One Punch-Man é um mangá lançado desde 2012 sendo escrito por ONE e ilustrado pelo incrível Yuusuke Murata. A obra originalmente era um webtoon escrito por ONE que acabou sendo deixado de lado após 109 capítulos por conta do remake (o mangá que está atualmente ativo). Contando com mais de 140 capítulos e 18 volumes, a obra é publicada aqui no Brasil pela Panini, possui uma temporada de 12 episódios feita pelo estúdio Madhouse e disponíveis na Netflix com dublagem nacional. E com uma segunda temporada anunciada para abril de 2019 eu gostaria de comentar sobre o que vem por aí e por isso esteja preparado para os spoilers.

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[sc:review nota=4]

Considerando tudo, eu não acho que One Punch Man seja o melhor anime de super-heróis do ano, nem o Saitama o melhor super-herói. Mas isso sou eu, pessoalmente. O anime se tornou um fenômeno, ultrapassou as barreiras do nicho e ele tem mérito para isso (independente de eu achar que outros mereceriam também mas não chegaram nem perto). No momento em que escrevo, One Punch Man é a série mais bem avaliada no IMDb, site que contém o maior banco de dados de filmes e séries para TV da internet, à frente de pesos pesados como Breaking Bad e Game of Thrones.

O desfecho da luta entre Saitama e Lorde Boros nesse episódio faz sim justiça a esse reconhecimento. Eu estava pronto para dar cinco estrelas ao episódio final do anime. Mas ele teve uma segunda metade.

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[sc:review nota=4]

Um episódio bom, divertido de assistir, um deleite para os olhos (embora tenham havido episódios melhores nesse quesito), mas para se assistir com o cérebro completamente desligado. Tudo o que aconteceu foi absolutamente previsível; no máximo uma escolha em duas. Teve apenas duas coisas que me chamaram um pouco mais a atenção – e uma delas de forma negativa. De resto, foi o típico episódio que eu tenho até dificuldade de escrever sobre. Mas tentei e agradeço aos que me acompanharem!

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[sc:review nota=4]

E no que provavelmente é o primeiro episódio do arco final, todos os heróis de classe S são apresentados! Bom, todos menos um, obviamente o número 1 no ranque. O Metal Knight também não apareceu mas ele já era conhecido. Todos os outros deram o ar da graça. E são, como o esperado, pessoas de todos os tipos, com toda sorte de motivações diferentes. Não dá para duvidar que alguns ali sejam heróis de verdade, mas também não dá para deixar de duvidar de outros. Como o vilão da vez ameaça destruir tudo pelo caminho, porém, todos devem acabar fazendo a sua parte para enfrentar o inimigo comum e essas diferenças de moral e personalidade talvez acabem não sendo tão importantes assim. Ah, o Saitama continua imbatível.

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[sc:review nota=5]

O desfecho era tão previsível que o episódio nem se demorou muito nele. Gastou-se bastante tempo reforçando o heroísmo de todos os que enfrentaram o Rei do Mar Profundo antes do Saitama chegar, tanto o Genos quanto o Ciclista sem Licença (ei, eu disse que ia passar a chamar o Tio da Bicicleta pelo nome heroico verdadeiro se ele me convencesse, não disse?) fizeram tudo o que podiam e muito do que não podiam, até que finalmente caíram. E mesmo assim sobrou episódio. O Saitama não é qualquer um, assim como o Rei do Mar Profundo não era qualquer um. O título do artigo é brega, a expressão é brega, eu fiquei pensando se deveria mesmo usá-la ainda que desde o artigo anterior já estivesse preparado para isso, mas não dá para evitar admitir. O Saitama não é apenas um herói, é uma Força do Bem.

