Depois de um intervalo entre um episódio e outro causado por motivos de “não sei o quê” assim como já teve anteriormente, voltamos com a programação normal de artigos semanais do anime! E esta semana trouxe com ela uma preparação para o início do plano Brigadoon, me fazendo crer que o envolvimento de Nanashi seja ainda maior que o esperado, principalmente quando ele conseguiu pegar o anel de Arcana.

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Durante o anime “GeGeGe no Kitarou” teve vários episódios onde o preconceito foi tratado. Esse é um tema muito presente, principalmente por se tratar de uma obra sobre youkais. Mas está chegando ao clímax do show, onde Backbeard fala sobre uma coisa muito importante: o núcleo do Projeto Brigadoom.

Além disso, o embate entre youkais ocidentais e orientais vai se estender até o final, que não falta muito. Pelo que soube, serão 51 episódios, então nada mais justo que terminar com conflitos que se estendam às outras culturas.

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Não basta só ter o episódio 32 falando sobre amor (embora muitos outros também tratem do mesmo assunto, mas este é o mais recente), como também este para fechar um combo. E não é qualquer tipo de relacionamento, mas sim um entre um youkai e uma humana. Bem mais verdadeiro que o casamento de Nezumi Otoko, e um romance melhor que Crepúsculo.

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Claro que o anime mostrou uma frase clichê que podemos usar para algum tipo de situação difícil: “Existe, sim, poder no amor”. Na verdade, amor é muito mais do que um sentimento que sentimos por outras pessoas e por nós mesmos. É algo que se deve aprender para ser sentido, e ele tem vários significados em diversos âmbitos. E mais, é algo duradouro, não se esvai, é verdadeiro. É o que Koujirou sente por Mana, e a menina não percebe, mesmo tendo soltado aquelas frases que leu em um mangá na manhã do mesmo dia.

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Quem não gosta de expor o que gosta, mesmo sendo um negócio chato para caramba? O que pode ser chato para as outras pessoas, ou então não parece ter uma aparência muito boa, pode ser super legal e bonito para você!

A rotina dos três youkais que cuidam de feijões Azuki começou com eles sendo deixados de lado, mas tiveram um final feliz.

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Todo mundo tem uma “festa comercial” que odeia, não é mesmo? Todas as festas que têm um valor simbólico perderam o seu sentido com o passar dos anos. Posso colocar a páscoa como exemplo, festa religiosa que celebra a ressurreição de Jesus, e é também considerada o dia em que recebemos ovos de chocolate. Como vemos em desenhos americanos, como Snoopy, os ovos de páscoa são decorados com diversas cores em sua parte externa, e dentro ele é oco, simbolizando a ressurreição. Mas também criaram diversas atividades, como procurar ovos escondidos por aí. Acaba sendo divertido para as crianças, mas ao meu ver, perde um pouco o significado.

Agora achei espetacular o fato da Nekomusume e do Nezumi Otoko reclamarem sobre o Halloween ser uma festa comercial. Por que os japoneses preferem celebrar uma festa ocidental ao invés de uma oriental cheia de youkais e com diversos significados? Além disso, as pessoas acabam gastando muito, não só com fantasias, sejam elas elaboradas ou não, mas também com doces, caso não queiram que as crianças façam travessuras em suas casas. É algo que me deixou feliz de ver.

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É sério, eu fiquei com muita dúvida que título colocar no artigo. “Será que seria bom colocar algo sobre o Plano Brigadoon? Mas o episódio não é só sobre isso.” “Ah, mas e se eu colocar algo sobre o Victor Frankenstein? Não faz sentido, porque ele só apareceu do meio para o final do episódio.””Então faz mais sentido colocar algo que aconteça no episódio todo, que é a amizade entre uma bruxa e a Mana.”

A Mana é uma menina tão animada e simpática que até a vassoura da Agnes gostou dela. Não apenas isso, mas também causa muitos amores platônicos. Já tivemos a aproximação do Nurikabe com ela e agora do Frankenstein. O problema é que a participação da menina nos episódios sempre causa muitos problemas ao Kitarou, mas sem isso a história não andaria.

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O episódio 28 complementa o 27, porém apenas o 27 tem um fator importante, que é lidar com as diferenças. No episódio 21, vemos a amizade de dois youkais completamente diferentes: Takurou-Bi, um youkai de fogo, e Amefuri-Kozou, um youkai que faz a chuva acontecer. Já neste, a coisa é mais profunda, pois há o fator imigração.

Os youkais da Malásia tiveram o seu lar destruído por youkais norte-americanos e não tinham mais lugar algum para morar. Kitarou resolveu ajudá-los, porém havia diferenças muito culturais os rondando. Monstros da Malásia: dançam, fazem muito barulho a noite toda e querem que sua cultura sobreponha à dos monstros de Japão, que são mais quietinhos e preferem silêncio.

Não, não estou dizendo que Japão é o melhor e etc… Apenas que o comportamento era mais aceitável. O problema todo é esse: quando alguém novo no pedaço já acha que manda nas terras que acabaram de “descobrir”(olha, parece até mesmo quando Portugal “descobriu” o Brasil, sendo que já havia índios aqui) e pensa que os que já moravam ali têm que respeitar a sua cultura.

Não é à toa que uma linha limítrofe havia sido criada para separar os youkais malasianos dos japoneses. Porém ninguém imaginava que mortes ocorreriam por causa de um anel.

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Quando eu achava que a Mana não podia ser ainda mais azarada, mais maldições aparecem. Não é possível isso! Mas no episódio 25 ela não pediu por aquilo. Aliás, em MOMENTO ALGUM! Vamos combinar que aquela amiga dela que resolveu se vingar da Karin utilizando o celular da própria Mana que merecia o sermão dos youkais. O que aconteceu a ela foi totalmente descabido e injusto na minha opinião.

Já no episódio 26, o que pude extrair de maldições foi a prisão interna e externa que sofremos quando se tem algum relacionamento abusivo, seja de namorado(a), seja de parente, e até mesmo de pai, mãe e irmãos. Ou seja, qualquer pessoa que te sufoque, mas oferece apenas a si mesma como porto seguro, e isso faz mal mentalmente e fisicamente.

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O episódio 24 demorou, mas chegou! Depois de uma semana sem notícias, está aí, o anime de volta. Eu tinha visto a preview deste episódio e me animei de ver bastante. Não fiquei tão ansiosa quanto esperava, mas é isso aí. O fato é que o Nezumi Otoko se casou e foi enganado. No entanto, não foi só ele, como vários outros homens (se bem que ele é um meio-youkai, mas acontece). O fato é que a mulher mais desejada por todos era, na verdade, uma youkai que engana os homens, fazendo-os relaxar e fazendo o que quiser com eles, seja bater, roubar carteira e… Bem, um anime assim não iria tão longe ao chegar em ESTUPRO, porém foi demais a ponto de mostrar como alguns homens realmente se sentem, como aquela bendita frase que várias de nós conhecemos: “MULHER NENHUMA PRESTA!” ou então a cena em que o Konaki-Jiji ficou tão ouriçado com a moça que, quando se agarrou nela, começou a ofegar e a se esfregar nela. Pois bem, vamos deixar essas coisas para lá. Isso daria bem mais que um parágrafo enorme para ficar escrevendo o quão isso pode soar absurdo.

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