Ah, a genética. Era a matéria que eu menos gostava na faculdade, mas isso não a faz menos interessante. Tem tantos temas a serem tratados minuciosamente no meio desse mundo que nem sei por onde começar.

Mas já que o episódio em si discorre sobre a injeção de células Onozaki (imortais) dentro de um ser humano, a ponto de transformá-lo em um youkai hematófago, vou discutir em cima disso mesmo!

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Afinal, o que acontece nesse mundo? Claro, é normal que existam vários youkais que pregam peças em humanos, ou até neles próprios, mas desta vez levou até a um julgamento por conta de uma morte a sangue frio.

Olha que, desta vez, a culpa não foi INTEIRAMENTE do Nezumi Otoko, embora ele tenha praticado uma de suas mentiras para sair por cima da carne seca e incriminar o Kitarou.

Acontece que os mesmos estilos de golpes de Kitarou foram usados de maneiras diferentes por Momon-Jii, e é lógico que as provas bateriam com as originais… e é isso que o culpado pensava.

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Há algumas obras que discorrem sobre objetos inanimados que se movem, falam e têm várias emoções. Toy Story é um exemplo (e você é um monstro se não chorou no terceiro filme. Mentira, não é não, mas continuarei não admitindo isso), até mesmo em Digimon e Pokémon. Inclusive, teve duas temporadas seguidas com objetos falantes, como canetas, dicionários, relógios, e todos os etceteras possíveis em duas temporadas seguidas de Digimon.

E não vamos nos esquecer daqueles filmes bem Disney em que pessoas viram objetos (A Bela & a Fera, por exemplo) através de magia.

Mas não estou citando magias aqui. Estou falando de objetos com grande tristeza e uma enxurrada de outros sentimentos, que pensaram ser deixados para trás, mas na verdade não foram.

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A comédia vai mudando de acordo com o tempo. Percebo isso principalmente quando tentaram colocar piadas que talvez pensassem que caberia nos dias de hoje para fazer as pessoas rirem, e nem sempre funciona assim. Vide Casseta & Planeta (quando passava, é claro, e depois começou a ficar muito chato) e Zorra Total, que tinham piadas um pouco mais engraçadas quando começaram.

Hoje, dificilmente vejo algum show ou programa com esquetes de comédia, mas não é porque achei que tudo perdeu a graça, mais nada na TV me atrai hoje em dia, e quem quer fazer rir, tem que fazer rir, tem que vender seu peixe e tem que convidar as pessoas para ver televisão, e ela está cada vez menos convidativa para mim.

A mesma coisa está acontecendo com Isamu, um comediante que fez muito sucesso antigamente, mas hoje não faz tanto por causa da qualidade da suas piadas. O único erro que ele cometeu nesta década foi pegar uma música de um youkai e cantar como se fosse dele. Direitos autorais são complicados, minha gente, ainda mais quando é de uma criatura que, quando fica raivosa, sai ameaçando e matando.

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Bom dia!

Decidimos reunir o maior time de especialistas em animes que pudéssemos e perguntar a cada um deles: Qual foi o melhor anime de 2018? E se não for abusar muito, poderia dizer quais os melhores em cada um dos seguintes gêneros: AçãoEsporteComédiaDramaSlice of lifeRomance, e Horror/Suspense?

Ninguém tão importante assim quis nos atender, então decidimos fazer uma coisa mais caseira. Os membros da equipe do Anime21 se reuniram em conclave para decidir quais os melhores animes de 2018!

Nesse artigo publicamos os 5 melhores animes de Horror ou Suspense de 2018.

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5 Melhores Animes de Slice of Life de 2018

5 Melhores Animes de Drama de 2018

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10 Melhores Animes do Ano de 2018

Imagem de capa: A Noite dos Mortos-Vivos, George Romero, 1968.

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Existem diversos jogos de Visual Novel.

Mas afinal, o que é isso?

São jogos focados no enredo, onde a história é guiada por textos, imagens e/ou músicas. A maioria é feita com personagens fictícios, apenas alguns são gravados com atores reais. Eles são divididos por rotas, ou seja, você escolhe as falas que acha compatíveis com determinadas falas e vai seguindo um determinado caminho até um final, sendo ele ruim ou bom, ou ainda neutro. Para mais detalhes, clique aqui.

Mas por que estou falando disso? Porque Kitarou recebeu um treinamento sobre romance a partir de um jogo Visual Novel, protagonizado por uma personagem parecida com a Nekomusume, que o Nezumi Otoko cedeu. O aparelho, parecido com um Game Boy Advance, estava com a tela trincada, marcando o jeito descuidado do Homem Rato. Claro que nada escaparia de sua imundice, certo?

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Ano Novo, época de passar pelo menos parte de um dia com a família. Ver os fogos, comer comida gostosa, olhar para o rosto de quem a gente nem sempre gosta. Para os japoneses, esta época quer dizer ir ao templo desejar por coisas melhores, seja para você ou para o próximo, tirar a sorte, comer comidas típicas, morrer de frio e nem sempre sair com a família. Parece que lá o povo não é tão unido quanto aqui.

Enfim, são coisas boas(ou não) que acontecem no final/começo do ano. Mas em um anime sobre youkais, talvez não seja uma boa ideia. Vai que tenha algum que arraste o corpo de alguém já morto e tente comê-lo apareça, não é mesmo?

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Primeiramente, eu gostaria de desejar um Feliz Ano Novo atrasado. Muitas realizações e paz na vida de vocês!

Segundo, gostaria de dizer que a Mana sempre se mete em umas enrascadas meio esquisitas. No episódio 36, ela achou que seria uma excelente ideia colocar o Anel de Arcana no dedo. Mesmo que já tenha visto que, mesmo que o anel pare no estômago, ele some por forças sobrenaturais, quando colocado em um dos dedos, fica grudado até que uma bruxa o tire.

Mas o fato de Mana fazer essas esquisitices faz com que o anime ande para frente, principalmente porque ela ajuda a todos (ou tenta ajudar), e mais uma maldição vindo parar no seu corpo explica isso.

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Depois de um intervalo entre um episódio e outro causado por motivos de “não sei o quê” assim como já teve anteriormente, voltamos com a programação normal de artigos semanais do anime! E esta semana trouxe com ela uma preparação para o início do plano Brigadoon, me fazendo crer que o envolvimento de Nanashi seja ainda maior que o esperado, principalmente quando ele conseguiu pegar o anel de Arcana.

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Durante o anime “GeGeGe no Kitarou” teve vários episódios onde o preconceito foi tratado. Esse é um tema muito presente, principalmente por se tratar de uma obra sobre youkais. Mas está chegando ao clímax do show, onde Backbeard fala sobre uma coisa muito importante: o núcleo do Projeto Brigadoom.

Além disso, o embate entre youkais ocidentais e orientais vai se estender até o final, que não falta muito. Pelo que soube, serão 51 episódios, então nada mais justo que terminar com conflitos que se estendam às outras culturas.

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