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[sc:review nota=5]

No episódio anterior os habitantes da Cidade Z precisaram lidar com a força destrutiva da natureza. E “lidar” naquele caso significava fugir em desespero ou resignar-se com a morte iminente. A própria Associação de Heróis não tinha esperança alguma de evitar a tragédia e não enviaram ninguém para o local. Um herói babaca chamado Metal Knight enviou um robô operado à distância apenas para testar uma arma nova, porque nem mesmo ele, um dos mais poderosos heróis de classe S, tinha qualquer esperança de impedir a queda do meteoro. A natureza nos fornece tudo o que precisamos para viver e prosperar, mas ao mesmo tempo pode nos aniquilar em um instante com seu poder destrutivo colossal. Mas a natureza não é boa nem má. Nesse episódio a Cidade J enfrentou um outro tipo de inimigo. O Rei do Mar Profundo não é algo mundano como um simples vilão: seu objetivo é destruição e morte. Como uma destrutiva força da natureza, seu poder arrasa tudo pelo caminho. Ao contrário dela, contudo, ele tem plena consciência do que faz e escolheu esse caminho. Ele é uma Força do Mal.

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[sc:review nota=4]

A Cidade Z é mesmo um lugar complicado. Talvez seja o centro do universo, não sei. Não só o Saitama tornou-se incrivelmente poderoso lá, não apenas monstros tão poderosos atacaram uma grande região da cidade (curiosamente essa região inclui a casa do Saitama) tão impiedosamente que todos os habitantes a abandonaram, como agora até mesmo um meteoro enorme, que estava ali apenas de passagem pelo espaço perigosamente perto do planeta mas não em rota de colisão, de repente desviou-se diretamente para a Cidade Z. O que isso quer dizer sobre a cidade? Que quem está escrevendo essa história a detesta. Ou que assim é mais fácil de dar oportunidades para o Saitama mostrar do que é feito, quem sabe. Confesso que aprecio a indiferença com a qual o anime se desobriga completamente de dar qualquer tipo de explicação para isso. Talvez a Cidade Z não seja o centro do universo em One Punch Man, mas o Saitama é e ninguém tenta esconder isso.

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[sc:review nota=4]

Não é fácil a vida de herói de nível baixo! Para quem está na classe C, como é o caso do Saitama, é preciso realizar pelo menos um ato de heroísmo por semana. E isso não é simples como parece, já que embora possa ser qualquer coisa heróica, a absurda quantidade de heróis desse nível garante que não há o suficiente para todos os herói de classe C. A competição é feroz! E bom, eu sei que disse “qualquer coisa heróica”, mas acho que ajudar velhinhas a atravessar a rua não conta, mas deve ser tudo acima disso – o Tio da Bicicleta não apareceu pela primeira vez recuperando um balão de uma árvore para uma garotinha? Para o Saitama é ainda mais difícil considerando que ele mora em uma região completamente abandonada da sua cidade …

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[sc:review nota=4]

Saitama e Genos se tornaram, oficialmente, heróis. Pena que não saíram do centro de avaliação com uma carteirinha ou insígnia (ou se saíram, não foi mostrado) porque poucas coisas são ícones tão fortes e universalmente reconhecidos de burocracia quanto documentos de identificação, autorização ou habilitação. Mas são também necessários! Talvez não para tudo, mas quem aqui seria louco de dizer que um documento como o RG, por exemplo, é desnecessário? Bom, os britânicos diriam isso. Não há um documento de identificação pessoal no Reino Unido. Nem nos EUA, aliás. A propósito, a maioria dos países do mundo não possuem um documento que sirva exclusivamente para identificação pessoal, como o nosso RG, e mesmo entre os que possuem esse documento, o porte dele não é obrigatório em todos. Então isso é burocracia ou não é? Por que existe?

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[sc:review nota=4]

Agora voltei a ter esperança nesse anime. Mas precisava três episódios só pra mostrar o quão vagabundo o Saitama era? Ah sim, as piadas. Foram mesmo de matar, que bom que ficaram três episódios contando as mesmas piadas para eu decorar elas direito e rir bastante. Enfim, nesse episódio, movido por sua motivação idiota de sempre, Saitama entrou em ação mas pela primeira vez os adversários que enfrentou o levaram a refletir um pouco. Para alguém que não quer nada com nada como o Saitama refletir é uma grande coisa. E porque ele quer ser mais reconhecido (ele não sabia que ninguém o conhecia) decidiu entrar em uma tal Associação de Heróis, o que me parece promissor também em termos de possibilidades de evolução do enredo e do personagem.

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