Ainda que a metalinguagem apresente que Jashin-chan foi invocada a partir de um grimório adquirido por Yurine em um sebo, a ausência de informações sobre o passado das protagonistas pesa enormemente. A loli gótica é uma sádica que tem prazer em tortura Jashin-chan, mas ela se mostra atenciosa e gentil com as outras personagens, principalmente com Pekora. Acredito que a série tem a ganhar com uma exposição sobre a relação de Yurine e a loira-serpente. Um mini flashback talvez resolva a questão. Será que Yurine é brutal com Jashin pelo simples motivo da demônio ser capaz de se regenerar? Por enquanto Jashin-chan Dropkick parece um cão que tenta morder o próprio rabo e não sai do lugar. Pelo menos há a revelação de Minos e Jashin serem amigas de infância. Mas a maior participação da minotauro – um personagem bem simpático – no episódio evidencia que também ela é uma agressora de Jashin, só que involuntária. Um tipo de amiga que não mede as consequências de seus atos.

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Como você sabe (ou vai ficar sabendo agora), quase todos os animes lançados nas temporadas tem uma fonte original. Alguns vieram de mangás, outros vieram de light novels, games ou até mesmo de visual novels. Há exceções, é claro, temos alguns animes originais nessa temporada (como Shoujo Kageki Revue Starlight e Sirius the Jaeger) e esse artigo tem como finalidade mostrar alguns dos animes da temporada de julho de 2018 que tem versão em mangá, seja original, seja como só mais uma adaptação de outra mídia.

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Para o bem ou para o mal, os melhores momentos de Jashin-chan Dropkick estão na constante sequência trollagem/exploração – rompimento – reconciliação – cenas de amor e amizade que envolve Jashin-chan e Medusa. O positivo nesta repetição é que características e sentimentos se reforçam e possibilitam entender melhor as personagens. Porém, o que há de negativo nesta repetição é justamente a repetição, que, em decorrência da relação entre elas não ser o plot da série, pode-se tornar uma muleta involuntária ou provocar fastio. O episódio 4 de Jashin-chan Dropkick, no geral, chega a apresentar alguma graça, mas a falta de um prólogo começa a pesar.

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O terceiro episódio de Jashin-chan Dropkick é um complemento e extensão do episódio anterior, com Pekora enfrentando a fome nas ruas de Tóquio e sendo socorrida novamente por Yurine, o que aumenta as incertezas da anjo. Mais da relação entre Jashin e Medusa, de devoção, exploração e afeição camuflada de superioridade (que Jashin abusa da amiga é inegável, mas que existe um sentimento lá no fundo, também não pode ser negado. Lá no fundo!). Além disso, a adição de uma nova personagem, Yusa, uma superpoderosa demônio do gelo, que é irmã da pequena Kori. O episódio tem menos violência, o que deixa claro que o sadismo de Yurine só se manifesta com Jashin e é exercido nela (como forma de punição?!) e o placar de tentativas da loira-serpente-demônio em matar sua “mestra” permanece inalterado, já que ela não ousa colocar em prática nenhum de seus planos mirabolantes. No geral, o episódio é morno em relação à mistura relativamente equilibrada entre o gore e a comicidade baseada no exagero e em algo mais físico apresentada nos dois primeiros episódios.

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Ainda que não tenham sido apresentadas algumas informações para melhor contextualização, como a invocação da Jashin-chan pela Yurine e uma explicação de como demônios vivem entre humanos, a série evolui sem danos ao entendimento do que apresenta.  E, no segundo episódio, a estranha relação de amizade entre a Jashin e Medusa e o auxílio que Yurine dá a Pekora, a anjo faminta, revelam que Jashin-chan Dropkick tem potencial no que concerne ao desenvolvimento das personagens, indicando a possibilidade de que elas não sejam unidimensionais.

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Loli gótica. Lolis demônios. Bruxaria. Insanidade. Crueldade. Violência gráfica (ou quase). Humor mórbido, altamente incorreto. Onde encontrar tudo isso? Na série Jashin-chan Dropkick. E o melhor dessa mistura é que a comédia pastelão com toques de gore consegue ser um bom entretimento. Porém, não é para todos os públicos.

Adaptação do web mangá homônimo de Yukiwo, o anime é uma produção do estúdio Nomad e tem como diretor Hikaru Sato (Kitakubu Katsudou Kiroku [2013]) e na composição de série Kazuyuki Fudeyasu (Shoujo Shuumatsu Ryokou [2017], Gochuumon wa Usagi Desu ka? [2014] entre outros), que escreve o roteiro em conjunto com Momoko Murakami (de Pan de Peace! [2016]).

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