, resolvi ser mais ensaístico, ou assim espero.

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Bem vindos a mais uma review dos filmes de One Piece, o filme analisado desse lindo final de semana, lindo para quem não é humano e não partilha da iluminação cega da vida consciente, é Strong World. Na verdade, esse é o décimo filme da franquia, mas o título oficial que pegou é esse mesmo, o qual podemos traduzir para Mundo da Força, Mundo dos Fortes, etc.

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Quando os autores de Shingeki no Kyojin e Blue Lock elogiam um mangá é porque ele deve ser interessante e é justamente esse o caso de Kin to Tetsu (Fungus and Iron), uma distopia tão peculiar quanto cativante de autoria de Ayaka Katayama em lançamento na revista Bessatsu Shounen Magazine.

Na história acompanhamos Dante, uma garoto que se diferencia em tudo de seus companheiros de setor. Dante vive em um mundo distópico no qual não são os humanos que estão no topo da cadeia alimentar e sim os fungos. A organização Morchella controla tudo, mas existe um grupo rebelde chamado Aether e durante uma missão Dante entra em contato com uma de suas integrantes, Aoi, uma mulher, algo nunca antes visto por ele. A partir desse evento o mundo de Dante muda para sempre.

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