O episódio 28 complementa o 27, porém apenas o 27 tem um fator importante, que é lidar com as diferenças. No episódio 21, vemos a amizade de dois youkais completamente diferentes: Takurou-Bi, um youkai de fogo, e Amefuri-Kozou, um youkai que faz a chuva acontecer. Já neste, a coisa é mais profunda, pois há o fator imigração.

Os youkais da Malásia tiveram o seu lar destruído por youkais norte-americanos e não tinham mais lugar algum para morar. Kitarou resolveu ajudá-los, porém havia diferenças muito culturais os rondando. Monstros da Malásia: dançam, fazem muito barulho a noite toda e querem que sua cultura sobreponha à dos monstros de Japão, que são mais quietinhos e preferem silêncio.

Não, não estou dizendo que Japão é o melhor e etc… Apenas que o comportamento era mais aceitável. O problema todo é esse: quando alguém novo no pedaço já acha que manda nas terras que acabaram de “descobrir”(olha, parece até mesmo quando Portugal “descobriu” o Brasil, sendo que já havia índios aqui) e pensa que os que já moravam ali têm que respeitar a sua cultura.

Não é à toa que uma linha limítrofe havia sido criada para separar os youkais malasianos dos japoneses. Porém ninguém imaginava que mortes ocorreriam por causa de um anel.

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Quando eu achava que a Mana não podia ser ainda mais azarada, mais maldições aparecem. Não é possível isso! Mas no episódio 25 ela não pediu por aquilo. Aliás, em MOMENTO ALGUM! Vamos combinar que aquela amiga dela que resolveu se vingar da Karin utilizando o celular da própria Mana que merecia o sermão dos youkais. O que aconteceu a ela foi totalmente descabido e injusto na minha opinião.

Já no episódio 26, o que pude extrair de maldições foi a prisão interna e externa que sofremos quando se tem algum relacionamento abusivo, seja de namorado(a), seja de parente, e até mesmo de pai, mãe e irmãos. Ou seja, qualquer pessoa que te sufoque, mas oferece apenas a si mesma como porto seguro, e isso faz mal mentalmente e fisicamente.

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O episódio 24 demorou, mas chegou! Depois de uma semana sem notícias, está aí, o anime de volta. Eu tinha visto a preview deste episódio e me animei de ver bastante. Não fiquei tão ansiosa quanto esperava, mas é isso aí. O fato é que o Nezumi Otoko se casou e foi enganado. No entanto, não foi só ele, como vários outros homens (se bem que ele é um meio-youkai, mas acontece). O fato é que a mulher mais desejada por todos era, na verdade, uma youkai que engana os homens, fazendo-os relaxar e fazendo o que quiser com eles, seja bater, roubar carteira e… Bem, um anime assim não iria tão longe ao chegar em ESTUPRO, porém foi demais a ponto de mostrar como alguns homens realmente se sentem, como aquela bendita frase que várias de nós conhecemos: “MULHER NENHUMA PRESTA!” ou então a cena em que o Konaki-Jiji ficou tão ouriçado com a moça que, quando se agarrou nela, começou a ofegar e a se esfregar nela. Pois bem, vamos deixar essas coisas para lá. Isso daria bem mais que um parágrafo enorme para ficar escrevendo o quão isso pode soar absurdo.

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Não sei se alguém percebeu, mas no anime foram mostradas três datas: 1968, 1971 e 1985. Esses anos são a representação das datas das três primeiras temporadas de Gegege no Kitarou. E todas elas mostram a vida de youkais dentro de um apartamento que existe até hoje no anime. Comecei com este fato porque achei super importante para o desenvolvimento da história, e se alguém não achou, bem… Acontece. 🙂

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Eu gosto de sempre ressaltar que este anime sempre nos traz alguma lição de moral. Não é à toa, já que é um anime de terror para crianças, não é mesmo? Acredito que o que podemos tirar deste episódio é a mesma coisa que já vimos em muitos outros: não mexa no que não é seu. Ainda estou tentando saber qual dos episódios tiveram as piores consequências até hoje, já que o anime começou jogando na nossa cara que, quando um faz uma besteira, todos pagam o pato.

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Eu coloquei esse título porque… como diabos ninguém notou a roupa do Kitarou na escola fantasma e como ele não notou a presença do símbolo do inimigo nos youkais que derrotou? No Tantanbou estava enorme! Mas a explicação plausível que encontrei foi: é um anime para crianças. Consideremos algo normal, por favor.

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Como você sabe (ou vai ficar sabendo agora), quase todos os animes lançados nas temporadas tem uma fonte original. Alguns vieram de mangás, outros vieram de light novels, games ou até mesmo de visual novels. Há exceções, é claro, temos alguns animes originais nessa temporada (como Shoujo Kageki Revue Starlight e Sirius the Jaeger) e esse artigo tem como finalidade mostrar alguns dos animes da temporada de julho de 2018 que tem versão em mangá, seja original, seja como só mais uma adaptação de outra mídia.

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Quem nunca teve aquele amigo que é mentiroso, mas que também faz algo para ajudar pessoas que precisam de ajuda? Neste episódio, não só as pessoas que o pequeno youkai mostrado salvou se sentiam solitárias e necessitadas, como também o próprio Kawauso. Apesar de enganar vários humanos em prol de seu divertimento, quando alguém precisou de ajuda, ele se propôs a estender sua mão.

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Histórias com Tengu são contadas de várias maneiras. A maneira que acredito que foi mais completa talvez tenha sido em Uchouten Kazoku, mesmo que tenham colocado mais toques de magia que o já imaginado. Apesar de um Karasu Tengu que se rendeu à beleza de Mana ter aparecido, ele não fez nada com que atrapalhasse a motivação dos personagens, assim como várias lendas dizem que os Tengus gostam de brincar ou atrapalhar os humanos.

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