O ladrão mais famoso da história dos mangás e animes está de volta. Ao lado dos seus inseparáveis companheiros de trambicagens e aventuras Daisuke Jigen e Ishikawa Goemon (além da estonteante ladra Fujiiko Mine), Lupin III agora está na França e, sinal dos tempos, não está atrás de nenhum tesouro físico, e sim de criptomoedas guardadas num site encravado na Deep Web especializado em vender produtos e entregá-los em qualquer parte do mundo (e quando falo “produtos” não estou falando de livros, discos ou aparelhos eletrônicos, e sim de armas e drogas). Porém, se antes precisava se preocupar apenas com seu eterno nêmesis Zenigata, Lupin e seus amigos serão jogados no olho do furacão de um jogo de gato e rato envolvendo não apenas redes sociais, mas toda a internet. Numa era onde todos observam e são observados o tempo todo, conseguirá o notório gatuno manter a aura de mistério que sempre o envolveu e virar o jogo contra seus novos inimigos?

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Não me arrependo em nada por ter deixado para assistir Túmulo dos Vagalumes em uma fase um pouco mais madura da minha vida, – acabei vendo ele pela primeira vez apenas no ano passado – pois ele é de fato um filme muito difícil de ser visto. Eu poderia ter passado muito mais tempo sem a mínima vontade de vê-lo, entretanto, depois que vi, passei horas e horas refletindo sobre o filme, e sem dúvidas eu não queria ter que assistir outra vez. Não por ser ruim, pois esta obra está muito longe de ser ruim, mas sim por ter uma carga extremamente pesada e vir acompanhada de uma inevitável e profunda reflexão sobre a vida.

Esse artigo marca o começo do Cineclube Anime21. Toda semana a nossa equipe irá assistir a um filme anime e comentá-lo, e a melhor parte é que você está convidado! Entre em nosso chat no Discord, que é onde iremos discutir, assista filmes anime e converse sobre eles conosco antes das resenhas saírem aqui no blog.

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ReLIFE é uma das minhas obras favoritas – tanto em anime quanto em webtoon – e quando soube desses 4 OVAs que seriam lançados para adaptar o que faltava do material original fiquei bastante feliz, pois acreditava que a obra merecia um final digno em ambas as mídias. Apesar desses quatro episódios cortarem muitas partes do webtoon, mudarem outras e simplificarem as adaptadas, ainda assim foi um bom trabalho que encerrou bem uma obra tão gratificante. Foi bem escrita em sua maior parte, mas principalmente foi satisfatória quanto a sua mensagem e à forma que optou por transmiti-la.

Se ainda não leu, leia a resenha do anime para a TV de ReLIFE também.

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Koi wa Ameagari no You ni é adaptação de um mangá finalizado em 10 volumes que conta a história da jovem Akira Tachibana, que ao se lesionar em uma corrida sai do clube o qual integrava na escola e arranja um trabalho de meio-período em um café gerido por um simpático senhor, Masami Kondou, pela qual se apaixona. Há uma enorme diferença de idades entre eles e é nesse cenário que a história se desenvolve, com a garota tentando concretizar o seu amor enquanto passa por diversas e enriquecedoras experiências ao lado do modesto e decente homem que é o fruto de sua paixão.

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E continuando a”saga” envolvendo Hiro e 02, tivemos um belo episódio. Passou tão rápido que eu fui perceber que não teria opening quando acabou. Foi um episódio de memórias, respostas e a promessa de algo talvez mais… interessante? Digo isso em relação a postura do Hiro e o impacto que uma possível mudança em sua personalidade possa gerar.

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