E não é que Seidou pensou que realmente iria bem em jogo com o Ichidai iniciando a partida? Claro que o início foi bem bombástico, com direito a dois pontos marcados por Kuramochi e Haruichi, além de conseguirem segurar que o time adversário conseguisse marcar algo por um bom tempo.

Mas em algumas coisas Seidou errou. Furuya ainda continua muito tenso em seus arremessos, entregando muitas bolas e poucos strikes. Isso, além de cansar o arremessador, também faz com que muitos rebatedores tenham chance de avançar para a segunda base.

Isso foi um risco que o treinador Kataoka quis correr em uma batalha entre ases.

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Bom dia!

Nas primeiras impressões da temporada anterior, Symphogear AXZ, eu escrevi sobre como essa é uma franquia legal pois dá para começar a assistir por qualquer temporada que tá tudo bem.

É sempre bom assistir a primeira temporada antes, mas depois dá para assistir o G, GX ou AXZ sem grandes traumas. É mais divertido se assistir tudo, claro, e há continuidade entre as temporadas, mas não é fundamental para a experiência de curtir um bom anime de garota mágica com muita porrada e muita música.

Sobre essa quinta temporada, Symphogear XV, não posso dizer o mesmo. Eu totalmente recomendo que assista antes as demais temporadas, ou pelo menos leia um guia ou resumo (não é tão complicado).

E me parece normal que seja assim, porque essa temporada está com jeito de que será a última.

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Não, não sou um grande fã de Fate. Só gostei um pouco do Fate de comidinha, o spin-off do Emiya, já que tinha comidinha, e do Apocrypha, pois o Astolfo é um personagem com carisma além da conta (a surpresinha nada tem a ver com isso, juro).

Enfim, minha experiência com Fate é nada ortodoxa e não acho legal esse lance da Grande Guerra do Santo Graal, prefiro ver disputa por taça de futebol, muito legal e nem grandioso só porque os heróis lutam.

A presença dos magos acho bem chata, sem falar que os heróis existem nessa franquia apenas para o fanservice, ou você acha que gostam da Arthuria por ela ser uma mulher empoderada? Não, é por ela ser uma waifu com espada em punho!

Enfim, enfim, eu me interesso por Fate, mas menos pelo conceito da guerra e mais por um ou outro personagem que é bom o suficiente para chamar a minha atenção, e isso ocorre com o Waver Velvet. Não vi Fate Zero e nem pretendo ver tão cedo, mas gosto do personagem que ele é no pós-guerra. Enfim… Vamos nessa?

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A união entre o autor do popular e elogiado Soul Eater com o estúdio que dá vida ao clássico Jojo não poderia resultar em menos que um anime de qualidade, né? Sei que as expectativas eram essas, e eu confesso que também pensava isso, mas o David Productions apelou. Fire Force, Enen no Shouboutai é o título original japonês, teve uma estreia de tirar o fôlego que empolgou mais por sua animação, é a verdade, mas não deixou de entregar um universo e uma trama interessantes. Há potencial na obra e ele brilha como o fogo ardente que os bombeiros tentam apagar. É hora de Fire Force no Anime21!

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Todo heavy user de animê conhece o Hijikata: demoníaco vice-comandante do Shinsengumi e, mais importante, viciado em maionese. Personagem da zueira sem fim de Gintama.

Hijikata, Shinsengumi e vários outros personagens dessa série realmente existiram. Em Hijikata Toshizou: Shiro no Kiseki, conhecemos o lado real dessa parte tão importante da história do Japão.

Essa publicação existe graças ao grande Kondou-san, que conversou comigo a respeito desse animê e me ensinou vários detalhes dessa parte histórica. As informações que ele me passou foram tão interessantes que considerei de grande valia divulgá-las. Tudo que foi dito pelo Kondou-san estará devidamente marcado neste artigo.

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