Pode a boa intenção, o sentimento bom, positivo, redundar no mal? Essa pergunta é retórica. Na vida, sabemos que sim. Tales of Zestiria já mostrou que sim também. Seja por causa do fanatismo ou do desespero, produzir o mal, ou mais mal do que bem, é sempre uma possibilidade real. No caso de Zestiria o pior resultado possível é a Malevolência.

Esses dois episódios serviram em primeiro lugar para desenvolver a Rose e explicar sua complicada relação com Dezel, o serafim do vento. E o final do terceiro episódio retornou à Alisha. A escolha não poderia ser melhor, já que as duas representam perfeitamente os dois pólos opostos já mencionados: Rose é uma fanática em sua missão de expurgar o mundo das pessoas más, enquanto a Alisha está desesperada tentando salvar seu povo sem nenhum dano colateral. As duas são movidas por boas intenções e, não obstante, produzem ou estão sob constante risco de produzir o mal. Como Pastor, é função do Sorey guiá-las.

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Tivemos outro episódio particularmente morno de Ao no exorcist. Pra ser sincero, enquanto adquirimos certas informações e resolvemos certos problemas, dificilmente escapamos da situação de suspeita e desconforto que vimos na seita no episódio passado. Se por um lado Rin parece estar cada vez mais próximo de recuperar seu ciclo de amizades (Shima, Kamiki e agora Shiori parecem estar dispostos a voltar tudo a como era antes), por outro a seita parece estar mais dividida do que nunca agora que os maiores suspeitos de traição são membros das 3 famílias principais (um deles sendo o líder da própria seita).

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