Chega o momento da triste despedida de mais um anime que gostei muito de curtir e acompanhar por aqui, se durante toda a temporada Osamu e sua turma nos deixaram eletrizados com tanta ação, agora no final temos o descanso merecido, mas não sem deixar aquele gostinho de quero mais com a novidade no time da Tamakoma-2 e o que ele pode fazer a partir de agora junto aos protagonistas.

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Coletar os pedacinhos das estátuas de pedra reparou a última mácula do Tsukasa na trama e meio que permitiu que ele fosse perdoado de vez, o que eu acho um desserviço tremando a história, mas, por outro lado, talvez não seja tão ilógico esse tipo de raciocínio seguindo a ideia da cura periférica já explicada pelo Senku anteriormente.

Contudo, a própria cura periférica é um baita de um artifício de roteiro descarado, convenhamos. Enfim, o importante é que apesar disso, Dr. Stone conseguiu entregar um último episódio convincente. Foi o último episódio de seu prólogo, visto que até para salvar o Tsukasa a aventura devia continuar e seria um desperdício tremendo não ir a fundo nos mistérios desse mundo.

É hora de nos despedirmos por um tempo de Senku e sua turma, pois do doctor stone (com o qual tomamos banho) nunca nos despediremos.

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A animação desse episódio final foi sensacional e a trilha sonora também, como se o MAPPA quisesse deixar a melhor última impressão possível. E deixou, a luta do combo ItaKugi foi excelente, não deixou pedra sobre pedra em mostrar toda a capacidade dos heróis desse shounen de porrada tão divertido. Sem mais delongas, vamos falar do que importa!

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O que dizer desse final de Neverland, hein? Eu gostei de 2/3 dele, quando o trio e alguns outros ficaram para trás e vieram as cenas sem qualquer contexto achei a coisa toda meio triste, com gostinho de total falta de cuidado com uma história que não rendeu só dinheiro, mas também foi bastante elogiada pelo menos até certo ponto.

Tinha como fazer uma roupagem diferente desse final para não passar essa impressão de “cancelamento” que é uma inverdade tremenda, apesar dos 11 episódios denunciarem a falta de preocupação dos financiadores com a narrativa. Ainda assim, houveram boas coisas nesse episódio, mas foi um pouco como eu falei no último artigo, que nada de realmente relevante iria acontecer.

E para jogar a última pá de terra veio o final feliz sem maiores consequências. Não que ter vivido uma vida de gado já não fosse suficiente, mas a maneira como ficou aberto, como pareciam e faltavam mesmo coisas, passa a impressão de que isso faltou, mais consequências. Infelizmente, a “tragédia” já estava anunciada e o final feliz veio, mas a que custo para nós?

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Eu gosto tanto de Log Horizon que é até difícil dar esse adeus agora, mas enfim, chegamos ao último episódio e não há o que fazer. Se por um lado fico triste com o primeiro fato, por outro, saio mais do que realizado com as pontas fechadas aqui e o desenvolvimento de alguns personagens, então vamos ao grand finale?

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Depois de muitos problemas, lutas, perdas e conquistas, o episódio final de Tensei Slime veio para nos dar uma pequena amostra do que o futuro nos reserva, ou melhor, reserva para Rimuru e cia. Foi um episódio que em sua maioria teve momentos leves, sem esquecer que apesar da calmaria atual, ainda há problemas que precisam ser resolvidos para que Tempest viva verdadeiros momentos de paz.

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Shiganshina é o local onde tudo começou, nada mais justo que retornar para lá mais uma vez. E nada mais justo do que outra vez Marley atacá-la, e nada mais justo porque Paradis os atacou a pouco tempo. Outra vez, revanche, vingança, retorno ao início. Até parece que tudo está prestes a explodir. Talvez sim, talvez não, mas não saberemos tão cedo pois é aqui que a primeira parte da temporada final de Shingeki no Kyojin se encerra.

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Mirai teve a despetrificação mais espalhafatosa de todas (tudo bem que só lembro de ter visto elas de manhã, mas brilhar já foi demais) e não há tempo para que ela vire uma personagem de fato (não que espere muito dela de toda forma), mas ela com certeza chegou chegando na trama, afinal, é o calcanhar de Aquiles de seu irmão, Tsukasa.

Porém, ela com certeza também é a sua força, como a Ruri foi por muito tempo a força da Kohaku, a motivando a se esforçar e se fortalecer em prol da cura da irmã.

E foi ao perceber isso, como ela é em algum aspecto semelhante ao Tsukasa, que nós vimos como é importante a empatia, não para perdoar os crimes que o (ex-)vilão cometeu (alguns não serão reparados mesmo com a “magia” da Yuzuriha), mas para humanizar o personagem.

Já um que nem parece humano é o Hyoga, mas foi justamente nesse mau-caratismo dele que esse episódio se criou, aproveitando uma dinâmica há muito tempo não explorada no anime, a força da dupla Senku e Tsukasa.

A dupla mais poderosa da humanidade foi desafiada e respondeu de acordo em um episódio que tornou ainda mais claro o caminho que Tsukasa deve tomar em seus últimos suspiros.

Não tem mais como ele ficar em cima do muro após ter visto todo o extremismo do ardiloso Hyoga, mas a questão é, que diferença fará isso agora? Veremos. É hora de dar um fim a Stone Wars no Anime21!

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Esse episódio deu muita pinta de que o foco não seria na Teiou e de que algo de muito ruim iria acontecer desde o começo porque eu não sei se você percebeu, mas a animação esteve bem afiada desde as primeiras cenas.

Além disso, quando a McQueen sentiu a perna e pediu para treinar sozinha era o sinal de que queria esconder o problema de suas companheiras e técnico.

Uma reação pouco inteligente, mas compreensível devido ao que poderia estar em jogo, que era a possibilidade de correr e não só isso, competir com sua grande rival, Teiou.

Uma Musume 2 abraçou o drama mais uma vez e apesar de eu já estar um pouco de saco cheio de ter meu coração quebrado semana sim semana não, cubro a aposta já dobrada pela produção do anime e compro a ideia de investir no drama com suas protagonistas desencontradas.

Quando uma se posta apta a correr em alto nível a outra tem uma lesão grave, quando a que teve a lesão se recupera a outra se lesiona. Parece carma, mas foi a forma que encontraram de dar sentido a carreira da Teiou após tantas decepções.

Se ela não tem mais sua tríplice coroa ou invencibilidade, o que a resta é correr contra Mejiro McQueen mais uma vez. Vamos chorar agora?!

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