Uma cidade movida por tecnologia, totalmente automatizada e controlada por humanos. Durante um certo período foi uma vivência animadora, tudo parecia estar avançando da melhor maneira. Mas quando os genes terminais de rede são perdidos, esse cenário muda e os humanos passam a ser reféns de sua própria criação, a tecnologia. Agora, sendo obrigados a viverem de uma forma humilhante, escondidos e sem comida, cercados apenas por uma grande estrutura de metal e escadarias sem fim. Esse cenário pós-apocalíptico é o contexto de Blame!

Para quem não sabe, Blame tem um mangá com 10 volumes no total, a história que se passa no filme é original, é uma espécie de momento anterior, algo preparatório para o mangá.

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Tem dois anos que li o mangá desta obra. Posso dizer que peguei para ler em um momento de “Já me falaram bem desse mangá, mas mesmo sabendo do que se trata, estou meio aflita… Mas quer saber, vou ler mesmo assim!”, e posso dizer que nunca senti tanto ódio por metro quadrado. Não tem um personagem pelo qual não fosse a Shouko ou a irmã dela que eu tenha gostado, apesar do esforço de Shouya em reparar o seu erro.

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Não me arrependo em nada por ter deixado para assistir Túmulo dos Vagalumes em uma fase um pouco mais madura da minha vida, – acabei vendo ele pela primeira vez apenas no ano passado – pois ele é de fato um filme muito difícil de ser visto. E eu poderia ter passado muito mais tempo sem ter tido a mínima vontade de vê-lo, mas depois que vi, passei horas e horas refletindo sobre o filme, e sem dúvidas eu não queria ter que assistir outra vez, não por ser ruim, pois esta obra está muito longe de ser ruim, mas sim por ter uma carga extremamente pesada e vir acompanhada de uma inevitável e profunda reflexão sobre a vida.

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