Fumikiri Jikan é um slice of life curto, de três minutos e trinta segundos, movido por conversas sobre amor, arte, desejo e expectativas, que ocorrem em uma estação de trem, enquanto a cancela não permite a passagem dos transeuntes. No primeiro episódio, as amigas Ai-senpai e Tomo, estudantes do ensino médio, estão em cena. Em foco, amor e juventude.

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Esse episódio quase que por inteiro foi focado no rito de passagem do clube de fotografia, então, o artigo também será. Eu já queria dizer que eu achei a competição MUITO criativa e divertida, porém, ela me parece só uma maneira de nos aproximar mais dos personagens para que, quando cheguem as partes tensas desses romances, a gente sinta muito mais.

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Tem dois anos que li o mangá desta obra. Posso dizer que peguei para ler em um momento de “Já me falaram bem desse mangá, mas mesmo sabendo do que se trata, estou meio aflita… Mas quer saber, vou ler mesmo assim!”, e posso dizer que nunca senti tanto ódio por metro quadrado. Não tem um personagem pelo qual não fosse a Shouko ou a irmã dela que eu tenha gostado, apesar do esforço de Shouya em reparar o seu erro.

Esse artigo é parte do Cineclube Anime21. Toda semana a nossa equipe irá assistir um filme anime e comentá-lo, e a melhor parte é que você está convidado! Entre em nosso chat no Discord, que é onde iremos discutir, assista filmes anime e converse sobre eles conosco antes das resenhas saírem aqui no blog.

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Este artigo é apenas uma breve introdução sem spoilers.

Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, ou apenas Death March como eu prefiro chamar, é a adaptação em anime de uma série de light novel de mesmo nome com autoria de Hiro Ainana (história) e Shri (arte), publicada desde 2014 e ainda em andamento no Japão. O anime conta com longos 12 episódios. A história segue Satoo, um programador de 29 anos de idade que está um tanto insatisfeito com a sua vida. Após um evento misterioso, ele é transportado para um mundo que se parece muito com os jogos que ele programava – e com a aparência que tinha aos 15 anos. Logo em seus primeiros minutos lá, ele acaba ganhando várias habilidades e se tornando extremamente poderoso. A história se desenrola a partir daí com ele explorando as cidades, conhecendo o mecanismo do mundo em questão, encontrando novas pessoas, derrotando vilões e aprendendo novas coisas, bem como magias, línguas, comportamentos e afins.

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Assim como na semana passada, nessa semana Hinamatsuri conseguiu entregar um episódio divertidíssimo e muito bonito aos olhos. Com a apresentação de uma nova personagem do mesmo planeta da Hina – claro, se é que ela é mesmo de outro planeta – em sua primeira parte, ele consegue fazer de uma simples disputa de pedra-papel-tesoura algo extremamente engraçado e divertido; e claro, em sua segunda parte, um bom desenvolvimento da relação da Hina para com o Nitta e vice-versa, mostrando novos personagens e uma situação muito errada, aliás, eu diria que crianças em casas noturnas é extremamente errado, mas bem, tudo na passa de uma ilusão, certo Nitta? Zo-na, zo-na!

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Aiaiai e novamente temos uma polêmica em mãos. Ichigo é isso, 02 aquilo, Kokoro também e por aí vai. A minha dúvida nisso tudo é até quando? Sério, eu não consigo entender quem sai culpando elas por suas ações porque simplesmente não faz sentido. Será que custa pensar nas razões que causaram tais ações e se isso está realmente errado como estão dizendo?

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Em outubro de 2017 acompanhamos a terceira temporada, ou melhor, o terceiro prato de Shokugeki no Souma. Agora, estamos de volta com a quarta temporada (que na verdade é o segundo arco da terceira temporada). Isso significa que chegou a hora de voltarmos para Tootsuki acompanhar novas receitas e resolver as questões que ficaram pendentes antes que esfriem.

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