O que esperar de um anime japonês com duração de 15 minutos que adapta um mangá criado por um autor chinês e é lançado via internet por uma editora taiwanesa? Jikken-hin Kazoku: Creatures Family Days (ou Shiyan Pin Jiating para os íntimos) é o nome dessa obra, agora multimídia, detentora de características tão peculiares e que está sendo lançada simultaneamente nas TVs japonesas e taiwanesas na temporada de abril de 2018. A história é um slice of life relativamente bem animado, agradável e com um bom potencial para o drama – e quem sabe para a comédia? – cuja estreia foi boa, apesar de ter apresentados alguns probleminhas. Vamos conhecer essa família bem diferente?

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Bom dia!

Para quem está chegando agora, o Café com Anime é um bate-papo sobre alguns animes da temporada entre mim, pelo Anime21,  Vinícius Marino (Finisgeekis), Gato de Ulthar (Dissidência Pop), e Diego (É Só Um Desenho). Cada blog irá hospedar as transcrições das conversas de um anime: ao Anime21 caberá publicar os artigos sobre Violet Evergarden; ao FinisgeekisCardcaptor Sakura Clear Card; ao É Só Um DesenhoKokkoku; e ao Dissidência PopMahou Tsukai no Yome e Junji Ito: Collection.

Sem mais atraso, leia a seguir a conversa que tivemos sobre o episódio 13 e final de Violet Evergarden!

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Olá! Como vão? Este anime está cada vez mais cheio de informações, não?

Apesar de sua história ter começado em meados dos anos 60 através do mangá, a atualidade permite que situações novas usando os mesmos youkais possam surgir. Em todos os episódios, vemos Mana e Nekomusume usando o celular como forma de comunicação para mostrar a Kitarou o que está acontecendo, ou prestes a acontecer. Mesmo que Kitarou tenha pedido para a humana não se meter em assuntos que não lhe diziam respeito, mas sim ao mundo dos youkais, ela foi com toda a sua coragem e tirou uma foto esclarecedora.

Aqui se dá início à história de como o tímido Kitarou e a destemida Mana se tornam amigos.

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É com esse artigo que irei assumir a cobertura de Nanatsu no Taizai, que foi me confiado por um redator excelente, espero manter ou porque não, melhorar o trabalho. Com isso, você leitor e essa obra saíram beneficiados. Sem mais delongas, vamos à análise do episódio dessa semana.

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Olá pessoal!
Essa semana saiu mais um episódio de Persona 5, então eu vou comentar um pouco sobre ele nesse artigo.

Assim como no capítulo anterior, nós tivemos um ritmo bem acelerado, é muito provável que isso aconteça até o fim da série pela grande quantidade de conteúdo a ser adaptado, assim como eu já citei no artigo de primeiras impressões eu acredito isso pode ser prejudicial para quem está tendo um primeiro contato com ao universo de Persona agora.

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Esse episódio de Tokyo Ghoul:re adaptou a maior parte do capítulo 10 – que não havia sido adaptada no finalzinho do episódio anterior – até o 16, cortando algumas partes que poderiam ser cortadas e outras nem tanto, mas mantendo qualidade e objetividade – o necessário para um anime que deve adaptar no mínimo 6 volumes do original. Vamos nos juntar a “Sasako” na pista de dança dos ghouls!

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Um anime cheio de referências musicais para vocês! Mas não posso dizer apenas isso. Piano no Mori é um anime feito de sentimentos, e muitas delas são transmitidas através das músicas que são tocadas.

Piano no Mori é a segunda adaptação de um mangá com o mesmo nome, sendo ele chamado “A Floresta do Piano: O Mundo Perfeito de Kai”. Em 21 de julho de 2007 também foi feita uma adaptação, porém em formato de filme. O mangá foi feito por Isshiki Makoto desde 5 de agosto de 1998 até 5 de novembro de 2015, sendo publicado na revista Morning, a mesma revista Seinen que publica Vagabond.

A história retrata a vida de dois garotos: Ichinose Kai, que é filho de uma prostituta, mora na fronteira da floresta e ainda toca um piano que foi abandonado no meio da mesma floresta, e Amamiya Shuuhei, um garoto que nasceu para tocar piano, pois toca desde criança e faz parte de uma família de pianistas prestigiosos. Um menino pobre e outro rico. O piano acabou os unindo através de uma bela história de amizade.

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