Eu coloquei esse título porque… como diabos ninguém notou a roupa do Kitarou na escola fantasma e como ele não notou a presença do símbolo do inimigo nos youkais que derrotou? No Tantanbou estava enorme! Mas a explicação plausível que encontrei foi: é um anime para crianças. Consideremos algo normal, por favor.

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Como você sabe (ou vai ficar sabendo agora), quase todos os animes lançados nas temporadas tem uma fonte original. Alguns vieram de mangás, outros vieram de light novels, games ou até mesmo de visual novels. Há exceções, é claro, temos alguns animes originais nessa temporada (como Shoujo Kageki Revue Starlight e Sirius the Jaeger) e esse artigo tem como finalidade mostrar alguns dos animes da temporada de julho de 2018 que tem versão em mangá, seja original, seja como só mais uma adaptação de outra mídia.

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Quem nunca teve aquele amigo que é mentiroso, mas que também faz algo para ajudar pessoas que precisam de ajuda? Neste episódio, não só as pessoas que o pequeno youkai mostrado salvou se sentiam solitárias e necessitadas, como também o próprio Kawauso. Apesar de enganar vários humanos em prol de seu divertimento, quando alguém precisou de ajuda, ele se propôs a estender sua mão.

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Histórias com Tengu são contadas de várias maneiras. A maneira que acredito que foi mais completa talvez tenha sido em Uchouten Kazoku, mesmo que tenham colocado mais toques de magia que o já imaginado. Apesar de um Karasu Tengu que se rendeu à beleza de Mana ter aparecido, ele não fez nada com que atrapalhasse a motivação dos personagens, assim como várias lendas dizem que os Tengus gostam de brincar ou atrapalhar os humanos.

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A primeira vez que vi um Umizato foi no anime Mononoke. O papel dele era mostrar o verdadeiro medo de cada um dos personagens que se encontravam à sua frente. Ele é representado como um peixe de um olho só, tocando um biwa, que é uma espécie de viola japonesa. A cada vez que tocava uma nota, alguém sofria de alucinação causada pelo próprio medo que lhe era informado. Em Gegege no Kitarou, Umizato é mostrado de forma egoísta aos olhos de quem vê. Isso até mesmo fez com que o tio de Mana fosse preso em uma “fantasia manipuladora”, e era algo que nem Kitarou, e muito menos Mana, deixariam barato.

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A frase que está no título é a única coisa que consegui tirar como moral do episódio. Mas também teve uma crítica social muito boa: a procura de um padrão de beleza. Todo mundo sabe que muitas mulheres procuram várias formas de se manter belas, como o uso excessivo de maquiagens, diversas formas de dietas para emagrecer e, como foi o foco do episódio, cirurgia plástica. MAS não foi uma cirurgia qualquer, foi uma ESPÍRITOPLASTIA!

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Muita gente perde a infância de diferentes maneiras. Algumas pessoas não tiveram tempo de ser criança porque foram obrigadas a trabalhar com tão pouca idade. Outras não conseguiram esse tão estimado tempo porque tiveram que fazer serviços que não me cabem a dizer aqui. E a causa mais comum: perderam a infância porque se tornaram adultos e não têm mais tempo para se divertir com os(as) seus(suas) filhos(as) ou com os(as) seus(suas) sobrinhos(as) porque o mercado de trabalho exige demais. O que aconteceu aqui foram dois fatores: um homem de meia-idade que perde o emprego e, portanto, sua vida, incluindo o seu lado criança e foi para o mundo dos sonhos, e Kitarou que, como muitas crianças por aí, não teve tempo de aproveitar a infância, e se tornou alguém sem muita imaginação em um mundo de sonhos.

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Com o pretexto de filantropia, Nezumi Otoko tenta mais uma vez conseguir dinheiro através dos outros. Na verdade, essa palavra significa ajudar os outros, caridade, assim como ele explicou durante o episódio. Porém o seu esquema é sempre o mesmo: vender os seus produtos de uma forma que os cidadãos possam pagar. Desta vez, a moda são os diamantes, que costumam ser caríssimos e raros por serem pedras preciosas. Sabendo disso, nada melhor que cair em cima do ponto fraco do povão (até mesmo a Nekomusume entrou no balaio)!

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Como eu escrevi no artigo do episódio passado, o mundo comandado pelos tanukis seria uma péssima ideia. Conseguiram expressar tudo o que eu não conseguiria neste episódio. O mundo comandado por esses seres seria extremamente caótico e, ao mesmo tempo, rígido. É como se todos estivessem na época da Ditadura Militar, onde todas as opiniões que parecem ser contrárias às leis dos tanukis era mal vistas e os humanos presos e, provavelmente, sofrendo algo mais como castigo. E as pessoas que se desentendiam ou eram vistas como malvadas possuíam uma aura negra à sua volta, além de terem rabos do Youkai. Esse seria, definitivamente, o pior cenário social e político que eu imaginaria em um anime infantil do século XXI.

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Quando eu vi Uchouten Kazoku, pensava que um lugar dominado por tanukis seria um tanto quanto divertido. Se tirar a parte do grande conchavo político entre duas famílias de “guaxinins” e a perda de sanidade que mistura tengus (são seres voadores do folclore japonês, tendo a forma de humanos com asas em sua maioria) e humanos, a parte despreocupada do anime, que é a vida que Yasaburou tenta transformar em algo menos complicado, seria a parte onde os Tanukis dominavam uma pequena parte da vida humana.

Mas em Gegege no Kitarou isso é mostrado de forma catastrófica. Isto é, o que aconteceria se uma enorme quantidade de tanukis quisesse dominar o Japão? Logicamente que outros youkais, como foi mostrado no terceiro episódio, quiseram fazer isso. Mas a forma utilizada aqui parece mais eficaz, pelo menos nesta primeira parte.

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