Haiji ultrapassa a linha de chegada

Bom dia!

Kaze ga Tsuyoku Fuiteiru, ou Run with the Wind em seu título internacional, é a história de como dez universitários com experiências, objetivos, e lugares na vida bem diferentes, treinam, se classificam e correm em uma tradicional maratona de revezamento no Japão, e o que isso significou para as vidas deles.

Originalmente um livro de autoria de Shion Miura (Fune wo Amu), Kaze Fui teve antes uma adaptação para mangá com seis volumes no total, ilustrado por Sorata Unno e publicado na Young Jump entre 2007 e 2009. O anime, objeto dessa resenha, contou com 23 episódios, transmitidos entre outubro de 2018 e março de 2019.

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Bom dia!

Hisone to Masotan, ou, como a Netflix chamou, Pilotos de Dragão: Hisone to Masotan, é um anime original do estúdio Bones, escrito por Mari Okada (Hanasaku Iroha, Anohana, Kokoro ga Sakebitagatterunda) e dirigido por Hiroshi Kobayashi, cujo único trabalho como diretor de série antes havia sido Kiznaiver, no qual trabalhou junto com Mari Okada também.

O que chama a atenção instantaneamente, porém, é o character design de Toshinao Aoki, que publica até hoje (fevereiro/2018) a adaptação para mangá da história do anime.

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“Você pode ser e fazer qualquer coisa! Abrace o seu futuro brilhante! Força, força, pessoal! Força, força, eu! Lá vamos nós!”

Hugtto! Precure é a décima quinta série da franquia Pretty Cure que há mais de uma década vem conquistando crianças e adultos com suas garotas mágicas alegres e divertidas. Com Hugtto! não poderia ser diferente; então Hana, Homare, Saaya, Ruru e Emiru se unem como Precures para combater um mal que atravessa as barreiras do tempo: a Corporação Kuraiasu, cujo objetivo é parar o tempo para livrar as pessoas do sofrimento eterno.

O anime nos guia por uma jornada de autoconhecimento e valorização pessoal, mostrando a batalha incessante de garotas que acreditam no poder dos sonhos, e passam seus dias ensinando aqueles ao seu redor e aprendendo com eles que a vida pode ser muito mais do que pensamos, basta não desistir dela. É hora de Hugtto! Precure aqui no Anime21!

Este artigo é uma parceria entre os redatores Kakeru17 e JG. O primeiro conheceu a franquia por essa série, o segundo já é fã de longa data. Nós esperamos que você goste da resenha de Hugtto! Precure.

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Bom dia!

O ser humano é um bicho complicado. O que você gostaria de fazer da sua vida? Uma profissão? Maternidade/paternidade? Escrever um livro? Ser famoso? Ser rico? Ser um ermitão nas montanhas? Consegue se imaginar em vários cenários diferentes, e você estaria feliz e realizado em todos eles?

Aliás, muito provavelmente a sua vida já é composta de muitos cenários diferentes. Você é uma pessoa em casa, outra na escola, outra no trabalho, e por aí vai. Todos eles são “você”. E você talvez ainda seja várias outras coisas, várias possibilidades que você gostaria de ser mas que não é, por um motivo ou outro. Talvez tenha motivos legítimos para isso, ou talvez esteja só se limitando, fazendo escolhas.

Às vezes, fazer essas escolhas dói. Deixa sequelas. E às vezes nem era preciso escolher em primeiro lugar, mas quando a pessoa percebe já é tarde demais. Já escolheu ser uma coisa e não ser outra coisa.

Em Akanesasu Shoujo as cinco garotas vivem assim, divididas entre quem elas são e quem elas poderiam ser, gostariam de ser, ou têm medo de que se tornem. Todas elas vão descobrir ao longo do curso do anime que não precisavam escolher: para serem de verdade, para serem felizes, para serem elas mesmas, elas têm que ser tudo o que podem ser. Inteiras. A harmonia na contradição.

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Bom dia!

Banana Fish é adaptação para anime de um mangá shoujo de ação publicado entre 1985 e 1994 na Betsucomi, de autoria de Akimi Yoshida. Atualmente, a autora publica Umimachi Diary na revista josei Flowers, desde 2006.

Por se tratar de uma obra antiga, algumas escolhas tiveram que ser feitas antes mesmo de começar a produção. Notavelmente, ao invés da Nova Iorque dos anos 1980, do mangá, o anime foi adaptado para se passar na Nova Iorque contemporânea. A Guerra do Vietnã, importante na história original, foi substituída pela Guerra do Afeganistão.

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Bom dia!

Starlight é um anime musical e teatral dirigido por Tomohiro Furukawa, que já trabalhou com Kunihiko Ikuhara (Utena) em Mawaru PenguindrumYuri Kuma Arashi, e é considerado uma espécie de discípulo dele.

E isso fica rapidamente visível no cotidiano fantástico de Shoujo Kageki Revue Starlight, no qual alunas de teatro participam de duelos subterrâneos para definir a atriz principal da peça que está se aproximando, a Top Star, assistidas por uma girafa falante que lhes explica tudo o que precisam saber sobre esses duelos.

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Para uma boa parte (talvez) das pessoas mais velhas que viram esse anime, o protagonista é “sortudo que não aproveita a sorte que tem”, afinal não é todo garoto que tem a sorte de ser rodeado de belas garotas”. Por incrível que pareça, eu não estou me referindo a um anime do tipo harém, mas esse anime pode ser considerado um pseudo-harém, ou pelo menos brinca com essa ideia.

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Bom dia!

Eu não sei você, mas eu adoro zumbis. E adoro animes, tanto que coloquei no ar esse Anime21. Adoro animes e adoro zumbis, portanto não poderia deixar de adorar animes com zumbis.

Sério, não tem um que eu já tenha assistido que eu não goste. E à propósito, escrevi um artigo só sobre animes e zumbis, se quiser complementar a leitura.

Zumbis podem ser assustadores, representando algum tipo de medo que temos (normalmente irracional), ou podem ser engraçados, representando o absurdo de algumas condições da vida. No caso de Zombieland Saga as zumbis representam as duas coisas.

Os medos e inseguranças de quando elas estavam vivas, e que as acompanha no além-túmulo, e o absurdo dessas inseguranças em primeiro lugar. Livres do fardo da vida, e consequentemente do absurdo que arrastavam, elas podem agora se livrar do medo.

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